Temas de festas para fugir do tradicional.

 

Não é só de personagens de desenhos animados que são feitas as comemorações. Varie o assunto e surpreenda todos os convidados.

 

– Pipas são coloridas e originais. Podem estar na parede, nas lembrancinhas e em uma oficina de construção de pipas durante o aniversário.

 

– Uma festa japonesa com direito a comida japonesa e hashi (os palitinhos), decoração com guarda-chuva de bambu e o Maneki Neko (os gatinhos japoneses que dão sorte). Chame um professor de origami para ensinar dobraduras durante a festa.

 

– Piquenique. Faça no jardim da sua casa ou num parque a “mesa” da festa.

 

– A festa do pijama funciona melhor se o seu filho tiver mais de 6 anos. A comemoração começa à noite, com muita guerra de travesseiro. E o parabéns fica para o café-da-manhã, depois que todo mundo acordar.

 

– Chá de bonecas é do tipo clube da Luluzinha: só para meninas. Cada uma leva sua boneca preferida para tomar o “chá das cinco”.

 

– Uma tarde no spa é outra festa em que menino não entra. As máscaras faciais podem ser feitas com iogurte e abacate (naturais e sem contra-indicação!). Você pode contratar uma manicure, mas, se tiver esmalte, removedor, lixa e algodão, uma criança pode fazer as unhas da outra. Coloque velas e incensos pela casa, e sanduíches naturais no cardápio.

 

– O tema circo oferece muitas possibilidades de cores e personagens. E, se você tiver a oportunidade de organizar o evento dentro de um circo de verdade, melhor ainda. Alguns oferecem oficinas para as crianças experimentarem o trapézio, a cama-elástica entre outras possibilidades de estripulias.

 

– Cinema em casa pode ser mais emocionante se você puder alugar um projetor e um telão. No quintal (ou no salão) crie um hall de cinema, com carro de pipoca, algodão-doce e guloseimas.

 

– Festa da primavera com oficina de jardinagem: separe vasos, pedras, terra e mudas de temperos para cada um montar e levar de lembrança.

 

– Festa no boliche é diversão garantida e custa menos do que no bufê. Vale a pena alugar um ônibus e levar a criançada direto da escola para lá. Tudo muito prático, mas não descuide dos detalhes: bolo,convite e lembrancinhas devem acompanhar o tema.

 

– Ateliê de doces. Tenha pasta americana colorida com corantes de várias cores e bombons de diversos formatos.

 

Fonte/ Revista Crescer

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Asfixia Infantil: como evitar

 

ASFIXIA INFANTIL COMO PREVENIR?
– Bebês devem dormir em colchão firme de barriga para cima, cobertos até a altura do peito com lençol ou manta que estejam presos embaixo do colchão. Remova brinquedos e travesseiros do berço enquanto o bebê estiver dormindo.

 

 

– Escolha brinquedos de acordo com a idade do seu filho e com selo do Inmetro. Peças menores que uma pilha tamanho grande oferecem perigo de engasgamento. Os brinquedos de irmãos mais velhos devem ser guardados separados.

 

 

– Objetos pequenos, como botões, moedas e bolas de gude devem ser mantidos fora do alcance da criança.

 

 

– Prefira cortinas e persianas sem cordas.

 

 

– Amasse ou desfie as fibras dos alimentos antes de oferecê-los à criança. Entre os que apresentam mais risco de aspiração estão sementes, amendoim, oleaginosas, milho, feijão, pedaços de carne e queijo, balas duras, pipoca, goma de mascar e uvas inteiras.

 

 

– As crianças devem comer sentados à mesa – e não enquanto correm ou brincam.

 

 

ASFIXIA INFANTIL PRIMEIROS SOCORROS
Tosse e engasgo são os primeiros sinais de que a criança aspirou um corpo estranho. Mas se ela consegue respirar, o melhor a fazer é levá-la ao pronto-socorro e deixar o atendimento por conta dos médicos. Casos mais graves, com asfixia, falta de ar e lábios arroxeados, exigem socorro imediato.

