9 maneiras de fazer seu bebê dormir tranquilamente

 

9 maneiras de fazer seu bebê dormir tranquilamente: Não tem mágica: muita paciência é o que você mais vai precisar até chegar o momento em que seu filho dormirá como um anjo a noite toda.

 

 

1. Estabeleça uma rotina e a repita sempre. Isso cria um ritual que prepara o bebê para o sono.

 

 

2. No sono da tarde, deixe entrar luz pela janela. Ele precisa perceber os horários do dia. Aos poucos vai entender que quando escurece é hora de dormir.

 

 

3. Banho costuma acalmar a criança e embalar o sono. Faça um teste com seu filho. Se funcionar, mude a rotina da casa.

 

 

4. Mesmo que seu filho seja bebê, coloque um pijama nele. A roupa ajuda a marcar a hora de ir para a cama.

 

 

5. Quanto mais perto do horário do sono, mais tranquila deve ser a brincadeira da criança. E a movimentação da casa.

6. Coloque uma tomada de luz azul no quarto. A cor acalma a criança. Música suave também ajuda.

 

 

7. Leia um livro para ele. Mesmo que seja bem pequeno e não entenda a história. O que vale é o som e a melodia de sua voz.

 

 

8. Deixe-o dormir sozinho. Coloque-o no berço e fique por perto. Se a criança chorar, acalme-a com a sua voz. Com o tempo, diminua o tempo de permanência no quarto.

 

 

9. Não levante da cama a cada resmungo que ouvir na babá eletrônica. Deixe-o voltar a dormir sozinho, ou vai aprender que, sempre que chorar, terá sua atenção.

 

 

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5 maneiras de o pai criar laços com o bebê

 

 5 maneiras de o pai criar laços com o bebê: O bebê passa nove meses na barriga da mãe. É ela quem dá à luz e, depois, fica mais um bom tempo amamentando. Tudo isso faz com que os laços entre mãe e filho sejam naturalmente mais fortes. Mas e o pai? Onde ele entra nessa história? É normal que a mãe seja a figura central da vida do bebê, principalmente nos primeiros meses, mas o pai precisa – e deve – ter seus momentos especiais com o filho. Importante para você e ainda mais para ele. Veja como!

 

 

1 – Banho a dois: Se tem algo que os pais adoram é dar banho no bebê. É um momento divertido e de interação pura. Você pode fazer isso logo que ele nascer: é só dar o primeiro banho. Aproveite para pedir algumas dicas para as enfermeiras, mas não se preocupe muito, pois você logo vai encontrar o seu jeito de deixá-lo limpinho. Aproveite para brincar com ele, fazer contato visual e demonstrar todo o seu cuidado e atenção.

 

 

2 – Converse: Sim, seu filho ainda não entende uma palavra do que você diz, mas sabe quando o papo é com ele. Não se sinta maluco em falar com seu bebê, pois esta é uma ótima forma de estimular a conexão entre vocês dois e ajudá-lo a reconhecer e identificar os sons. Fale sobre o que quiser: pode ser até de futebol! E se trocar balbucios com ele pode esperar algumas gargalhadas de presente.

 

 

3 – Colo de pai: Abraçar, acalentar e ninar o bebê é uma das maneiras mais simples e eficientes de estar com ele. Faça um rodízio de braços com sua mulher durante o dia e à noite, sempre que seu filho chorar ou precisar de um estímulo para dormir. Ouvir seu coração e sentir seu cheiro vai deixá-lo mais calmo e seguro.

 

 

4 – Vá passear: Escolha um momento do dia que seja mais tranquilo para você, como logo cedo, e saia com seu filho no carrinho para dar uma volta no quarteirão ou em alguma pracinha próxima de sua casa. Aproveite para criar momentos a sós com ele desde pequeno, para fortalecer a relação de vocês.

