Qual a forma correta de limpar os brinquedos do seu filho?

Qual a forma correta de limpar os brinquedos do seu filho

 

Qual a forma correta de limpar os brinquedos do seu filho?Paninho úmido? Água e sabão? De quanto em quanto tempo? Tire todas as suas dúvidas sobre limpeza de brinquedos de seu filho.

 

Os brinquedos vão para o chão do quarto, para a cama, mesa de jantar, jardim, banheira e – ops! – de repente chegam também à boca de bebês e crianças. E, claro, justamente o mais “sujinho” é o brinquedo preferido dele. O resultado é um intenso vaivém de microrganismos passíveis de provocar doenças e infecções. Isso é normal, e o contato com a sujeira vai fortalecer o sistema imunológico da criança.

 

 

Na rotina tumultuada dos pais e das mães, a periodicidade da limpeza é a preocupação número 1. Brinquedos com os quais o bebê tem contato diário devem ser limpos com uma frequência maior: os de tecido, semanalmente e os de plástico e de borracha (como mordedores), diariamente. Não há necessidade de fervê-los. Quando caem no chão ou são postos em bancos, balcões etc., têm de ser lavados antes de serem devolvidos à criança. Também é importante fazer a higienização semanal ou quinzenal de brinquedos que ficam no quarto sem serem manipulados. Móbiles, bichos de pelúcia colocados em prateleiras e outros enfeites acumulam poeira e resíduos que, mesmo sem contato físico, podem facilitar a ocorrência de doenças alérgicas e infecções.

 

 

Preparamos um “guia definitivo”, separado por tipo de material, para você e os brinquedos de seu filho conviverem em paz.

robô de brinquedo (Foto: Crescer)

Metal
Limpe com pano umedecido em álcool 70%. Se o brinquedo não for de ferro, pode-se limpá-lo também com água e detergente ou sabão neutro, com a mão ou uma esponja não abrasiva. Itens pequenos podem ainda ser lavados na máquina de lavar louça ou com escovinhas cujas cerdas penetrem nas reentrâncias. Caso o brinquedo tenha partes de ferro (pregos ou partes maiores), evite qualquer contato com água e verifique regularmente se nelas há eventuais focos de ferrugem.

 

SE APARECER ALGUMA FERRUGEM, dá para cobrir com tinta ou simplesmente substituir a parte afetada.

 

pato de borracha (Foto: Crescer)

Borracha e E.V.A.
Estes são bem simples: basta higienizar com água e sabão ou com pano umedecido em álcool.

 

AQUELES QUE FICAM NO LUGAR DO BANHO devem receber atenção especial. Depois que tiver terminado, procure retirar a água do interior deles toda vez que forem mergulhados.

ursinho de pelúcia (Foto: Crescer)

Pelúcia e tecidos
Muitos brinquedos e bonecos de pelúcia, algodão, náilon e de outros tecidos podem ser lavados à máquina, com o mesmo sabão utilizado na lavagem das roupas ou lençóis da criança, no ciclo de lavagem delicada e em saquinhos que os protejam (como fronhas de travesseiros ou os especializados à venda). Caso haja alguma restrição do fabricante em relação ao uso da máquina, a saída é lavar os itens à mão ou a seco, em lavanderia especializada. Depois da lavagem, centrifugue o boneco e coloque-o para secar em local arejado e ensolarado. Deixe que seque bem antes de voltar a usá-lo, para que o enchimento não fique úmido e com mau cheiro. Pode-se também abrir os bonecos, retirar o enchimento e fazer a lavagem – porém, além de ser uma operação mais trabalhosa, há sempre o risco de falhas na “reconstituição deles” (e a dor de cabeça vai ser certa!). Quando a ideia for somente retirar o excesso de pó sem lavar, bata bem os bonecos (em ambientes externos, se possível) e exponha-os ao sol. O procedimento vai reduzir eventual mofo e a presença de ácaros.

 

TALVEZ VOCÊ NÃO IMAGINASSE, MAS outra forma de acabar com alguns microrganismos é colocar tais brinquedos em sacos plásticos e levá-los ao freezer por algumas horas.