 

 

Em menores de 1 ano de idade, deve-se deixar a criança de bruços, de cabeça virada para baixo, sobre a perna de um adulto. Em seguida, é necessário pressionar com a mão a região das costas por cinco vezes, repetindo-se o procedimento na frente, até que o objeto seja expelido ou a criança reaja.

 

 

Em crianças maiores de 1 ano, é necessário realizar a manobra de Heimlich. O procedimento consiste em abraçar a criança por trás e comprimir abaixo das costelas, com sentido para cima, até deslocar o corpo estranho da via aérea para a boca.

 

 

Caso você consiga ver o corpo estranho na boca da criança, retire-o cuidadosamente. Do contrário, evite colocar os dedos ali pois o gesto pode empurrar o objeto para regiões mais baixas e piorar a situação.

 

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Fontes: Crianças e Adolescentes Seguros – Guia Completo para Prevenção de Acidentes e Violências (Publifolha), Sociedade Brasileira de Pediatria, de Renata D. Waksman, Regina Gikas e Wilson Maciel (coordenadores); ONG Criança Segura

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Parto: até quando é seguro esperar o bebê querer nascer

 

 

Nas últimas semanas da gravidez, as futuras mães estão mergulhadas em um mar de emoções: medo, ansiedade, expectativa, alegria. E, principalmente, cansaço. Já há alguns meses, você não tem posição para dormir e sente dores nas costas. Mas o que fazer se seu filho não quer sair do quentinho do útero? E, principalmente, até quando é seguro ele ficar ali?

 

 

Para responder a essas perguntas, primeiro é preciso entender o tempo de uma gestação normal. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a data provável do parto (DPP) é calculada para 40 semanas após o primeiro dia da última menstruação. Um bebê que nasce antes de 37 semanas é considerado prematuro e, após a 42a, pós-termo. Nos dois casos, os riscos de complicações aumentam muito. Mas, a partir da 40ª semana e um dia, os cuidados e o acompanhamento médico devem ser redobrados. “A placenta envelhece e a troca de oxigênio e nutrientes entre mãe e filho piora, o que pode causar até o óbito do bebê”, diz Alexandre Pupo, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Para evitar esse risco, a gestante deve ser submetida a exames como cardiotocografia e ultrassom a cada três dias, que vão avaliar o feto e o líquido amniótico.

 

 

Esperar ou não?
Depois de 40 semanas completas, vale a pena postergar o nascimento? Para Daniel Rolnik, obstetra do Hospital das Clínicas, em São Paulo, a vantagem em esperar, para gestantes de baixo risco, é o aumento das chances de entrar em trabalho de parto naturalmente, o que envolve menos problemas do que fazer um parto normal induzido ou uma cesárea. Ainda assim, a grávida pode ter que se submeter à cirurgia mesmo depois de dias de espera. Além disso, vale lembrar que, apesar de todo o aparato tecnológico, quanto mais a gestação se estende, mas difícil é obter resultados claros que assegurem a saúde do bebê.

 

 

É por essas e outras que muitos médicos preferem não pagar para ver. “A resolução final depende do casal, das condições físicas e emocionais da mãe e do bem-estar da criança. Dá para aguardar até 42 semanas, mas, se a medicina já sabe do aumento do risco, vale a pena?”, pondera Sandra Maria Alexandre, professora adjunta do Departamento Obstetrício da Unifesp, em São Paulo.

 

 

Foi o caso de Marcela Bussab, 36 anos. Há três anos ela teve o primeiro filho, de parto normal, com 39 semanas e três dias. Ao engravidar pela segunda vez, imaginou que aconteceria o mesmo. Mas, ao se aproximar de sua DPP, a filha não estava encaixada. “Achei que algo estava errado e decidi por uma cesárea. Quando a Catarina nasceu e já havia mecônio, tive certeza de que havia tomado a melhor decisão”, lembra. O mecônio é um dos sinais de que o parto está passando da hora. Isso porque a falta ou a diminuição de oxigênio quando a placenta envelhece faz com que o corpo do bebê relaxe e libere o cocô. O perigo não está na “sujeira”, já que o pequeno intestino é estéril. Mas o mecônio pode ser aspirado e, como é espesso e seca, pode grudar na traqueia e dificultar a respiração.

