SUS começa a oferecer vacina contra catapora

 

A tríplice viral será substituída pela tetra, que além do sarampo, caxumba e rubéola, também protege contra a varicela, popularmente conhecida como catapora.

 

A partir desta segunda (2), a vacina tetraviral, que oferece proteção contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora), passa a ser oferecida gratuitamente em todo o país pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo é formado por crianças de 15 meses que já tenham tomado a primeira dose da tríplice viral, que protegia contra sarampo, caxumba e rubéola.

 

 

Vale lembrar que a vacina contra a varicela não garante que a criança desenvolva a catapora ao longo da vida. No entanto, se isso acontecer, será um quadro mais leve. O Ministério da Saúde estima uma redução de 80% das hospitalizações pela doença.

 

 

“Com apenas uma injeção, o Brasil vai poder proteger as crianças contra quatro tipos de doenças. Hoje, temos dados que mostram que quase nove mil pessoas são internadas por ano pela varicela e temos mais de 100 óbitos. Além disso, facilita o trabalho dos profissionais e traz economia, pois usa-se apenas uma agulha, uma seringa, um único local de conservação”, disse em nota o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

 

 

O Ministério da Saúde ressalta que alguns municípios ainda estão adequando a rotina à nova vacina e, por isso, vale checar no posto de saúde mais próximo se a tetraviral já está disponível. A previsão é de que todas as 34 mil salas de vacinação distribuídas pelo país tenham as doses até o fim do mês de setembro.

 

 

Não haverá campanha de vacinação, já que a vacina será disponibilizada na rotina dos serviços públicos em substituição à segunda dose da tríplice viral.

 

 

Entenda a catapora

A catapora (ou varicela), altamente contagiosa, atinge, principalmente, crianças de 1 a 6 anos de idade. A transmissão acontece por contato e por via respiratória. Ambientes pouco ventilados, creches e escolas são propícios para a disseminação do vírus. Por conta disso, a melhor forma de prevenir o seu filho é por meio da vacinação.

 

 

Febre alta (acima de 38°C) e manchas avermelhadas pelo corpo são os primeiros sinais. Logo, formam-se pequenas bolhas que se rompem e viram feridas. Durante cerca de três dias, as bolhas surgem por levas: enquanto umas secam outras nascem no corpo da criança. As bolhas podem aparecer também nas mucosas: na boca, na conjuntiva, na área genital.

 

 

Durante essa fase, há risco de transmissão. Por isso, se você tem mais de uma criança em casa e um de seus filhos pegou a doença, leve-os ao pediatra e evite que durmam no mesmo quarto. Objetos pessoais devem ficar separados para evitar o contágio. Somente após de 5 a 7 dias, as últimas bolhas secam, formando crostas.

 

 

 

A catapora não oferece grandes riscos, mas como as bolhas coçam, é preciso evitar que a criança crie um machucado em cima delas para não haver inflamação local e cicatriz. Não há medicamento específico, a não ser aqueles para combater os sintomas, como a febre e a coceira.

 


Abaixo, dicas fundamentais para evitar complicações:



– Corte sempre as unhas do seu filho e deixe-as limpas;

 
– Evite que ele tenha contato com pessoas com baixa capacidade de defesa;

 
– Coloque roupas leves, para evitar calor e aliviar as coceiras;

 
– Tente fazer com que seu filho repouse, principalmente enquanto tiver febre;

 
– Ofereça alimentos leves e muito líquido.

 

 

Fonte: A Saúde de Nossos Filhos, Hospital Israelita Albert Einstein

 

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Educador dá dicas de como falar sobre sexo com as crianças

Como falar sobre sexo com as crianças em cada fase da infância? Quais termos evitar? Veja as respostas para essas e outras dúvidas quando o assunto é sexo e o público é infantil, segundo César Nunes, 54, presidente da Associação Brasileira de Educação Sexual.

Como falar sobre sexo com as crianças em cada fase da infância?
César Nunes – Por volta dos quatro anos, as crianças começam a se perguntar de onde vieram. Quando meu filho tinha essa idade, contei que a mãe dele e eu juntamos o melhor de cada um para criá-lo. O pensamento nessa idade é fantasioso e egocêntrico, o que desperta interesse por histórias mágicas e que mostram o quanto a criança é querida.

 

 

E nas fases seguintes?
Perto dos oito anos, a criança já começa a prestar atenção no sexo oposto. A conversa pode ir um passo além e contar que o pênis e a vagina são usados para gerar os bebês. Quando chegar à adolescência e surgirem questões como a primeira menstruação, já terá sido trilhado um caminho desde a infância. Os adolescentes geralmente evitam falar sobre sexo. Para eles, livros podem ser um meio mais interessante.

 

 

Quais termos evitar?
Meu pai dizia que crianças más tinham sido deixadas pela cegonha em um bambuzal. Coisas assim são retrógradas. A criança precisa sentir que sua chegada foi um momento especial e também, entender, desde pequena, que seu valor vai muito além das questões de gênero.

 

 

E o papel da escola?
Cabe aos pais as primeiras lições de educação sexual. Às vezes, terceiriza-se para a escola a formação moral e ética. Na sala de aula, há um discurso médico-científico, que aborda o funcionamento biológico e a prevenção, mas não gera referências para o comportamento.

 

 

Como abordar a homossexualidade?
É importante mostrar que há vários modelos possíveis de família além do que há em casa e deixar claro que se trata de algo diferente dos estereótipos que aparecem na TV.

 

 

Como lidar com o erotismo na TV?
A criança não deve ser exposta a situações de sexualidade que ainda não consiga assimilar. Caso isso ocorra, os pais precisam abrir espaço para conversar sobre o que foi visto.