 

 

 

trem de brinquedo (Foto: Crescer)

Madeira
A maioria dos brinquedos de madeira do mercado é feita de MDF. Muitos deles são dados à criança desembalados e, portanto, já vêm sujos. Esse material pode ser limpo com espanador, pano seco ou levemente umedecido (bem torcido), já que o MDF absorve água muito rapidamente e qualquer gota pode manchá-lo.

 

BRINQUEDOS COM MADEIRA MACIÇA são raros e aguentam melhor a exposição à água. Podem ser limpos com pano úmido.

 

robô de brinquedo (Foto: Crescer)

Sucata
Brinquedos com materiais reutilizados como copos, garrafas PET e papelões devem ser higienizados de acordo com o material com que são feitos. Partes plásticas e de metal devem receber os cuidados próprios para esses materiais, enquanto itens de papel e papelão têm de ser limpos com espanador ou pano seco. Substitua partes de ferro que eventualmente fiquem enferrujadas.

 

ANTES DE CONSTRUIR os brinquedos com sucatas, limpe-as cuidadosamente, especialmente se forem embalagens de alimentos ou produtos de limpeza.

 

 

 

controle de video-game (Foto: Crescer)

Eletrônicos
Para estes, apenas espanador, flanela ou pano macio seco. Limpe somente a parte externa, não abra os aparelhos. Guarde-os em caixas, armários ou outros locais protegidos de poeira. No caso de brinquedos que não sejam usados regularmente, retire as pilhas ou, a cada 15 dias, deixe-os funcionando por alguns instantes, para que as pilhas conservem-se em bom estado e não danifiquem os circuitos internos.

 

NÃO APENAS OS BRINQUEDOS, mas controles remotos e telefones – manipulados por adultos, crianças e bebês – podem se tornar grandes focos de infecção. É preciso limpá-los também!

 

brinquedo de montar (Foto: Crescer)

Plástico
Limpe com pano umedecido em álcool (o álcool a 70% é suficiente). Peças que não acumulam água em seu interior podem ser lavadas com sabão ou detergente neutro. Itens pequenos podem ser colocados de molho por cerca de 30 minutos em água com detergente (para depois serem enxaguados e postos para secar). Vale dizer que a limpeza garante a retirada do pó e a higienização do brinquedo, mas não garante a retirada de eventuais manchas.

 

VOCÊ VAI SE SURPREENDER: os itens de plástico também podem ser colocados na lava-louças.

 

Fontes: Ricardo de Castro Moura, pediatra e pneumopediatra, Lagoa da Prata, MG; Sylvio Renan Monteiro de Barros, pediatra e autor de Seu Bebê em Perguntas e Respostas, MG Editores; Nylse Cunha, pedagoga, vice-presidente da Associação Brasileira de Brinquedotecas; Claudia Favati, proprietária da BiJu Arte Brincante; Brinquedos Softmel; SAC Brinquedos Bandeirante; SAC Estrela; SAC Tectoy.

 

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Antibióticos: a importância do uso consciente

Antibioticos a importancia do uso consciente

 

Antibióticos: a importância do uso consciente: Além da necessidade de serem receitados por um médico, esses medicamentos precisam ser administrados no horário correto.

 

 

“Tomem cuidado, não tomem antibióticos”, ensinam as crianças de 13 anos aos pais e às mais novas nas escolas britânicas. Essa é a nova campanha nacional que vai ser lançada na Inglaterra, a partir do ano que vem. “O objetivo é que as crianças voltem para casa e contem aos pais o que elas aprenderam e assim repassem o conhecimento”, explicou, em nota, Donna Lecky, pesquisadora de saúde pública do governo do Reino Unido. Lá, o consumo desse tipo de remédio não pára de crescer.