 

 

Contra o calendário
Para quem tem uma gravidez normal e decide esperar a DPP, a dica é controlar a ansiedade. Nem sempre é fácil, mas é possível. Que tal deixar detalhes das lembrancinhas de maternidade para organizar nos últimos dias? E aproveite para ler aquele livro que está há tempos esperando você na cabeceira. Também é importante uma relação de segurança e confiança com o obstetra. Foi o que aconteceu com Luciana Auler, 40 anos. “Com 41 semanas, fui ao hospital para o exame de toque para descolar as membranas. Fiquei muito tempo em trabalho de parto, tentei de tudo para ser normal, mas fiz uma cesárea dois dias depois.”

 

 

A consultora de imagem Milena Codato, 34 anos, também decidiu ser paciente quando engravidou de Aurora. “Ao chegar à 40ª semana, ela estava encaixada, o líquido amniótico estava normal, mas o colo estava fechado. Resolvemos esperar”, lembra. A médica então lhe entregou um aparelho de cardiotoco, para que ela mesma checasse os batimentos do bebê, e as consultas se tornaram quase diárias. “Com 41 semanas e cinco dias, minha filha nasceu, de cócoras.” Com acompanhamento adequado, como o de Milena, é possível esperar. Basta seguir as orientações médicas e se sentir segura para isso.

 

Fonte/ Revista Exame

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6 segredos das crianças que (quase) nunca ficam doentes

 

 

Você, certamente, conhece alguém que tenha uma saúde de ferro. Sabe aquela pessoa que quase nunca fica resfriada, mesmo após tomar um banho de chuva e ficar horas com a roupa molhada no corpo? Ou, então, pode comer qualquer coisa que (quase) nada faz mal? Qual será o segredo dela? CRESCER conversou com o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), para descobrir o que você pode fazer para que para dar uma reforçada na saúde do seu filho. Os segredos, como você vai ver, são simples e os resultados, bem duradouros. Vale a pena tentar. Confira

 

 

Ser amamentada com leite materno até os 6 meses

É o alimento mais completo que você pode oferecer ao seu filho. Só ele é capaz de suprir todas as necessidades de nutrientes e sais minerais do seu bebê até os 6 meses. Colabora para a formação do sistema imunológico da criança, previne muitas doenças, como alergias, obesidade, anemia, intolerância ao glúten etc. Segundo Fisberg, novas pesquisas mostram que as crianças amamentadas com leite materno crescem e ganham peso mais devagar, o que ajuda a prevenir o excesso de peso, um problema que vem aumentando entre as crianças ultimamente.

 

 

Ter uma alimentação variada

Seguir uma dieta rica em nutrientes garante que o estado nutricional da criança se mantenha dentro do esperado, nem abaixo nem acima. É por meio de uma alimentação variada que a criança consegue suprir todas as suas necessidades de ferro, proteína, cálcio, fibras, vitaminas e minerais. “Carnes, especialmente as vermelhas, oferecem nutrientes importantes para o desenvolvimento das crianças e são absorvidos facilmente pelo organismo”, diz Fisberg. É importante incluir também vegetais verde-escuros, vermelhos e laranjas, para garantir as vitamina A e D. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a introdução de novos alimentos na dieta do bebê deve acontecer a partir do 6o mês, principalmente daqueles considerados alérgenos, como o ovo, peixe, amendoim e cerais. Isso porque nessa fase o sistema imunológico ainda está em formação, o que diminui o risco de reações alérgicas.

 

 

Tomar vacinas

O calendário brasileiro de vacinação é um dos mais completos do mundo. Por isso, deixar de proteger o seu filho está fora de questão. Ao manter a caderneta de vacinação da criança em dia, você garante não apenas a saúde dela, mas da população ao redor e ajuda a diminuir a mortalidade infantil. “Sem as vacinas, ainda morreríamos de sarampo e rubéola”, diz a pediatra Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações.