 

 

5 – Na sala do pediatra: Está cada vez mais comum ver homens na sala de espera do consultório pediátrico. São os próprios especialistas que relatam essa participação maior dos pais, que também têm suas dúvidas e ficam mais tranquilos ao ouvir as orientações diretamente do especialista.

 

 

Fontes: José Espin Netto, pediatra e professor da Faculdade de Medicina da PUC Campinas e Ciro Giaccio, pediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP)

 

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A galinha pintadinha: o segredo por trás do fenômeno

 

A galinha pintadinha: o segredo por trás do fenômeno: Lápis e caneta na mão e vamos à receita. Ingredientes: uma galinha azul, pintadinha, é claro; algumas cantigas de roda universalmente conhecidas; alguns desenhos coloridos.  Misture tudo, coloque no youtube e nas prateleiras. Pronto!! É só esperar e colher os frutos dos 300 milhões de acessos, milhares de CD´s e DVD´s vendidos, casas de show lotadas, etc…

 

Parece bem simples, mas não é possível que seja só isso… Quem já viu o encontro entre essa mídia infantil e seu público alvo (crianças de 0 a 5 anos) deve ter ficado com a pulga atrás da orelha. Os pequeninos ficam fascinados, paralisados, mudam o comportamento e parecem estar hipnotizados. A música, os traços, as cores, não tem nada de realmente diferente e novo nisso. Qual serão, então, os ingredientes secretos desse fenômeno que é a Galinha Pintadinha?

 

Segundo o neurologista Leandro Teles, “o verdadeiro pulo do gato, ou da galinha, é ter sido feita sob medida para o cérebro infantil. Cumpre perfeitamente duas missões: chamar atenção da criança, tarefa essa não muito difícil, convenhamos; e sustentar essa atenção por minutos, até horas. Isso, sim, não é para qualquer um”.

 

O especialista dividiu a análise desses aspectos sobre a percepção infantil e os detalhes técnicos dessa produção de grande sucesso em duas partes: visual e sonora. Entenda, você também, o segredo desse hit entre crianças.

 

A galinha pintadinha: o segredo por trás do fenômeno: Parte visual  

 

 

Criança pequenas são ávidas por estímulos visuais, adoram objetos coloridos e movimentos. Gostam do simples: traços diretos e grosseiros. As cores vivas devem apresentar contraste, cada objeto tem uma cor completamente diferente e destoa do resto. Ou seja, nada precisa combinar, mas precisa saltar aos olhos.  Os personagens são apresentados no centro da mídia, movimentam-se em bloco, são pouco articulados, de expressão estática. Isso evita que a complexidade tire o foco da criança.

 

Ainda sobre os personagens, esses não são desenhados ao acaso. Independente se são ET´s, dinossauros, humanos ou animais, eles geralmente têm a cabeça desproporcionalmente grande em relação ao corpo, assim como olhos desproporcionalmente grandes em relação à cabeça. Essa foi outra boa sacada da percepção infantil: as crianças se afeiçoam precoce e intensamente à face, tendo os olhos como primeiro ponto de reconhecimento do outro. Os bebês mamam em posição apropriada para fitar os olhos da mãe, comportamento ausente em outros mamíferos. Os produtores abusam de faces e olhos, colocando rostos com expressões “humanas” em animais e mesmo em coisas inanimadas, como o Sol (quem não se lembra do solzinho dos Teletubbies com cara de bebê?), a Lua, estrelas, coração, etc… “Existe uma região cerebral especializada apenas em percepção e reconhecimento de faces”, explica o neurologista.

 

Alguns padrões visuais regulares e ritmados surgem eventualmente, como traços radiais partindo do centro, arco-íris com oscilação, círculos concêntricos, etc… Mais uma jogada para garantir o canal de atenção sustentada.

 

A galinha pintadinha: o segredo por trás do fenômeno: Parte sonora  
A sonorização dos vídeos também é peculiar e nada aleatória. Apresentam-se canções de melodia forte, marcante, simples e, principalmente, repetitiva. A harmonia cíclica funciona como um pêndulo de hipnose. É muito facilmente aprendida e viciante: gruda no cérebro de crianças e de adultos também. O timbre vocal é específico de canções infantis.