 

 

Mas por que ser tão cauteloso quanto aos antibióticos? É simples. Ingeri-los sem necessidade faz com que as bactérias que vivem em harmonia em nosso organismo – como as da flora intestinal – sejam exterminadas. Em equilíbrio, elas não causam problemas à nossa saúde. Mas, quando o remédio é ingerido indiscriminadamente, uma parte dos micróbios morre e os sobreviventes, que não são sensíveis ao medicamento, se fortalecem e se impõem, podendo desencadear doenças. Mas não se desespere: o risco só existe quando o antibiótico é tomado sem necessidade com frequência.

 

 

Tenha disciplina no tratamento

Além de só medicar seu filho em casos de real necessidade, siga à risca os horários estipulados pelo médico. “Os especialistas levam em conta a vida média do antibiótico na corrente sanguínea. Se ele precisa ser tomado de oito em oito horas, é porque, após esse período, a quantidade de medicamento no organismo irá diminuir”, explica o pediatra Hamilton Robledo, do Hospital São Camilo (SP). Essa é a oportunidade perfeita de a bactéria criar mecanismos de defesa e superar a ação do antibiótico. Por isso, se ocorrer algum imprevisto e você atrasar uma das doses, não adie a seguinte. Por exemplo: o correto seria dar o antibiótico para a criança às 8 horas, 16 horas e 24 horas. Caso você atrase e dê a segunda dose às 17 horas, mantenha o horário das 24 horas. A mesma disciplina é importante no que se refere à duração do tratamento. Mesmo que os sintomas desapareçam antes, administre o antibiótico até o último dia indicado pelo pediatra. Só assim todas as bactérias serão exterminadas e a doença, curada.

 

 

Para evitar que as pessoas comprem antibióticos sem prescrição médica, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estipulou uma norma, em outubro de 2010: esse tipo de droga só pode ser vendida com receita. Uma das vias fica retida na farmácia e outra é entregue ao consumidor, com um carimbo que impede a reutilização do documento. De lá para cá, segundo a empresa IMS Health Brasil, que faz pesquisa para a indústria farmacêutica, a venda de antibióticos teve uma queda, passou de 94 para 92 milhões embalagens, mas a partir de 2011 só aumentou, passando de 105 milhões. Apesar desse aumento, os especialistas afirmam que a compra, agora, é muito mais controlada, já que tem o aval do médico. Desde abril deste ano, passou a ser obrigatório, também, que todas as drogarias disponham do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). Quando você comprar um antibiótico, precisará informar a idade, o sexo e o nome do paciente. “O sistema vai montar um banco de dados que pode ajudar a estabelecer, em longo prazo, estatísticas sobre o uso do remédio no Brasil”, esclarece Rafael Filiacci, coordenador do SNGPC da Anvisa.

 

 

Uso responsável

É sempre bom lembrar: o procedimento de retenção de receitas vale para os antibióticos, mas não é por isso que você deve driblar o sistema e comprar, por conta própria, anti-inflamatórios de venda livre, na tentativa de contornar a crise. “Eles não combatem as bactérias e, portanto, não resolvem o problema. Ainda podem gerar desconforto gastrointestinal e alergia”, alerta Gerson Matsas, pediatra do Hospital Samaritano (SP). O remédio pode mascarar os sintomas e dificultar o diagnóstico da doença. O fato de a febre desaparecer, por exemplo, não significa que seu filho esteja curado.

 

 

Portanto, não se esqueça: ao notar qualquer desconforto da criança, o correto é procurar ajuda médica. O especialista fará uma avaliação clínica e só receitará o antibiótico se encontrar o foco infeccioso da bactéria. É claro que, em casos de emergência, você deve procurar o pronto-socorro. Mas sempre tente falar antes com o pediatra, que já conhece seu filho. “Ele poderá fazer um acompanhamento constante e reavaliar o paciente depois da consulta”, aconselha Matsas. Nada como poder ligar para o médico no dia seguinte e tirar suas dúvidas, não é mesmo?

 

Fonte: Revista Crescer

 

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8 erros comuns que podem levar seu filho à obesidade, já no primeiro ano de vida

8 erros comuns que podem levar seu filho a obesidade ja no primeiro ano de vida

 

8 erros comuns que podem levar seu filho à obesidade, já no primeiro ano de vida: As consequências podem demorar a aparecer, mas o problema é, desde cedo, motivo de preocupação entre os médicos.