 

Fonte: Folha de São Paulo

 

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Postura punitiva dos pais pode reforçar comportamento mentiroso

 

Postura punitiva dos pais pode reforçar comportamento mentiroso: Para muitos pais, a chegada dos filhos à adolescência, período dos primeiros passos independentes, faz com que o nível de preocupação aumente em relação ao que eles podem estar escondendo.

 

Segundo os especialistas consultados pelo Gravidez e Filhos, a maioria dos adolescentes mente para seus pais, mas isso faz parte do processo de amadurecimento e nem sempre deve ser encarado com apreensão.

 

Paulo Sérgio Camargo, autor de “Não Minta para Mim! – Psicologia da Mentira e Linguagem Corporal” (editora Summus), afirma que mentir faz parte do ser humano e que todas as pessoas mentem desde crianças.

 

“As maiores fontes de aprendizado são as pessoas próximas, como os pais e os irmãos. E os pais ensinam a mentir quando, por exemplo, mandam o filho dizer, ao telefone, que não estão ou dizem para elogiar a comida de uma tia, mesmo que ele não tenha gostado.”

 

Para Monica de Oliveira Genofre, psicóloga do Instituto de Terapia Familiar de São Paulo, mentir para os pais é inerente à adolescência. “É um momento no qual o filho está se diferenciando dos pais e não quer revelar tudo. Existem os que mentem mais e os que mentem menos, sobre coisas mais sérias ou menos sérias, mas faz parte dessa fase da vida.”

 

 

Mentiras comuns

As mentiras mais comuns na adolescência estão relacionadas a questões como aonde foi, com quem e o que fez. A psicóloga Luciana Maria Caetano, especialista em desenvolvimento moral e autora do livro “O Conceito de Obediência na Relação Pais e Filhos” (editora Paulinas), diz que uma mudança importante da infância para a adolescência é o surgimento da vida social do filho fora do ambiente familiar, com novos grupos.

 

“Os pais não devem impedir o filho de aumentar sua vivência social, porque ela é necessária. Por outro lado têm de continuar supervisionando, pois ele ainda não tem maturidade para enfrentar tudo sozinho.”

 

Para Luciana, a mentira está ligada à falta de confiança. Por isso, se os pais percebem que o filho não tem contado a verdade, a primeira coisa que devem fazer é se perguntar por que isso está acontecendo.

 

“Não existe uma relação de confiança recíproca entre pais e filho? Quando ela foi quebrada? Por que o filho acha que não pode falar a verdade para os pais? A mentira acaba sendo consequência de uma relação errada desde a infância”, diz a psicóloga.
Luciana afirma que a mentira pode acontecer também quando a relação é muito autoritária e o filho tem medo de, ao contar a verdade, ser castigado duramente. “Os pais devem tentar lembrar se já houve no passado uma situação semelhante na qual o filho foi honesto e contou uma verdade difícil e analisar como lidaram com isso. Devem se perguntar: eu acolhi, ouvi ou puni severamente?”, fala a especialista.

 

Segundo Luciana, se o jovem contar que fez algo errado em vez de mentir e não for reconhecido pela coragem de assumir o erro, vai ser muito difícil que se sinta confiante para revelar uma situação que acontecer depois.

 

João Ilo Coelho Barbosa, psicólogo da ABPMC (Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental), concorda que uma criação muito rígida pode levar os filhos a mentir mais. “A mentira é uma tentativa de evitar punição. Se o ambiente for muito punitivo, maior a chance de a pessoa estar escapando dessas punições mentindo”, diz o especialista.

 

A falta de diálogo dentro de casa é outro fator que favorece o surgimento de mentiras, criando uma rotina na qual os filhos mentem e os pais fingem que acreditam. “É uma relação confortável para ambos, porque assim pai e mãe não têm de resolver a questão do amigo indesejado ou ter uma conversa sobre sexo que pode ser constrangedora”, afirma a psicóloga Luciana.

 

O modelo dado pelos pais também é importante na formação do adolescente. “Se esse jovem cresceu com pais que mentiam muito, inclusive para ele, aprendeu essa forma de conviver com o outro, esse jeito de resolver conflitos pelo atalho”, declara a especialista.

 

 

Afeto e diálogo

Mesmo que os pais desconfiem que o filho esteja escondendo algo, nunca devem invadir a privacidade do adolescente atrás de provas, revistando mochilas, computador pessoal ou agenda de telefone celular, porque, ao fazerem isso, estarão quebrando ainda mais a confiança do adolescente.

 

Para Luciana Caetano, os adultos devem insistir em perguntar aonde o filho vai, conhecer seus amigos e ligar para seu celular para supervisionar o que ele está fazendo, mesmo que isso lhe dê fama de “chato”. E deixar claro que estarão sempre ao seu lado e que, por isso, ele pode recorrer a eles com a verdade.

 

“Os pais devem sempre dizer aconteça o que acontecer, faça a burrada que fizer, me conte a verdade e eu vou ficar do seu lado e ver o que posso fazer para te ajudar'”, fala a psicóloga. “Os pais que querem vigiar para pegar no flagra e punir cometem um engano grande. Ninguém consegue vigiar um adolescente por 24 horas.”

 

Ao descobrir uma mentira, deve-se chamar o filho para uma conversa, mas nada de sermão. “O adolescente está mentindo porque a situação mostra para ele que, se não mentir, vai sofrer, então uma punição severa pode ser a pior coisa nesse momento, porque isso vai incentivá-lo a mentir melhor da próxima vez”, diz João Ilo.

 

Luciana aconselha os pais a fazer perguntas ao filho, questionando o que ele está sentindo e vivendo e o que o levou a achar que precisava mentir. “A conversa com o adolescente não é igual a com uma criança, para a qual se fala ‘você não vai mais fazer isso’ e pronto. Com o jovem, as regras são negociáveis e quanto mais ele for envolvido no diálogo, melhor.”