 

 

Brincar mais ao ar livre

É dessa forma que seu filho vai trocar o ar dos pulmões, ter contato com o sol – para aumentar a produção da vitamina D no organismo – e até com novas bactérias que vão ajudá-lo a fortalecer o sistema imunológico.

 

 

Dormir bem

Uma boa noite de sono é fundamental para o seu filho estar disposto para mais um dia pela frente. Só que, para isso, ele precisa ter uma rotina saudável, o que inclui horários para comer, dormir, estudar, praticar atividades físicas. Isso tudo vai impactar diretamente na saúde da criança. Vale reforçar aqui que estudos já mostraram que a privação de sono aumenta o risco de obesidade.

 

 

Lavar as mãos

Simples e eficaz. Lavar as mãos com água e sabão é uma das formas de evitar o contágio de doenças infectocontagiosas. Segundo a Unicef, no Brasil, lavar as mãos, principalmente após usar o banheiro, antes de comer e depois de brincar ao ar livre, ajuda a reduzir em mais de 40% os casos de doenças diarreicas, e em quase 25% os casos de infecções respiratórias. Anotou?

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11 Dicas para estimular seu filho a gostar de ler

 

 

1. Quarto, sala, cozinha, banheiro… não importa onde os livros estejam guardados em casa devem estar acessíveis em armários, estantes ou prateleiras baixas, para as crianças pegarem com facilidade.

 

2. O ideal é que sejam mantidos limpos e organizados de forma mais simples para você e seu filho (por gosto, temas, ordem alfabética…).

 

3. Livro impecável é livro não lido. Ensine seu filho a cuidar e preservar o livro mas não exagere: tem que ter cara de usado mesmo, de mexido e remexido.

 

4. A hora da leitura é troca de afeto. Você para tudo e lê para a criança e ela entende o recado: ao pegar e escolher um livro você está mostrando o carinho que sente por aquele objeto e seu filho vai aprender a amá-lo também.

 

Hora e lugar certos?


5. Ler antes de dormir é uma delícia e muito útil, mas boas leituras podem acontecer de manhã cedo, depois do café da manhã, na volta da escola, após o almoço de domingo… Toda hora é hora.

 

6. Em uma sala de espera de consultório, em uma viagem de carro, no quarto, na sala, no jardim, no banheiro… O importante é a leitura acontecer quando houver disposição por parte da criança e de quem lê para ela.

 

7. Ver os pais lendo é um dos melhores incentivos. Aproveite a hora em que você está com o livro em mãos para estimular também na criança a leitura individual: enquanto você está com o seu, ela escolhe e folheia um da maneira que quiser. Ótimo treino para quando ela começar a ler sozinha.

 

Um jeito especial de ler


8. Leia com calma, degustem o livro em parceria. Se a criança tiver vontade de ficar mais tempo numa ilustração ou se quiser fazer perguntas, deixe a conversa rolar. Se for o caso, use um marcador e continue a leitura no dia seguinte. Não se prenda ao tamanho do livro nem à obrigação de concluí-lo em um só fôlego.

 

9. Evite fazer a leitura em um único tom de voz. Vá mudando a entonação de acordo com os momentos da trama, troque olhares com a criança, faça comentários, perguntas, dê risada, chore, expresse suas emoções!

 

10. Interrompa a leitura em alguns momentos se estiver lendo um livro mais complexo, e converse com seu filho sobre a história. Assim você cria oportunidade de ele questionar.

 

11. Se a criança for quem estiver lendo em voz alta, evite corrigi-la em eventuais erros e tropeços, faça poucas interferências e com suavidade. Para crianças que ainda não têm fluência, leituras intercaladas do tipo jogral, podem ser interessantes.

 

Fonte/ Revista Crescer

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Ministério da Saúde vai qualificar o atendimento nos Centros de Parto Normal

 

Investimento visa reformar e instalar 280 centros até 2014 no Brasil, ampliando o serviço às gestantes e recém-nascidos.