 

Considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade atinge 42 milhões de crianças com menos de 5 anos pelo mundo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a incidência de meninos de 5 a 9 anos acima do peso chega a 15%.

 

 

Dois fatores contribuem com o sobrepeso infantil: a genética e, principalmente, os maus hábitos alimentares, que muitas vezes refletem os da família. Um dos principais vilões nessa guerra é o açúcar, introduzido precocemente na alimentação da criança. Um estudo do Jornal de Pediatria, do Brasil, revelou que, a partir dos 6 meses, 79,3% das crianças já comiam bolachas e 20,7% consumiam sucos artificiais. É motivo de sobra para se preocupar, já que a obesidade infantil acarreta problemas que impactam na adolescência e na vida adulta, como diabetes e hipertensão. Para manter o distúrbio bem longe do seu filho, conheça outros 7 erros comuns na dieta das crianças e evite-os:

 

 

1 – Abrir mão de amamentar
Até os seis meses de vida, os pediatras recomendam o aleitamento materno exclusivo, por livre demanda. Não se engane com crenças equivocadas de que seu leite é fraco ou de que o de vaca é mais nutritivo, fazendo a substituição. Dentre inúmeros benefícios, estudos provam que os bebês alimentados apenas com leite materno têm menos chances de se tornarem obesos na adolescência e na vida adulta. “Nós nascemos com a saciedade regulada, então, é muito difícil um bebê mamar mais do que precisa, a ponto de ganhar peso excessivo”, conta Renata Maria de Noronha, endocrinologista infantil do Hospital São Luiz (SP).

 

 

2 – Negligenciar as recomendações do pediatra
Se você não amamenta, mas usa fórmula, é preciso tomar alguns cuidados: siga exatamente as instruções de seu pediatra e nem pense em engrossar a bebida com amido de milho, por exemplo, que contém muito carboidrato e favorece o ganho de peso.

 

 

3 – Culpar a genética
Ela é responsável por 50% da propensão à obesidade. Se um dos pais é obeso, a chance da criança ser também é de 40%. Se ambos forem, esse número pode chegar a 80%. Mas é preciso levar em consideração que os outros 50% envolvem fatores ambientais, como o mau hábito alimentar, e que este, sim, é passível de mudanças.

 

 

4 – Não estabelecer uma rotina
Depois dos primeiros 6 meses, começa a introdução de alimentos na dieta das crianças. As papinhas salgadas são as mais difíceis de ser aceitas, por causarem estranheza inicialmente. Nesse momento, é preciso criar uma rotina com os horários de alimentação. A partir do 7º mês, a dieta passa a ter pedaços de comida e é muito importante respeitar o tempo de mastigação da criança. Como sobremesa, invista nas frutas, estimulando seu filho a comer bem desde cedo. Além disso, a família é o espelho da criança, portanto, procure ter uma alimentação saudável na frente de seu filho e o incentive a experimentar novos alimentos. Vale ressaltar que é preciso tomar muito cuidado com a adição de sal na comida das crianças, já que o sódio pode causar hipertensão arterial na vida adulta.

 

 

5 – Viciar o paladar
Nos primeiros dois anos, as crianças começam a desenvolver o paladar. Os alimentos naturais devem ter prioridade. Evite sucos industrializados, que contêm uma quantidade muito grande de açúcar, e dê preferência a frutas naturais. Além disso, essas bebidas podem boicotar a formação do paladar: a criança conhece um gosto diferente do real, e pode acabar não comendo a fruta in natura, futuramente. O mesmo ocorre com os doces: “Muitas vezes, a criança ainda não aprendeu a comer todos os tipos de alimentos saudáveis e a mãe já oferece um iogurte petit suisse de sobremesa, incluindo o açúcar, desde muito cedo, na dieta da criança”, explica Renata. Inclua os mais diversos tipos de frutas, legumes e vegetais no cardápio dos pequenos.