 

 

 

Para Monica, expor nessa conversa afeto e preocupação também é importante para que o adolescente fique mais seguro para se abrir. Quando se tratar de mentiras mais sérias, é necessário também que o jovem se responsabilize pelo que fez. “Os pais devem fazer os filhos criarem a consciência de que as consequências de seus atos vão recair sobre eles mesmos, que, se usar drogas ou provocar uma gravidez indesejada, quem vai arcar com o resultado é ele”, diz Luciana. E, caso a mentira tenha envolvido ou prejudicado outra pessoa fora da família, ele deve fazer as reparações necessárias contando a verdade e pedindo desculpas.

 

Já quando se tratar de uma mentira leve, típica da idade, a atitude mais sensata dos adultos pode ser deixar passar sem pressão, de acordo com Monica. “Os pais podem saber que o filho está mentindo, mas não quer dizer que eles têm de ir atrás da verdade. Tem um momento em que as pessoas precisam de privacidade, de se opor e se diferenciar. Claro que é importante estar atento, mas nem sempre para reprimir.”

 

“Algo como experimentar um cigarro. Faz parte, é uma época de experimentação, e nem sempre o jovem vai contar para os pais.” Segundo a psicóloga, pais atentos vão perceber se a mentira está envolvendo questões mais sérias porque ela será acompanhada de mudanças de comportamento, como se fechar no quarto, ficar mais introspectivo ou agressivo, afastando-se da família.

 

 

Definição de valores

Um adolescente que mente muito nessa fase corre o risco de se tornar um indivíduo que busca sempre a saída pela mentira. “A adolescência é a fase da construção de personalidade e de uma hierarquia de valores, o sujeito define quais valores vai levar para a vida adulta”, afirma Luciana. “Se aprendeu a resolver conflitos por meio da mentira, pode crescer com esse valor. Essa ideia de que algumas coisas são resolvidas com maior facilidade se eu mentir, por isso a intervenção dos pais na adolescência é importante.”

 

Fonte: UOL MULHER

 

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Como cuidar dos primeiros dentes e garantir a saúde bucal do seu bebê

 

Como cuidar dos primeiros dentes e garantir a saúde bucal do seu bebê: Como cuidar dos primeiros dentes e garantir a saúde bucal do seu bebê. A gente também baba quando os primeiros dentes do bebê começam a nascer. Veja como cuidar deles.

 

Um dentinho só. Um mínimo dentinho, naquela mínima boquinha do bebê já é sinal para a primeira visita ao odontopediatra? Sim! Embora o tamanho da criança seja pequeno, a saúde dela não tem nada de diminutivo: assim que o primeiro dente despontar na boca do bebê, já é hora de marcar uma consulta, ato que deve se repetir a cada seis meses – como para nós, adultos. Isso porque, quando o assunto é boca, o melhor tratamento é a prevenção. E desde o dente de leite que, quando tem uma cárie não tratada, por exemplo, pode fazer o permanente crescer com deformação ou manchas. A seguir, respondemos todas as suas dúvidas sobre a primeira dentição do seu filho, desde o nascimento até o aparelho ortodôntico.

 

 

Quando nasce o primeiro dente?

Geralmente aos 6 meses, mas há casos de crianças que têm dentes antes ou depois disso, sem prejuízo algum. O limite é 1 ano e meio. Se isso não ocorrer, é preciso investigar. Ao todo, serão 20 dentes (dez em cima e dez embaixo) que, dependendo do desenvolvimento hormonal, surgem até por volta dos 3 anos. Eles começam a cair, no entanto, com 6 anos – se nasceram antes, aumenta a chance de caírem antes também. E o melhor é que o dente caia sozinho ou que a própria criança remova, na sua companhia, claro.

 

 

E se a criança já nascer com um dente?

Esse “fenômeno” é chamado de dente natal e acontece em um a cada 2 mil nascimentos. Também há o dente neonatal, que pode surgir no primeiro mês. Somente com uma radiografia é possível saber se ele faz parte dos 20 ou se é um extra. Se for extra, é indicada a remoção no consultório, sem dor. Se não, poderá ser mantido, desde que tenha características normais.

 

 

Baba, coceira, febre e diarreia são sintomas de nascimento dos dentes?

Não há comprovação científica de que o nascimento dos dentes cause febre, diarreia ou faça o bebê babar. Acontece, mas as razões são outras. Aos 6 meses e na fase oral, a criança leva tudo à boca. Enquanto isso, as glândulas salivares começam a maturar (provocando uma salivação maior) e a imunidade ainda é baixa. Resultado: o bebê se autocontamina e esses sintomas aparecem. Já a coceira na gengiva, causada pelo dente que se aproxima, pode ser amenizada com mordedores, especialmente os que vão na geladeira, porque a temperatura baixa diminui a circulação sanguínea na região. O especialista pode, ainda, prescrever medicações tópicas e fitoterápicas.

 

 

Quando iniciar a higiene bucal?

Assim que o primeiro dente apontar na boca, após cada alimentação (antes disso, não precisa limpar a gengiva porque ela não serve de fixação para as bactérias). Enquanto o bebê tiver apenas os dentes incisivos (superiores e inferiores da frente), a mãe deve passar, no local, fralda de algodão ou gaze seca ou umedecida em água filtrada ou, ainda, uma dedeira. Quando nascerem os primeiros molares (os do “fundão”), por volta dos 14 meses, é obrigatória a introdução da escova de acordo com a indicação da idade na embalagem, pois esses dentes têm sulcos, que não são devidamente limpos de outra forma. O uso do creme dental também deve ter início nessa fase e o especialista deve orientar se o produto pode conter flúor ou não. Segundo a Sociedade Brasileira de Odontopediatria, não há controvérsias sobre o uso dessa substância antes dos 3 anos, já que ela é um fator fundamental para a prevenção da cárie. Mas deve-se conversar sobre a frequência e a quantidade adequadas. O indicado é o equivalente ao tamanho de um grão de arroz e, depois que seu filho tiver três anos, de uma ervilha. Não há comprovação científica que o fio dental evite cárie e os enxaguantes bucais (sem álcool) são indicados apenas para maiores de 6 anos e que já saibam cuspir sem engolir.

