Qual a forma correta de limpar os brinquedos do seu filho?

Qual a forma correta de limpar os brinquedos do seu filho

 

Qual a forma correta de limpar os brinquedos do seu filho?Paninho úmido? Água e sabão? De quanto em quanto tempo? Tire todas as suas dúvidas sobre limpeza de brinquedos de seu filho.

 

Os brinquedos vão para o chão do quarto, para a cama, mesa de jantar, jardim, banheira e – ops! – de repente chegam também à boca de bebês e crianças. E, claro, justamente o mais “sujinho” é o brinquedo preferido dele. O resultado é um intenso vaivém de microrganismos passíveis de provocar doenças e infecções. Isso é normal, e o contato com a sujeira vai fortalecer o sistema imunológico da criança.

 

 

Na rotina tumultuada dos pais e das mães, a periodicidade da limpeza é a preocupação número 1. Brinquedos com os quais o bebê tem contato diário devem ser limpos com uma frequência maior: os de tecido, semanalmente e os de plástico e de borracha (como mordedores), diariamente. Não há necessidade de fervê-los. Quando caem no chão ou são postos em bancos, balcões etc., têm de ser lavados antes de serem devolvidos à criança. Também é importante fazer a higienização semanal ou quinzenal de brinquedos que ficam no quarto sem serem manipulados. Móbiles, bichos de pelúcia colocados em prateleiras e outros enfeites acumulam poeira e resíduos que, mesmo sem contato físico, podem facilitar a ocorrência de doenças alérgicas e infecções.

 

 

Preparamos um “guia definitivo”, separado por tipo de material, para você e os brinquedos de seu filho conviverem em paz.

robô de brinquedo (Foto: Crescer)

Metal
Limpe com pano umedecido em álcool 70%. Se o brinquedo não for de ferro, pode-se limpá-lo também com água e detergente ou sabão neutro, com a mão ou uma esponja não abrasiva. Itens pequenos podem ainda ser lavados na máquina de lavar louça ou com escovinhas cujas cerdas penetrem nas reentrâncias. Caso o brinquedo tenha partes de ferro (pregos ou partes maiores), evite qualquer contato com água e verifique regularmente se nelas há eventuais focos de ferrugem.

 

SE APARECER ALGUMA FERRUGEM, dá para cobrir com tinta ou simplesmente substituir a parte afetada.

 

pato de borracha (Foto: Crescer)

Borracha e E.V.A.
Estes são bem simples: basta higienizar com água e sabão ou com pano umedecido em álcool.

 

AQUELES QUE FICAM NO LUGAR DO BANHO devem receber atenção especial. Depois que tiver terminado, procure retirar a água do interior deles toda vez que forem mergulhados.

ursinho de pelúcia (Foto: Crescer)

Pelúcia e tecidos
Muitos brinquedos e bonecos de pelúcia, algodão, náilon e de outros tecidos podem ser lavados à máquina, com o mesmo sabão utilizado na lavagem das roupas ou lençóis da criança, no ciclo de lavagem delicada e em saquinhos que os protejam (como fronhas de travesseiros ou os especializados à venda). Caso haja alguma restrição do fabricante em relação ao uso da máquina, a saída é lavar os itens à mão ou a seco, em lavanderia especializada. Depois da lavagem, centrifugue o boneco e coloque-o para secar em local arejado e ensolarado. Deixe que seque bem antes de voltar a usá-lo, para que o enchimento não fique úmido e com mau cheiro. Pode-se também abrir os bonecos, retirar o enchimento e fazer a lavagem – porém, além de ser uma operação mais trabalhosa, há sempre o risco de falhas na “reconstituição deles” (e a dor de cabeça vai ser certa!). Quando a ideia for somente retirar o excesso de pó sem lavar, bata bem os bonecos (em ambientes externos, se possível) e exponha-os ao sol. O procedimento vai reduzir eventual mofo e a presença de ácaros.

 

TALVEZ VOCÊ NÃO IMAGINASSE, MAS outra forma de acabar com alguns microrganismos é colocar tais brinquedos em sacos plásticos e levá-los ao freezer por algumas horas.