 

 

Ministério da Saúde vai qualificar o atendimento nos Centros de Parto Normal: O Ministério da Saúde estabeleceu novas diretrizes para a implantação e habilitação de Centros de Parto Normal (CPN) pelo Sistema único de Saúde (SUS). O objetivo da portaria publicada no Diário Oficial da União é disponibilizar recursos financeiros para melhorar o atendimento às mulheres e aos bebês na hora do nascimento.

 

Ministério da Saúde vai qualificar o atendimento nos Centros de Parto Normal: De acordo com o Ministério, a expectativa é que até 2014 sejam implantados 280 Centros de Parto Normal com investimento de R$ 165,5 milhões nessas unidades. Esses centros serão vinculados a estabelecimentos hospitalares já existentes, podendo ser implantados dentro das dependências do local, ou na área externa, desde que respeitando um limite máximo de 200 metros de distância.

 

As novas diretrizes pretendem aperfeiçoar os atendimentos, ambientes e equipamentos nos Centros para que o parto ocorra de forma tranquila, garantindo a segurança da gestante e do bebê. Para o ministro da saúde Alexandre Padilha, essa medida garantirá o direito das mulheres a espaços que favoreçam as boas práticas de atenção ao parto e ao nascimento. “Com a implantação dos Centros de Parto Normal, as gestantes vão ganhar atenção qualificada, segura e humanizada”, disse o ministro em nota.

 

 

Sobre os Centros de Parto Normal

Atualmente, 63,2% dos partos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são normais. Os Centros de Parto Normal atuam de forma complementar nas unidades de saúde existentes e têm como objetivo ampliar o acesso, o vínculo e o atendimento humanizado dos partos normais. Eles podem ser localizados nas dependências internas do estabelecimento hospitalar (unidade intra-hospitalar) ou nas dependências externas, a uma distância de, no máximo, 200 metros (unidade peri-hospitalar).

 

Na nova estrutura, os Centros de Parto Normal peri-hospitalares serão compostos por cinco quartos cada, com realização de, no mínimo, 840 partos por ano. Já os intra-hospitalares devem ter cinco ou três quartos e realizarem 480 partos anuais. A equipe multiprofissional do centro será composta por enfermeiros obstétricos, técnicos de enfermagem e auxiliares de serviços gerais.

 

 

Gravidez de alto risco

As gestantes de alto risco serão beneficiadas com outra norma divulgada pelo Ministério da Saúde que prevê um investimento de R$ 123 milhões por ano na implantação e qualificação dos serviços prestados durante toda a gravidez.

 

Hoje, existem 196 maternidades de referência em gestação de alto risco habilitadas. A expectativa é que esse número dobre, chegando a 390, e que o número de leitos qualificados para esse procedimento seja de 2.885 até 2014.

 

Em nota, a coordenadora da área da Saúde da Mulher do Ministério, Esther Vilela, cita a importância do cuidado continuado à gestante de alto risco e ao recém-nascido e enfatiza a necessidade de uma rede de saúde com equipes multidisciplinares formadas por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais. “Todos devem estar preparados para atender e acolher na rede pública essas mulheres, colaborando com a boa evolução da gestação e do parto e, consequentemente, com a redução da mortalidade materna e neonatal”, finaliza.

 

Também estão previstas boas práticas de atenção ao parto, com protocolos definidos segundo as complicações de cada paciente. As gestantes têm direito, ainda, a exames de laboratório, ultrassonografia, eletrocardiograma, cardiotocografia, raio X, e coleta de leite materno.

 

A portaria também fala sobre as Casas da Gestante, Bebê e Puérpera, uma residência provisória para cuidado de até 20 pessoas, incluindo mulheres com gravidez de alto risco e bebês. Esses lugares devem estar vinculados a um hospital de referência e localizados próximo dele, de preferência em um raio máximo de 5 quilômetros. Esses espaços evitam que a mulher fique internada no hospital, contribuindo para melhorar a gestão dos leitos de gestação de alto risco nas maternidades.