 

 

É fundamental escovar os dentes após mamar de madrugada?

Sim, para evitar a cárie de mamadeira ou de peito, que se forma, geralmente, entre os dentes da frente. Basta passar gaze ou fralda umedecida sobre os dentes e retirar o excesso de leite da boca.

 

 

A partir de quando a criança poderá fazer a limpeza sozinha?

Entre 5 e 7 anos, a escovação deve ocorrer em conjunto com os pais. Dos 7 aos 12, os pais fazem apenas a última limpeza, antes de dormir. Isso porque, durante o sono, a produção de saliva reduz e é justamente ela que promove a autolimpeza na boca.

 

 

E se ela morder a escova?

Pode deixar morder, de maneira comedida, explicando que não foi feito para brincar. Mas tenha duas: uma para o seu filho e outra para você fazer a escovação. Troque esta última uma vez por mês, ou quando as cerdas não estiverem mais paralelas.

 

 

Quais os problemas recorrentes na infância?

A cárie e a erosão. A primeira é causada por microrganismos que vivem na boca e agem pontualmente. Eles metabolizam o alimento, produzindo um ácido que causa lesões. A única maneira de evitá-los é escovando os dentes com o creme dental com flúor (ajuda, também, se o dentista aplicar o selante, uma espécie de capa protetora que cobre as fissuras que abrigam a cárie). A erosão, por sua vez, atinge toda a superfície dentária e é provocada pela ingestão excessiva de alimentos industrializados, como refrigerantes, sucos prontos e biscoitos. Por serem mais ácidos, “corroem” as camadas superficiais de esmalte, desgastando a estrutura e até reduzindo o tamanho do dente.

 

 

Mamadeira, chupeta ou chupar o dedo prejudica?

A pressão resultante dos hábitos de sucção pode modificar a posição dos dentes e gerar má-oclusão. As mais comuns são a mordida aberta, quando os dentes de cima não encostam nos de baixo, e a cruzada. Para evitar o problema, prefira mamadeiras e chupetas com bicos ortodônticos, e o ideal é que o hábito termine até 3 anos. No caso do dedo, é muito importante nem deixar começar. Uma vez interrompido o mau hábito, é comum a mordida aberta anterior se autocorrigir. No entanto, a cruzada precisa de intervenção ortodôntica, que deve ser realizada o mais cedo possível.

 

 

Pode colocar aparelhos ortodônticos em dentes de leite?

Sim. Alguns problemas podem ser reduzidos ou até definitivamente corrigidos se a intervenção for feita durante a fase da dentição de leite ou mista – quando a criança já conta com alguns permanentes, o que acontece por volta dos 6 anos. Esses tratamentos podem atenuar problemas no crescimento da face ou de espaço nos arcos dentários.

 

 

E se o dente quebrar?

Primeiro, é preciso identificar onde está o fragmento, pois a criança pode engasgar. Há casos em que é preciso fazer um tratamento de canal, para não comprometer a saúde e a aparência do dente que virá. Ou pode, ainda, ocorrer a perda total, quando torna-se fundamental manter o espaço aberto, com um aparelho específico ou implante. Caso contrário, ele pode fechar ou o permanente erupcionar antes da hora. Se a quebra acontecer com um permanente, será necessário implante imediato. Se achar o pedaço perdido, coloque-o em uma solução proteica (leite ou soro fisiológico), para que o especialista possa reimplantá-lo.

 

 

Fontes: Flavia Artese, presidente da Sociedade Brasileira de Ortodontia e professora adjunta de Ortodontia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj); Marcelo Bönecker, professor titular de Odontopediatria da Universidade de São Paulo (USP); Paulo Cesar Rédua, presidente da Sociedade Brasileira de Odontopediatria; Ricardo Machado Cruz, presidente da Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial; Viviane Branco Cabral, odontopediatra e ortodontista.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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Saiba como prevenir o engasgo

 

Saiba como prevenir o engasgo: Conheça os alimentos mais perigosos e como agir caso isso aconteça com seu filho.

 

De repente, o seu filho começa a tossir. Você olha para ele e vê aquele rosto rosado. A respiração não parece normal e em poucos segundos o desespero se instala. Essa cena é o pesadelo de muitos pais e, com alguns deles, já aconteceu de verdade.

 

Um levantamento feito nos Estados Unidos e divulgado pela revista científica Pediatricsmostrou que, de 2001 a 2009, cerca de 112 mil crianças de 0 a 14 anos passaram por hospitais após engasgar com alimentos – o que resulta em 34 casos por dia. As crianças com menos de 1 ano representaram 38% dos atendimentos. Entraram na lista dos maiores vilões as balas (especialmente as duras), carne e ossos ou espinhas.

 

Aqui no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, as crianças de 1 a 3 anos, são as mais vulneráveis a esse tipo de ocorrência. Entre os mais novos, milho, feijão e amendoim são os alimentos mais aspirados. Mas o engasgamento não é provocado apenas por comida. Brinquedos inadequados para a faixa etária, como aqueles com muitas pecinhas pequenas, e materiais sintéticos, como bexigas, também podem ser causar problemas.

 

Há duas explicações para as crianças menores serem a principal preocupação quando o assunto é engasgar: primeiro, elas não possuem controle total da mastigação e deglutição de alimentos; além disso, nessa faixa etária, uma das maneiras de a criança explorar o mundo é colocar os objetos na boca para sentir seu gosto e textura.