 

 

 

trem de brinquedo (Foto: Crescer)

Madeira
A maioria dos brinquedos de madeira do mercado é feita de MDF. Muitos deles são dados à criança desembalados e, portanto, já vêm sujos. Esse material pode ser limpo com espanador, pano seco ou levemente umedecido (bem torcido), já que o MDF absorve água muito rapidamente e qualquer gota pode manchá-lo.

 

BRINQUEDOS COM MADEIRA MACIÇA são raros e aguentam melhor a exposição à água. Podem ser limpos com pano úmido.

 

robô de brinquedo (Foto: Crescer)

Sucata
Brinquedos com materiais reutilizados como copos, garrafas PET e papelões devem ser higienizados de acordo com o material com que são feitos. Partes plásticas e de metal devem receber os cuidados próprios para esses materiais, enquanto itens de papel e papelão têm de ser limpos com espanador ou pano seco. Substitua partes de ferro que eventualmente fiquem enferrujadas.

 

ANTES DE CONSTRUIR os brinquedos com sucatas, limpe-as cuidadosamente, especialmente se forem embalagens de alimentos ou produtos de limpeza.

 

 

 

controle de video-game (Foto: Crescer)

Eletrônicos
Para estes, apenas espanador, flanela ou pano macio seco. Limpe somente a parte externa, não abra os aparelhos. Guarde-os em caixas, armários ou outros locais protegidos de poeira. No caso de brinquedos que não sejam usados regularmente, retire as pilhas ou, a cada 15 dias, deixe-os funcionando por alguns instantes, para que as pilhas conservem-se em bom estado e não danifiquem os circuitos internos.

 

NÃO APENAS OS BRINQUEDOS, mas controles remotos e telefones – manipulados por adultos, crianças e bebês – podem se tornar grandes focos de infecção. É preciso limpá-los também!

 

brinquedo de montar (Foto: Crescer)

Plástico
Limpe com pano umedecido em álcool (o álcool a 70% é suficiente). Peças que não acumulam água em seu interior podem ser lavadas com sabão ou detergente neutro. Itens pequenos podem ser colocados de molho por cerca de 30 minutos em água com detergente (para depois serem enxaguados e postos para secar). Vale dizer que a limpeza garante a retirada do pó e a higienização do brinquedo, mas não garante a retirada de eventuais manchas.

 

VOCÊ VAI SE SURPREENDER: os itens de plástico também podem ser colocados na lava-louças.

 

Fontes: Ricardo de Castro Moura, pediatra e pneumopediatra, Lagoa da Prata, MG; Sylvio Renan Monteiro de Barros, pediatra e autor de Seu Bebê em Perguntas e Respostas, MG Editores; Nylse Cunha, pedagoga, vice-presidente da Associação Brasileira de Brinquedotecas; Claudia Favati, proprietária da BiJu Arte Brincante; Brinquedos Softmel; SAC Brinquedos Bandeirante; SAC Estrela; SAC Tectoy.

 

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Vacinação Infantil

vacinacao infantil

 

Vacinação Infantil:A Varicela (ou catapora) é causada pelo vírus varicela (vvz)

 

É uma doença de alta contagiosidade (80-90 % dos comunicantes desenvolvem infecção), e usualmente é benigna, levando á febre e lesões vesiculosas espalhadas pelo corpo e pelas mucosas.

 

Eventualmente pode levar à infecção secundárias com crostas purulentas e em crianças ou em adultos imunodificados pode levar a infecção generalizada (sepsis) ou pneumonia.

 

Em gestantes pode haver transfusão para o feto ou o recém nascido.

 

Existe vacina contra a Varicela que em dose única (aos 12 meses) é eficaz para prevenção de formas graves da doença, mas, pelo fato de ter sido observado o desenvolvimento de formas leves com apenas uma dose, atualmente é feito reforço, geralmente entre 15 á 24 meses.

 

Crianças que receberam apenas uma dose e apresentam contato domiciliar ou em creche com indivíduo com a doença devem antecipar a segunda dose, respeitando o intervalo mínimo de um mês entre as doses.

 

A vacina pode ser indicada na profilaxia pós-exposição dentro de cinco dias após contato preferencialmente nas primeiras 72 horas.

 

Durante os surtos ou após contato intimo com o caso de Varicela é possível vacinar os bebês a partir de nove meses de idade.