A galinha pintadinha: o segredo por trás do fenômeno: Quando imagem e som se encontram 

 

 

Essa junção é, talvez, o grande trunfo da produção. A canção e a animação são expostas sincronicamente. A animação pulsa conforme a música, enquanto os personagens oscilam no tempo da melodia. Para complementar, tem até uma bolinha que pula ritmada sobre a letra da música, dando ainda mais balanço e integrando definitivamente som e vídeo. “Isso gera entradas paralelas e complementares, tanto em regiões cerebrais auditivas, mais laterais, como em regiões visuais, posteriores, exigindo um engajamento cerebral para unificá-los”, atenta o especialista.

 

Como podemos ver, existem mais ingredientes secretos do que nossa superficial avaliação poderia imaginar, e deve haver muito mais. Para encerrar, fica aquela velha dúvida: será que a exposição intensa a esse material pode fazer mal a nossas crianças?

 

“Realmente não vejo problema nenhum com esse tipo de exposição, acho até um estímulo interessante e uma oportunidade para integração social, atividade física e musicalização precoce” conclui o neurologista, mas ressalta: “o problema nasce com uso inadequado, excessivo e sem integração com os pais, familiares ou outras crianças, entrando na rotina em detrimento de outras atividades mais apropriadas”.

 

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Seu bebê não quer terminar a mamadeira? Não insista!

 

Seu bebê não quer terminar a mamadeira? Não insista! Pedir a um bebê que ele tome o leite da mamadeira até acabar pode fazer mais mal do que bem. Apesar de não causar nenhum problema imediato à criança – as calorias ingeridas logo serão queimadas – forçar demais a alimentação pode, a longo prazo, contribuir para o sobrepeso. Isso porque esse hábito impede que a criança ajuste seu mecanismo de saciedade e não consiga identificar quando a comida é suficiente para matar sua fome.

 

 

Seu bebê não quer terminar a mamadeira? Não insista! Pelo menos é isso o que dizem dois pesquisadores da universidade norte-americana Brigham Young. Os sociólogos Ben Gibbs e Renata Forste analisaram dados de 8 mil famílias e descobriram que bebês alimentados com fórmula tinham duas vezes mais chance de se tornarem obesos aos 2 anos em relação aos bebês que foram amamentados até os 6 meses. O estudo foi publicado no periódico científico Pediatric Obesity.

 

 

No entanto, segundo os pesquisadores, essa diferença não está apenas relacionada ao tipo de leite. “Aparentemente, há um conjunto de padrões da alimentação dos bebês que estão relacionados à obesidade infantil”, afirmou Gibbs em nota.

 

 

Seu bebê não quer terminar a mamadeira? Não insista! Algumas das descobertas: fazer o bebê dormir enquanto toma mamadeira aumenta o risco de ele apresentar sobrepeso em 36%. Introduzir alimentos sólidos antes dos quatro meses aumenta esse risco em 40%. Outro dado interessante: quem dá mamadeira geralmente complementa o leite mais cedo com cereais ou adoçantes, como achocolatado em pó e açúcar.

 

 

No caso de oferecer a mamadeira no berço, os pesquisadores explicam que essa necessidade de comer antes de dormir atrapalha a criança a monitorar a própria fome. Quem é amamentado desenvolve essa noção de saciedade naturalmente. Isso porque os bebês percebem que estão cheios e largam o peito. No entanto, é possível estimular esse comportamento mesmo entre os bebês alimentados por fórmula. “Os pais podem ajudar seu filhos a regular seus hábitos alimentares mesmo dando mamadeira. Quando a criança estiver satisfeita e rejeitar a mamadeira, aceite. Não a encoraje a beber o leite até o fim”, explica Forste. Você já tinha pensado sobre isso?

 

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