 

Segundo Alessandra Françóia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura, para prevenir acidentes, tudo o que cabe dentro de um tubo de rolo fotográfico (lembra?) deve ficar longe das crianças de até 4 anos. Isso inclui moedas, botões e brinquedos dos irmãos mais velhos. Em relação aos alimentos, o ideal é cortar carnes em pedaços bem pequenos e redobrar a atenção com a ingestão de amendoim, pipoca e espinhas de peixes. A seguir, você confere todas as dicas para evitar sustos e as manobras de emergência para realizar em caso de asfixia.

 

 

Menores de 1 ano

De acordo com a pediatra Milena de Paulis, do Hospital Albert Einstein (SP), o mais comum nessa fase é a criança engasgar com líquidos – especialmente o leite materno. Como a traqueia possui um mecanismo de proteção, a criança vai tossir para expulsar o gole que entrou pelo “buraco” errado, portanto, dificilmente, ela ficará com as vias aéreas bloqueadas por muito tempo. Mesmo assim, algumas atitudes podem diminuir o risco:

 

Amamente em local tranquilo
É importante para que a criança não sugue o peito ansiosa. Se a criança estiver com muita fome, a dica é deixá-la mamar por alguns segundos, separá-la do seu peito para que se acalme e depois volte a sugar, menos afobada.

 

Deixe a criança na posição vertical por cerca de meia hora após a mamada
Nesse intervalo de tempo ela pode arrotar ou regurgitar. Se mesmo depois de meia hora você ainda não tiver ouvido um arroto, fique tranquila. O ar sai por gravidade.

 

 

Mais de um ano

Finja que você tem a idade do seu filho…
e saia engatinhando pela casa. A dica é de Alessandra: “Tenha a paciência de se colocar na situação da criança e olhar o chão onde ela fica. Pense no que pode ser um risco para aquele bebê. Saia buscando os objetos pequenos”. Acredite, mudar o ponto de vista vai fazer você encontrar coisas que nunca passaram pela sua cabeça.

 

Brinquedo sem susto
Só compre brinquedos certificados pelo Inmetro e que sejam indicados para a faixa etária do seu filho. Segundo Alessandra, para os pais que gostam de comprar objetos artesanais (que dificilmente possuem certificação) vale a pena observar se ele não vem com peças pequenas ou cantos pontudos. Se você tem mais de um filho em casa, garanta que os brinquedos dos mais velhos fiquem guardados em locais separados.

 

Preste atenção nos acessórios das roupas
A pediatra Milena conta que já teve um caso de um bebê que engoliu um broche do macacão. Ele não chegou a engasgar, mas poderia ter acontecido. Evite peças com botões que as crianças possam arrancar e colocar na boca e cordões.

 

Hora da refeição deve ser tranquila
Evite fazer seu filho dar muita risada nesse momento ou permitir que ele corra pela cozinha (ou restaurante). O fato de ele estar agitado atrapalha a mastigação e a deglutição e pode facilitar o engasgo. Segundo Milena, aquela brincadeira de jogar alimentos para cima e pegar no ar com a boca aberta também deve ser evitada.

 

 

Alimentos proibidos
O amendoim pode ser aspirado inteiro ou fazer a criança engasgar porque não foi mastigado direito. No caso de azeitonas ou frutas com caroço, como ameixa, corte em pedaços e sirva sem o caroço. Espinhos de peixe também requerem atenção extra. No caso de crianças pequenas, separe bem a carne dos espinhos. Se ele já come sozinho oriente-o a comer devagar e pedaços menores. Alimentos que podem se desprender em pedaços grandes como salsicha, cacho de uva, pães e bolachas não devem ser entregues inteiros para a criança. Pipocas e balas também podem fazer seu filho engasgar.

 

Conheça os procedimentos de emergência e tenha o número dos bombeiros na geladeira
Com a ajuda da pediatra Milena de Paulis, explicamos os primeiros socorros caso seu filho engasgue: A primeira atitude é verificar se a criança está respirando. Se sim, você deve incentivar a tosse. Nada de mandar levantar os braços ou bater nas costas, pois o objeto que está bloqueando parcialmente as vias aéreas pode deslocar-se para bloqueá-la totalmente. Coloque a criança no carro e leve imediatamente ao pronto socorro ou chame o atendimento de urgência.

 

Se a criança dá sinal de obstrução severa, respira com muita dificuldade, começa a ficar vermelha e não emite sons, você deve começar as manobras de emergência. Para as menores de 1 ano, coloque-as sobre suas pernas de barriga para baixo e com a cabeça levemente inclinada para baixo. Dê cinco tapas nas costas, entre as escápulas. Depois vire-a de frente e repita as compressões no meio do tórax na altura dos mamilos. Os golpes devem ser vigorosos. Enquanto isso, chame a ambulância.

 

Se a criança tem mais de 1 ano, o indicado é a manobra de Heimlich. Abrace a criança por trás e coloque suas mãos na boca do estômago, que fica logo abaixo do peitoral entre as costelas, fazendo um movimento circular para cima. Isso pode ajudar a expelir o objeto.