 

Dra. Marilene S. Momm – CRM 3331
Diretora Técnica – Imunizar Vacinas- www.imunizarvacinas.com.br

 

Fontes: (Sbim – Sociedade Brasileira de Imunizações, SBP – Sociedade Brasileira de Pediatria)

 

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Lição de casa: como facilitar esse momento

Lição de casa como facilitar esse momento

 

Lição de casa: como facilitar esse momento: Missão número um: encontrar um cantinho sossegado para os deveres.

 

– Convide seu filho para fazer as escolhas com você sobre o local da casa em que será o cantinho de estudo, o tipo de mesa e cadeira e o que ele vai querer ter perto. Assim, ele vai se sentir mais estimulado a usufruir.

 

– Escolha um local arejado e iluminado, que não tenha atrativos auditivos ou sonoros (como TV, rádio, computador, ou que seja próximo à janela da rua movimentada). Tudo é motivo para desviar a atenção.

 

 

– Mantenha o acesso fácil aos materiais de que ele precisa para fazer a lição, sem ter necessidade de ficar buscando coisas pela casa – porque assim ele vai se distrair.

 

 

– É bom que a lição de casa tenha hora certa, para formar o hábito de estudo.

 

 

– Você até pode orientar seu filho caso ele precise, mas não conduza a lição, afinal a tarefa (e o aprendizado) não é sua.

 

 

– A lição de casa é uma maneira eficiente de você acompanhar o aprendizado dele na escola, além de criar um vínculo importante entre vocês a cada novidade.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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Antibióticos: a importância do uso consciente

Antibioticos a importancia do uso consciente

 

Antibióticos: a importância do uso consciente: Além da necessidade de serem receitados por um médico, esses medicamentos precisam ser administrados no horário correto.

 

 

“Tomem cuidado, não tomem antibióticos”, ensinam as crianças de 13 anos aos pais e às mais novas nas escolas britânicas. Essa é a nova campanha nacional que vai ser lançada na Inglaterra, a partir do ano que vem. “O objetivo é que as crianças voltem para casa e contem aos pais o que elas aprenderam e assim repassem o conhecimento”, explicou, em nota, Donna Lecky, pesquisadora de saúde pública do governo do Reino Unido. Lá, o consumo desse tipo de remédio não pára de crescer.

 

 

Mas por que ser tão cauteloso quanto aos antibióticos? É simples. Ingeri-los sem necessidade faz com que as bactérias que vivem em harmonia em nosso organismo – como as da flora intestinal – sejam exterminadas. Em equilíbrio, elas não causam problemas à nossa saúde. Mas, quando o remédio é ingerido indiscriminadamente, uma parte dos micróbios morre e os sobreviventes, que não são sensíveis ao medicamento, se fortalecem e se impõem, podendo desencadear doenças. Mas não se desespere: o risco só existe quando o antibiótico é tomado sem necessidade com frequência.

 

 

Tenha disciplina no tratamento

Além de só medicar seu filho em casos de real necessidade, siga à risca os horários estipulados pelo médico. “Os especialistas levam em conta a vida média do antibiótico na corrente sanguínea. Se ele precisa ser tomado de oito em oito horas, é porque, após esse período, a quantidade de medicamento no organismo irá diminuir”, explica o pediatra Hamilton Robledo, do Hospital São Camilo (SP). Essa é a oportunidade perfeita de a bactéria criar mecanismos de defesa e superar a ação do antibiótico. Por isso, se ocorrer algum imprevisto e você atrasar uma das doses, não adie a seguinte. Por exemplo: o correto seria dar o antibiótico para a criança às 8 horas, 16 horas e 24 horas. Caso você atrase e dê a segunda dose às 17 horas, mantenha o horário das 24 horas. A mesma disciplina é importante no que se refere à duração do tratamento. Mesmo que os sintomas desapareçam antes, administre o antibiótico até o último dia indicado pelo pediatra. Só assim todas as bactérias serão exterminadas e a doença, curada.