 

 

6 – Barganhar na hora da refeição
Os pais devem respeitar a fome das crianças, por isso, nada de forçá-las a comer alimentos saudáveis para conseguir um doce ou chocolate. Assim ela vai entender que um alimento nada saudável é uma recompensa por comer bem. A mania de beliscar também deve ser evitada. “Muitas vezes, os pais acham que a criança não comeu nada e oferecem pedaços de bolacha e outras guloseimas, nos intervalos das refeições”, reprova Renata.

 

 

7 – Permitir a TV em excesso
Depois de comer, a criança só tem um jeito de queimar toda a energia: se exercitando. Pode ser com brincadeiras ou com esporte, respeitando a vontade dela. “As crianças não devem ficar mais de 2 horas na frente de uma tela. Elas precisam se movimentar”, conclui Renata. Além de gastar mais energia, as brincadeiras são fundamentais para o aprendizado cognitivo.

 

 

8 – Comer por dois quando grávida
Um estudo revelou que a alimentação da mulher durante a gravidez é muito importante para a saúde do bebê. A dieta deve ser bem variada, rica em vitaminas e minerais, mas nada daquela história de comer por dois. O feto, quando dentro da barriga da mulher, precisa de determinada quantidade de nutrientes para se desenvolver. O que passar da conta leva ao peso excedente da grávida e pode acarretar ao diabetes gestacional, elevando as chances de o bebê nascer muito grande, o que pode causar um padrão metabólico de acúmulo.

 

 

Outra fonte: Artur Delgado, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein de São Paulo.

 

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Casos de catapora aumentam na primavera saiba como prevenir

Casos de catapora aumentam na primavera

 

Casos de catapora aumentam na primavera: É importante ficar de olho nos sintomas da doença, que incluem febre e mal estar. A principal prevenção é a vacina tetra viral.

 

Instituto de Infectologia Emílio Ribas, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, emitiu um alerta para a população sobre o aumento dos casos de catapora na primavera. Até julho foram registrados 2.168 casos entre crianças de até 9 anos, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado (CVE).

 

 

A catapora é uma doença altamente contagiosa, por isso, é recomendado afastar as crianças de escolas e creches ao confirmarem a doença. Os sintomas são parecidos as de um resfriado: febre alta e mal estar, e não há nenhum medicamento capaz de controlar a doença. “O ideal é lavar as lesões com sabão normal durante o banho, secar, não fazer uso de nenhum tipo de pomada nem curativo”, explicou, em nota, a infectologista do Emílio Ribas, Yu Ching Lian.

 

 

Por isso, a maneira mais segura de prevenir é por meio da vacinação. A tetra viral, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde setembro deste ano, protege a criança da catapora, sarampo, caxumba e rubéola. Crianças de 15 meses, que já tenham tomado a primeira dose da tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), podem receber a tetra valente. Caso a tríplice não tenha sido tomada, basta procurar o posto de saúde mais próximo. Neste caso, a tetra viral é aplicada após 30 dias.Vale lembrar que a vacina é oferecida em qualquer época do ano. Nas clínicas particulares, o esquema é diferente e você deve seguir as orientações do pediatra do seu filho.

 

 

Entenda a catapora

A catapora (ou varicela) atinge principalmente crianças de 1 a 6 anos. A transmissão acontece por contato e por via respiratória. Ambientes pouco ventilados, creches e escolas são propícios para a disseminação do vírus. Por conta disso, a melhor forma de prevenir o seu filho é por meio da vacinação.

 

 

Febre alta (acima de 38°C) e manchas avermelhadas pelo corpo são os primeiros sinais. Logo, formam-se pequenas bolhas que se rompem e viram feridas. Durante cerca de três dias, as bolhas surgem por levas: enquanto umas secam outras nascem no corpo da criança. As bolhas podem aparecer também nas mucosas: na boca, na conjuntiva, na área genital.

 

 

Durante essa fase, há risco de transmissão. Por isso, se você tem mais de uma criança em casa e um de seus filhos pegou a doença, leve-os ao pediatra e evite que durmam no mesmo quarto. Objetos pessoais devem ficar separados para evitar o contágio. Somente após 5 a 7 dias, as últimas bolhas secam, formando crostas.