 

 

Caso a criança, tanto as mais novas quanto as mais velhas, fiquem inconscientes, os responsáveis devem realizar massagem cardíaca. Coloque a criança deitada e faça duas respirações boca a boca. Abra a boca e veja se o objeto foi expelido. Se não, faça trinta compressões no tórax e abra a boca novamente. Se o objeto tiver sido expelido, retire-o cuidadosamente com os dedos em forma de pinça e faça mais duas ventilações boca a boca. Repita o procedimento até o socorro chegar.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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Exemplo dos pais influencia comportamento alimentar

 

Exemplo dos pais influencia comportamento alimentar: Por isso, a melhor forma de educá-las é tomando atitudes que sirvam de exemplo, como escolher alimentos saudáveis; realizar as refeições na mesa; evitar fast-food, pratos e comidas prontas; oferecer alimentos saudáveis sem, com isso, forçar o consumo; e nunca usar alimentos não saudáveis, como doces, para “presentear” os filhos pelo bom comportamento. Esses são alguns dos apontamentos da nutricionista Luciana Lorenzato, autora da dissertação de mestrado Avaliação de atitudes, crenças e práticas de mães em relação à alimentação e obesidade de seus filhos através do uso doQuestionário de Alimentação da Criança (QAC). A pesquisa divulgada só agora, foi apresentada em 2012 na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, sob a orientação do professor Sebastião de Sousa Almeida.

O estudo consistiu na aplicação do Questionário de Alimentação da Criança(QAC) em 150 mães que aguardavam para serem atendidas em consultas médicas em postos de saúde da cidade de Ribeirão Preto. O objetivo foi averiguar de que forma o comportamento dos pais influencia a obesidade dos filhos.

 

 

O QAC foi desenvolvido por um grupo de pesquisadores norte-americanos e pode ser aplicado em pais e mães de crianças entre 2 e 11 anos. Com 31 questões, trata-se de um instrumento que fornece informações sobre a percepção de responsabilidade dos pais em relação à alimentação dos filhos; a percepção que os pais têm do próprio peso e do peso dos filhos; a preocupação com o peso dos filhos; e se os pais utilizam estratégias de restrição, pressão para comer ou monitoramento durante os hábitos alimentares dos filhos.

 

 

A pesquisadora pode avaliar o IMC dos filhos, que é a proporção entre o peso e a altura ao quadrado. Luciana constatou que 80% das crianças estavam com o peso adequado; e 17,3% acima do peso, sendo 11,3% com sobrepeso e 6% com obesidade. Já o IMC das mães indicou que 69,9% delas estavam com peso adequado; e 23,3% acima do peso, sendo 17.9% com sobrepeso e 8% com obesidade. “Houve uma correlação positiva entre o IMC das mães e de seus filhos. Conforme o peso da mãe aumenta, aumenta também o peso dos filhos”, aponta Luciana.

 

 

Ao analisar as respostas das mães ao questionário, a nutricionista constatou que a maioria relatou ter peso normal desde a infância até a adolescência e o mesmo relataram em relação aos filhos. As mães se consideraram responsáveis pela alimentação deles; e preocupadas com aquilo que eles comem; concordaram com o ato de restringir o oferecimento de alimentos não saudáveis (como os ricos em gordura, açúcar e sal); concordaram com o uso de pressão para que a criança coma alimentos considerados saudáveis; e acreditam que devem monitorar aquilo que os filhos comem.

 

 

Foi observada uma correlação positiva entre os fatores percepção de responsabilidade dos pais, peso da criança, restrição de alimentos e monitoramento com o IMC dos filhos. Foi constatado ainda que, quanto menor o IMC das crianças, maior é a utilização de pressão para comer por parte dos pais.

 

 

Obesidade e infância

Luciana explica que a obesidade ocorre devido à interação de fatores genéticos, ambientais (dieta, influência familiar, da mídia e de amigos) e dietéticos (o que come e o quanto come). “O comportamento dos pais durante a alimentação dos filhos está associado à obesidade na infância. Isso é bastante relevante pois o comportamento alimentar de uma pessoa é formado exatamente durante esta fase”, destaca.

 

 

De acordo com a pesquisadora, muitas vezes o comportamento dos pais tem uma influência muito negativa nos filhos. Por exemplo, quando oferecem um alimento saudável em um contexto negativo, como uma forma de punir a criança: “se não comer a salada, não pode assistir televisão”. Ou o contrário, quando alimentos não saudáveis são oferecidos como uma espécie de “presente” pelo bom comportamento: “você fez o dever de casa, então vai ganhar um doce”.

 

 

Luciana explica que toda criança apresenta uma autorregulação interna de ingestão de alimentos que controla a fome e a saciedade. “Muitos pais interferem nesse processo ao pressionarem os filhos a comerem quando já estão saciados. Isso impede as crianças de exercerem o próprio autocontrole”, alerta a nutricionista.

 

 

Educar pelo exemplo

A pesquisadora destaca que o melhor meio para que os filhos tenham uma alimentação correta e saudável é exatamente por meio do exemplo dos pais: as crianças irão se espelhar naquilo que presenciam os pais fazerem.

 

 

Já no caso da recusa que as crianças têm em relação a muitos alimentos, Luciana esclarece que não significa que ela não goste daquele alimento: “Algumas pesquisas indicam que é necessário oferecer o alimento entre 12 e 15 vezes até a criança decidir experimentá-lo. Mas isso deve ser feito apenas oferecendo e nunca pressionando para a criança comer”, finaliza.

 

Fonte: UOL Saúde

 

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Entenda e descubra as vantagens da natação para os bebês

 

Os cuidados necessários para que a prática não mine a saúde da criança e os benefícios que a atividade traz para o desenvolvimento dos pequenos: Entenda e descubra as vantagens da natação para os bebês:

 

 

1. Quanto mais cedo a criança entrar na piscina, mais facilidade ela terá em nadar?

 

 

Sim. O desenvolvimento da criança depende da exigência de tarefas, de fatores biológicos e condições do ambiente, ou seja, quanto mais cedo seu bebê for estimulado, maior será o repertório motor e a aquisição de habilidades.

 

 

2. O contato precoce com a água fará com que ela não desenvolva medo de entrar na piscina ou no mar?

 

 

Em termos. O receio de entrar na água é adquirido depois de um trauma ou, às vezes, por causa dos pais, que repassam seus próprios medos à criança. A coragem para entrar na água depende do esforço dos pais, que precisam estar próximos e dando apoio ao pequeno sempre.