 

No ano passado, foram aprovados 33 projetos para implantação dessas casas no país, sendo 14 para construção, dois para reforma e 17 para ampliação. Desse total de obras, estão previstas pelo menos 18 em funcionamento até o fim de 2014.

 

São consideradas gestantes de alto risco, vale lembrar, as grávidas que possuam qualquer doença que possa prejudicar a evolução do feto e colocar em risco a saúde da mãe e do bebê. São exemplos de alto risco enfermidades como: hipertensão, diabetes, infecções, doenças do coração e do aparelho circulatório.

 

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Cólica: mitos e verdades

 

 

Chás ajudam a diminuir a cólica? Segundo os especialistas, não há qualquer comprovação científica de que os chás tenham efeito sobre as cólicas. Eles podem até fazer o bebê parar de chorar, mas é porque a atenção dele foi desviada para uma sensação nova no paladar. Esse seria, como dizem os médicos, um efeito placebo. E como a ingestão de chá (ou de qualquer líquido) pode atrapalhar o sucesso da amamentação no período de aleitamento exclusivo, melhor evitar. E lembre-se: a indicação de qualquer medicamento para cólicas só pode vir do pediatra.

Colocar o bebê para arrotar pode evitar cólicas? Evita outro desconforto para o bebê, semelhante à cólica, que é a retenção daquele ar deglutido na amamentação. Mas a cólica tem origem na ação intestinal.

A alimentação da mãe tem influência? Segundo os especialistas, não há estudos científicos que comprovem esse efeito. Como acontece com qualquer pessoa e em qualquer fase da vida, a alimentação deve ser pautada pelo bom senso. No entanto, fique de olho. Se você comeu muito chocolate, café ou uma comida pesada e seu filho teve mais gases, é melhor evitar. A experiência de observação é importante nesse período.

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A ansiedade dos pais piora o problema? Com certeza, pois deixa o bebê mais agitado, tenso, desconfortável. Certa ansiedade, no entanto, é inevitável. Um bebê novo em casa provoca muitas mudanças. Os pais estão conhecendo o filho e aflições e dúvidas são naturais. Ter consciência disso e de que o choro do bebê é o único recurso de comunicação dele, e não um problema, já é um primeiro passo para aliviar a ansiedade. Os pais também perceberão que a cólica tem horário certo. Assim, a dica é fazer com que o ambiente esteja o mais tranqüilo possível nesse momento. Evitar que muitas pessoas estejam no local e colocar uma música suave pode ajudar a criar um clima mais relaxado. Será bom para os pais e para o bebê.

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Fonte/ Revista Crescer

 

Limpar a chupeta das crianças na sua boca pode protegê-las contra alergias?

 

 

 

Colocar a chupeta dos filhos na própria boca antes de devolvê-la às crianças pode reduzir o risco de desenvolvimento de alergia durante os primeiros anos de vida. Essa foi a conclusão de um estudo inusitado divulgado esta semana na Pediatrics, renomada publicação científica norte-americana.

 

O objetivo do estudo era descobrir se os métodos de limpeza das chupetas afetava o risco de as crianças manifestarem alergias. Um grupo de 184 crianças foi acompanhado durante os três primeiros anos de vida. Quando os bebês tinham 4 meses, os pesquisadores coletaram uma amostra de suas salivas. Aos 6 meses, os pais foram questionados sobre o uso de chupetas e os métodos de limpeza. Mais tarde, aos 18 e aos 36 meses, os médicos fizeram alguns testes para identificar se elas tinham algum tipo de reação alérgica.

 

Analisando os dados, eles perceberam que os filhos dos adultos que limpavam a chupeta colocando-a na própria boca apresentaram menor incidência de asma e dermatite aos 18 meses. Aos 36 meses, a maior proteção contra dermatite permaneceu. A hipótese dos cientistas responsáveis pelo estudo é que a transferência de micro-organismos através da saliva estimularia o sistema imunológico dos bebês.