 

 

Para evitar que as pessoas comprem antibióticos sem prescrição médica, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estipulou uma norma, em outubro de 2010: esse tipo de droga só pode ser vendida com receita. Uma das vias fica retida na farmácia e outra é entregue ao consumidor, com um carimbo que impede a reutilização do documento. De lá para cá, segundo a empresa IMS Health Brasil, que faz pesquisa para a indústria farmacêutica, a venda de antibióticos teve uma queda, passou de 94 para 92 milhões embalagens, mas a partir de 2011 só aumentou, passando de 105 milhões. Apesar desse aumento, os especialistas afirmam que a compra, agora, é muito mais controlada, já que tem o aval do médico. Desde abril deste ano, passou a ser obrigatório, também, que todas as drogarias disponham do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). Quando você comprar um antibiótico, precisará informar a idade, o sexo e o nome do paciente. “O sistema vai montar um banco de dados que pode ajudar a estabelecer, em longo prazo, estatísticas sobre o uso do remédio no Brasil”, esclarece Rafael Filiacci, coordenador do SNGPC da Anvisa.

 

 

Uso responsável

É sempre bom lembrar: o procedimento de retenção de receitas vale para os antibióticos, mas não é por isso que você deve driblar o sistema e comprar, por conta própria, anti-inflamatórios de venda livre, na tentativa de contornar a crise. “Eles não combatem as bactérias e, portanto, não resolvem o problema. Ainda podem gerar desconforto gastrointestinal e alergia”, alerta Gerson Matsas, pediatra do Hospital Samaritano (SP). O remédio pode mascarar os sintomas e dificultar o diagnóstico da doença. O fato de a febre desaparecer, por exemplo, não significa que seu filho esteja curado.

 

 

Portanto, não se esqueça: ao notar qualquer desconforto da criança, o correto é procurar ajuda médica. O especialista fará uma avaliação clínica e só receitará o antibiótico se encontrar o foco infeccioso da bactéria. É claro que, em casos de emergência, você deve procurar o pronto-socorro. Mas sempre tente falar antes com o pediatra, que já conhece seu filho. “Ele poderá fazer um acompanhamento constante e reavaliar o paciente depois da consulta”, aconselha Matsas. Nada como poder ligar para o médico no dia seguinte e tirar suas dúvidas, não é mesmo?

 

Fonte: Revista Crescer

 

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Como se exercitar em todas as fases da gravidez

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Como se exercitar em todas as fases da gravidez: Como se exercitar em todas as fases da gravidez. Em alguns períodos é preciso diminuir o ritmo, mas é possível manter as atividades físicas até o fim da gestação.

 

 

Gravidez não é doença, por isso praticar exercícios físicos não deve ser um item excluído da nossa lista de atividades. Pelo contrário! Basta ficar atenta às indicações de profissionais e seguir para a academia (ou para a rua).

As atividades físicas moderadas são consideradas seguras e também muito benéficas para a saúde da mãe e do bebê. Gestantes passam por uma série de alterações físicas e precisam de cuidados especiais para evitar desconfortos e doenças, como a hipertensão e a diabetes.

Segundo a personal trainer Daniela Paiva, filha de Maria de Lurdes e Vitorino, “os exercícios de maior utilidade durante toda a gravidez são os aeróbicos, os calistênicos (os que utilizam o peso do próprio corpo como resistência), os de relaxamento e os de Kegel, que fortalecem os músculos pélvicos.” Mas é importante perceber os limites do próprio corpo em cada fase e seguir as indicações de médicos e preparadores físicos que podem ajudar.

Primeiro trimestre

A primeira fase da gravidez requer muita atenção e cuidado. Assim que a mulher descobre que está esperando um bebê, é fundamental que procure o médico ginecologista e se informe do que está liberada para fazer ou o que é melhor deixar pra lá para garantir a saúde do bebê. Para quem já está acostumada com atividades físicas intensas é natural que o ritmo diminua, e os exercícios que trabalham contração abdominal e o assoalho pélvico (região dos genitais) serão cortados. Para quem não tem o costume, mas pretende começar com os exercícios, é essencial contar com a ajuda de um profissional.

Nanna Pretto, mãe de Gabriel e grávida do segundo filho, que estava acostumada a competir em provas de corrida antes da gravidez, precisou diminuir bastante o ritmo. “O primeiro passo foi colocar bastante caminhada no treino, intercalando quatro minutos andando com apenas um de corrida”, conta ela. Mas para as mães que não estão acostumadas ao ritmo, a descoberta da gravidez não é a melhor hora para começar a correr! Caminhar é permitido, mas sempre controlando os batimentos cardíacos, que não podem ultrapassar os 130 por minuto, segundo o ginecologista Sang Cha, pai de Guilherme, George e Lara. Já os exercícios de impacto e os que exigem equilíbrio não são recomendados, como os funcionais, que envolvem ações de agachar, pular, empurrar, girar etc.