 

 

3. Na água a relação entre mãe/pai e filho se estreita?

 

 

Sim. O laço de confiança entre o bebê e a mãe ou o pai se estreita porque esse é um momento especial, direcionado somente para vocês. Além disso, o contato, o toque e o carinho estimulam o lado afetivo e emocional da criança.

 

 

4. Bebês que frequentam a piscina têm mais chance de desenvolver problemas no ouvido?

 

 

Depende. A dor de ouvido acontece quando a piscina não está bem tratada. É importante ficar atenta para ver se o cloro está com pH neutro e pouco concentrado e se a água está na temperatura ideal. Uma atitude que ajuda a evitar o problema é enxugar bem o ouvido da criança. Isso porque a umidade favorece a proliferação de bactérias, o que pode levar à otite. Outra sugestão é o bebê fazer uso de um tampão moldável, acessório que evita a entrada de água no ouvido.

 

 

5. Os bebês com problemas respiratórios se beneficiam das atividades dentro da água?

 

 

Sim. A natação fortalece desde a musculatura torácica ao diafragma, o que torna a troca de oxigênio mais fácil e natural. É comum, por exemplos, crianças com bronquite apresentarem uma melhora no problema depois do início da prática.

 

 

6. A água da piscina precisa estar morna?

 

 

Em termos. De acordo com o pediatra Newton Brussi, de São Paulo, á água deve estar por volta de 26 °C. Mais do que isso, o ambiente fica muito quente para o pequeno nadar.

 

 

7. Piscinas tratadas com cloro agridem a pele da criança e podem provocar alergia?

 

 

Depende. Normalmente, em piscinas de clubes e escolas, coloca-se muito cloro para evitar a proliferação de bactérias e fungos. Quando a concentração está alta demais, a criança pode desenvolver algumas alergias, como a vermelhidão nos olhos. Agora, se o pequeno for alérgico ao cloro — o que não é muito comum —, é indicada uma piscina que receba outros tipos de tratamento, como sal e ozônio.

 

 

8. Tudo bem a criança usar boia?

 

 

Em termos. A utilização da boia durante as aulas de natação não é indicada porque pode limitar a aprendizagem do pequeno. No entanto, nos momentos de lazer, a boia pode dar à criança a segurança de que ela precisa para se sentir a vontade na água.

 

 

9. A criança deve começar a nadar só depois de completar um ano?

 

 

Não. Quanto mais cedo começar o trabalho dos estímulos sensoriais e a ambientação dos bebês na água, maior será o repertório motor e emocional dele — o que auxilia em um crescimento saudável, tanto mental como físico. Bebês a partir de 6 meses já podem frequentar a piscina e fazer aulas de natação. Nessa fase, a criança já terá tomado parte das principais vacinas.

 

 

Fonte: Bebê.com.br

 

 

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Hora de tirar a fralda do seu bebê

 

Hora de tirar a fralda do seu bebê: Afinal, qual é a idade ideal para o desfralde acontecer?

 

Não há resposta pronta, pois cada criança tem seu ritmo e isso deve ser respeitado. O segredo é só começar o processo quando o bebê realmente tiver capacidade física (controle esfincteriano) para segurar as necessidades. Embora existam crianças que conseguem fazer isso com 1 ano e meio, outras só estarão prontas depois dos 3 anos. Não há motivos para ter pressa, elas adquirem essa capacidade com o tempo. 

Confira alguns sinais de que seu filho pode estar pronto para dar adeus às fraldas:

 

– Ele começa a se incomodar com a fralda suja.

– Passa a avisar que está fazendo xixi na fralda.

 

– Desenvolve consciência corporal e começa a alertar os adultos sobre dores e sensações, 
como a vontade de fazer xixi.

 

– Já não está mais tão excitado por engatinhar, levantar, correr e consegue ficar sentado – 
sinal de que também terá paciência para sentar no penico ou no vaso.

 

 

Passos importantes para o desfralde

– Leve seu filho junto quando você for ao banheiro e deixe-o aprender por imitação.

 

– Na compra do penico, deixe seu filho escolher o modelo e o lugar onde colocá-lo no banheiro.

 

– Compre calcinhas ou cuecas com motivos infantis. Incentive a criança a usá-las sem a fralda.

 

– Crie uma estratégia para a retirada das fraldas. É importante que todos em casa falem a mesma língua nesse momento, assim como na escola.

 

– Ensine o menino a fazer xixi sentado e depois em pé. Nessa fase, ele ainda não tem total controle motor. Primeiro uma coisa, depois a outra.

 

– Ensine a menina a se limpar da forma correta, sempre de frente para trás. 
9. Comemore dando um tchauzinho na descarga, para dar um estímulo moral.

 

Por Revista Crescer

Fontes: Danielle Harari, pediatra; Carolina de Souza e Silva, psicóloga; Camila Reibscheid, pediatra e neonatologista

Cuidado com o que você fala na frente das crianças

 

Cuidado com o que você fala na frente das crianças: Nem tudo deve chegar aos olhos e ouvidos de seus filhos. Veja como poupá-los de assuntos de adultos.

 

É bem provável que na sua época de menina você tivesse que sair da sala quando os mais velhos queriam conversar sobre algo sério ou quando a novela das oito entrava no ar. Atualmente, os pais são mais flexíveis com os pequenos, talvez até em excesso. “Muitos pais acham que têm que ser apenas amigos dos filhos e que isso exige tratamento de igual para igual. Mas, na verdade, eles são modelos. E, como as crianças são um terreno fértil, tudo o que cai nelas pode semear”, diz Rosana Galina, terapeuta familiar. Por isso é tão importante medir as palavras na frente delas. Entenda por quê.