Os pais, no entanto, não devem interpretar essa pesquisa como desculpa para usar essa técnica de “limpeza”. Jean Gorinchteyn, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (SP), afirma que especialmente no caso de crianças menores esse hábito pode ser perigoso. “Com a saliva, os pais podem transmitir também vírus e bactérias contra os quais a criança ainda não está protegida. Um exemplo disso é a coqueluche. Se a criança ainda não tomou as vacinas e entra em contato com a bactéria pode apresentar formas graves da doença.”

 

Claro que a criança precisa, aos poucos, entrar em contato com antígenos, mas a exposição precoce (quando a criança ainda não recebeu a maior parte das vacinas e não está com seu sistema imune maduro) pode deixá-la doente à toa. “As crianças irão para a creche ou escolinha, vão se socializar, trocar entre si lanches, brinquedos, pegar a chupeta da outra”, diz Jean. Ou seja, esse processo acontecerá naturalmente e forçar a barra pegando a chupeta do seu filho poderá fazer mais mal do que bem para ele.

 

Seu filho usa chupeta? Veja o jeito certo de higienizá-la

 

– Esterilize-as todos os dias durante o primeiro ano do seu filho;
– A esterilização pode ser feita em recipientes adequados onde você deve deixar chupeta na água fervente por cinco minutos;
– Assim que acabar a esterilização, não deixe os objetos no local onde foram esterilizadas. Retire-as da fervura, passe em água corrente, seque e guarde em local limpo;
– Troque os bicos da mamadeira e da chupeta a cada dois meses.

 

Fonte/ Revista Crescer

 

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5 maneiras de o pai criar laços com o bebê

 

 5 maneiras de o pai criar laços com o bebê: O bebê passa nove meses na barriga da mãe. É ela quem dá à luz e, depois, fica mais um bom tempo amamentando. Tudo isso faz com que os laços entre mãe e filho sejam naturalmente mais fortes. Mas e o pai? Onde ele entra nessa história? É normal que a mãe seja a figura central da vida do bebê, principalmente nos primeiros meses, mas o pai precisa – e deve – ter seus momentos especiais com o filho. Importante para você e ainda mais para ele. Veja como!

 

 

1 – Banho a dois: Se tem algo que os pais adoram é dar banho no bebê. É um momento divertido e de interação pura. Você pode fazer isso logo que ele nascer: é só dar o primeiro banho. Aproveite para pedir algumas dicas para as enfermeiras, mas não se preocupe muito, pois você logo vai encontrar o seu jeito de deixá-lo limpinho. Aproveite para brincar com ele, fazer contato visual e demonstrar todo o seu cuidado e atenção.

 

 

2 – Converse: Sim, seu filho ainda não entende uma palavra do que você diz, mas sabe quando o papo é com ele. Não se sinta maluco em falar com seu bebê, pois esta é uma ótima forma de estimular a conexão entre vocês dois e ajudá-lo a reconhecer e identificar os sons. Fale sobre o que quiser: pode ser até de futebol! E se trocar balbucios com ele pode esperar algumas gargalhadas de presente.

 

 

3 – Colo de pai: Abraçar, acalentar e ninar o bebê é uma das maneiras mais simples e eficientes de estar com ele. Faça um rodízio de braços com sua mulher durante o dia e à noite, sempre que seu filho chorar ou precisar de um estímulo para dormir. Ouvir seu coração e sentir seu cheiro vai deixá-lo mais calmo e seguro.

 

 

4 – Vá passear: Escolha um momento do dia que seja mais tranquilo para você, como logo cedo, e saia com seu filho no carrinho para dar uma volta no quarteirão ou em alguma pracinha próxima de sua casa. Aproveite para criar momentos a sós com ele desde pequeno, para fortalecer a relação de vocês.

 

 

5 – Na sala do pediatra: Está cada vez mais comum ver homens na sala de espera do consultório pediátrico. São os próprios especialistas que relatam essa participação maior dos pais, que também têm suas dúvidas e ficam mais tranquilos ao ouvir as orientações diretamente do especialista.

 

 

Fontes: José Espin Netto, pediatra e professor da Faculdade de Medicina da PUC Campinas e Ciro Giaccio, pediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP)

 

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