É preciso respeitar os limites do corpo neste período, pois a gravidez ainda é muito frágil. Além disso, o próprio corpo pede descanso. Enjoos e sono quase que incontroláveis são muito comuns, o que não deixa a grávida tão disposta a sair correndo por aí. Nanna, que já está entrando no terceiro trimestre de gravidez, conta que tentou manter a mesma frequência dos treinos que já estava acostumada, de três a quatro dias por semana, mas a intensidade já não pode ser a mesma. É preciso adaptar!

Segundo trimestre

Nesta fase, a grávida começa a se sentir mais segura, então é possível intensificar um pouco os exercícios. Os enjoos não são mais tão frequentes, a disposição e o humor estão melhores. Então é hora de se mexer. As mães atletas podem apertar o passo nas corridas. Sempre lembrando que o acompanhamento médico e de profissionais é essencial.

Nanna, já com preparação física bem condicionada, colocou mais corrida no treino nesta fase e até participou duas vezes de provas de cinco quilômetros, se sentindo bem durante todo o percurso. Além de colocar um pouco mais de peso nas atividades. “O treino ficou mais focado nos braços e costas, pois as caminhadas já fazem o trabalho da região inferior”.  E apesar das atividades abdominais serem abolidas da lista de exercícios, já são permitidas as atividades que estimulam a contração pélvica.

No segundo trimestre é quando as roupas especiais para atividades físicas começam a incomodar. Então chegou a hora de trocar para sentir mais confortável. E o jeito é adaptar. As dicas da Nanna são:

– Use calças leggings maiores do que o seu número. Apesar de largas nas pernas, não vão apertar a barriga.

– Uma cinta gestacional pode ajudar e pode ser encontrada em casas de produtos ortopédicos. Além de segurar a barriga,diminui as dores na coluna.

– Por causa do volume das mamas, você pode usar dois tops. Reforça e evita que doam na hora da corrida ou da caminhada.

– Quanto às camisetas, use as do marido. Elas ficam mais largas e acomodam melhor a barriga.

Terceiro trimestre

Na última fase da gestação é hora de diminuir o ritmo de novo. Até porque o próprio corpo não te libera para excessos. Mas isso não quer dizer parar. Na gravidez saudável e sem riscos, é possível continuar a se exercitar até os últimos dias antes do parto. As atividades na água, como hidroginástica, são muito indicadas. O ginecologista Sang Cha explica que “a água anula o efeito da gravidade, o que evita lesões e dores musculares, e por isso são indicadas do começo ao fim da gravidez.” Outra boa opção é o Yoga, que ajuda a controlar a respiração em uma fase que respirar já não é mais tão fácil.

A nossa colunista Nanna Pretto conta que nessa fase a corrida já está mais difícil porque cansa muito. Por isso ficou fora da lista de atividades. “A corrida só aparece em movimentos leves, de trotes, sempre respeitando a minha faixa de frequência cardíaca para este tipo de treino. E nesta etapa final inclui a natação.” Nanna diz que, assim como na primeira gravidez, vai continuar com suas atividades físicas enquanto se sentir confortável.

Ela deixa claro que tudo o que pratica durante a gravidez só é possível porque tem uma vida ativa desde antes do primeiro filho e conta sempre com acompanhamento de profissionais. Corre há 12 anos e está acostumada a participar de provas e academia. Por isso, para as grávidas que não têm o mesmo ritmo, os treinos serão menos intensos e é imprescindível o acompanhamento médico.

O que não pode

– Exercícios que propulsionam o ar para dentro da vagina (pedalar de perna para cima, por exemplo);

– Atividades que distendem a musculatura interna da coxa;

– Movimentos de extensão ou que forcem as articulações;

– Movimentos de contorção ou os que inclinam para trás forçando a coluna.

 

Consultoria:

Dr. Sang Cha – especialista em medicina fetal e diretor da Embryo Fetus, Centro de Reprodução Assistida

Daniela Paiva Castro – Personal trainer e proprietária da Suporte (www.suporte.eco.br), micro empresa de educação, treinamento, consultoria e assessoria esportiva.

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