 

 

Onde mora o perigo

 

Segundo a especialista, é preciso cuidado com o que se fala na frente dos filhos e também com o que eles veem na TV ou na internet. Comentar, por exemplo, que a vizinha transa com muitos homens pode ser normal entre adultos, mas não é saudável para os menores. Crianças não têm maturidade para lidar com esse tipo de informação. O mesmo vale para cenas fortes de filmes e novelas. “A exposição ao sexo na infância traz uma sexualização antes da hora e indesejada”, explica. A televisão está cheia, também, de outros temas negativos, como a falta de caráter de personagens de novelas e a violência nua e crua no noticiário. “As crianças absorvem e guardam a informação. Depois, isso aparece no comportamento delas, como por meio de agressividade ou crueldade exageradas”, diz Rosana.

 

 

3 motivos para evitar palavrões em casa

 

1 Se seus pequenos ouvem as pessoas se xingarem, podem pensar que isso é normal e agir do mesmo modo na escola. Quando levarem bronca, não entenderão o motivo. Cuide para que eles não sejam julgados por má educação fora de casa.

 

 

2 Crianças não entendem direito o real significado das palavras chulas e acabam caindo no ridículo ao repetir coisas sem compreendê-las. Evite que seus filhos se exponham ao mundo dessa maneira negativa.

 

 

3 O modelo familiar em que seus filhos crescem servirá de base para a família que construirão no futuro. Talvez, lá na frente, as pessoas com quem eles viverem não aceitem isso, dificultando seus relacionamentos.

 

Por Mde Mulher

 

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Mochila ideal não pode ter mais do que 10% do peso da criança

 

Mochila ideal não pode ter mais do que 10% do peso da criança:

 

O uso incorreto de mochilas e o peso excessivo do material escolar carregado dentro delas podem gerar dores e posturas erradas. Entretanto, segundo especialistas, não há provas de que o acessório cause problemas de coluna, como escoliose, lordose, cifose e doença de Scheuermann (a famosa corcunda).

 

“Algumas pessoas tentam associar o peso das mochilas com o aparecimento de algum tipo de deformidade, mas isso nunca foi comprovado pela medicina. Seria preciso analisar muitas crianças, por muito tempo, para perceber o aparecimento desse tipo de alteração e por isso é difícil comprovar”, afirma o ortopedista Ivan Dias da Rocha, cirurgião de coluna do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo.

 

  • Arte/UOL

Mesmo assim, é preciso observar o uso correto, principalmente, se a criança tem propensão a desenvolver algum problema de coluna. “Essas deformidades vertebrais podem ser congênitas e são agravadas em quem não usa a mochila da maneira certa e tem tendência a desenvolvê-las”, diz Eduardo Takimoto, ortopedista pediátrico da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

 

Para saber se a criança está sujeita a problemas de coluna no futuro, é preciso observar se há alguém na família que desenvolveu alguma questão (principalmente pai e mãe) e procurar um ortopedista para fazer uma avaliação aprofundada. “Quanto mais precoce é o diagnóstico, mais sucesso o tratamento terá”, fala Takimoto.

 

Mochila ideal não pode ter mais do que 10% do peso da criança: Ainda vilãs

Livrá-la do peso de ser a causadora de problemas graves de coluna não alivia o estigma de vilã que ela carrega: crianças que usam mochilas de maneira incorreta podem sentir dores e ter suas posturas afetadas.

 

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a tendência é que, nos próximos anos, 85% das pessoas do planeta sintam dor nas costas, pelo menos, uma vez na vida. E uma das causas do desconforto, principalmente em crianças, é o uso incorreto e o peso das mochilas.

 

“Associado ao grande grau de sedentarismo das crianças, o mau uso das mochilas gera dores musculares nos ombros, no pescoço, nas costas e nos braços”, diz Daniel Carmago Pimentel, fisiatra intervencionista e diretor do Spine Center do Hospital do Coração, em São Paulo.

 

“Na maioria das vezes, a criança usa a mochila de forma errada e não sente nada. Só que ela pode vir a sentir dores no futuro, quando estiver na adolescência, ou na idade adulta. É raro uma criança sentir dor lombar. Quando isso acontece, é preciso investigar com ajuda de um especialista”, fala o ortopedista do Hospital das Clínicas.

 

Quem pendura a mochila só em um ombro, por exemplo, pode ter dores e ter a postura comprometida. “Se a criança fica torta, curvada para frente ou para o lado, ela pode vir a sentir dor no futuro. Para que isso não ocorra, basta corrigir a má postura, e uma das maneiras é passar a usar a mochila corretamente”, fala Takimoto.

 

Jeito certo

Para que o acessório não comprometa a postura da criança e não provoque dores, é preciso observar seu bom uso. A primeira dica dos três especialistas entrevistados para esta reportagem diz respeito às alças dos ombros.

 

“Tiras estreitas causam compressão no ombro e restringem a circulação do sangue. Isso pode gerar quadros de dor muscular com o passar do tempo. O ideal é usar mochilas com alças largas, acolchoadas. Também é necessário usar as duas alças de ombros da mochila. Pendurando uma só ou as duas em apenas um ombro, você desloca todo o peso para apenas um lado de seu corpo”, diz Pimentel.

 

“Nem pense em usar aqueles modelos que só têm um ombro”, fala Dias da Rocha. “Além de duas alças nos ombros, o modelo ideal é aquele que vem uma alça ajustável na cintura, que prende mais a mochila às costas”, afirma Dias da Rocha.

 

Observar o tamanho da mochila em relação à altura da criança é fundamental. “O ideal é que ela seja um pouco menor do que as costas da criança, que fique três dedos acima da linha da cintura e esteja sempre encostada no corpo”, afirma Pimentel.

 

Por UOL MULHER

 

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