 

 

A catapora não oferece grandes riscos, mas como as bolhas coçam, é preciso evitar que a criança crie um machucado em cima delas para não haver inflamação local e cicatriz. Não há medicamento específico, a não ser aqueles para combater os sintomas, como a febre e a coceira.

 

Abaixo, dicas fundamentais para evitar complicações:

 

– Corte sempre as unhas do seu filho e deixe-as limpas;
– Evite que ele tenha contato com pessoas com baixa capacidade de defesa;
– Coloque roupas leves, para evitar calor e aliviar as coceiras;
– Tente fazer com que seu filho repouse, principalmente enquanto tiver febre;
– Ofereça alimentos leves e muito líquido.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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TDAH: mudança de diretrizes pode elevar número de diagnósticos

TDAH mudanca de diretrizes pode elevar numero de diagnosticos

 

TDAH: mudança de diretrizes pode elevar número de diagnósticos: A faixa etária em que o TDAH pode ser diagnosticado amplio de 7 para 12 anos. Veja o que isso significa na prática.

 

Queixa das mais comuns nos serviços de apoio educacional e psicológico, estima-se que o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) afete cinco em cada 100 crianças no Brasil e no mundo. Identificar o transtorno não é fácil, já que os sintomas podem sugerir outras doenças psiquiátricas ou simples problemas de comportamento. Mas, entre todas as dificuldades, uma delas começa a diminuir – pelo menos nos Estados Unidos. Até pouco tempo, considerava-se que os sintomas deveriam aparecer antes dos 7 anos de idade para que a criança fosse diagnosticada com o distúrbio. Agora, a Associação Americana de Psiquiatria acaba de ampliar essa faixa etária para 12 anos, conforme medida publicada na quinta edição do Manual de Estatística e Diagnóstico de Transtornos Mentais (o DSM) que traz também outras mudanças em relação à abordagem do TDAH.

 

Ou seja, é muito provável que aumentemos diagnósticos, já que muitos quadros são percebidos apenas quando a criança vai para o ensino fundamental. O que isso muda para os pais? Nos Estados Unidos, o sistema de saúde será obrigado a tratar também quem começa a apresentar sintomas após os 7 anos, o que não ocorre hoje. E tanto lá quanto aqui as crianças poderão ter o diagnóstico correto.

 

Por enquanto, a orientação continua a mesma: ao desconfiar de que seu filho tem o transtorno, recorra a um psiquiatra, independentemente da idade dele, mas, lembre-se de que o tratamento com remédios só deve começar a partir dos 6 anos. “Normalmente, as pessoas adiam abusca por ajuda até os prejuízos à vida da criança se tornarem significativos”, lamenta o psiquiatra Enio Roberto de Andrade, coordenador do ambulatório de TDAH na infância e adolescência do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (SP).

 

A seguir, o médico explica o que muda, na prática, com as novas diretrizes.

 

Por que a alteração foi feita?
Não é simples fechar o diagnóstico até os 7 anos. Estudos demonstram que muitas crianças só têm sintomas evidentes após o ingresso na escola, quando a atenção é mais exigida. Se não ampliassem o prazo, esse grupo ficaria sem diagnóstico correto e tratamento.

 

Qual o impacto disso?
A maioria dos casos aqui no Brasil já é diagnosticada depois dos 7 anos, quando a criança entra na escola e chegam as reclamações de comportamento e dificuldades de aprendizado. A novidade mais significativa é que antes não se podia diagnosticar TDAH se a criança tivesse um quadro de autismo, pois todos os sintomas eram atribuídos exclusivamente a ele. Agora, ambas as doenças podem ser tratadas conjuntamente. O fato é que o Brasil segue a CID 10 (Classificação Internacional das Doenças), da Organização Mundial da Saúde. Por causa disso, o DSM influi pouco. Só que a CID 10 também está em processo de atualização e levará em conta critérios do manual americano de psiquiatria.

 

Há quem critique o excesso de medicação para TDAH…
É claro que há muito diagnóstico indevido, mas é absurdo negar a existência do transtorno ou supor que são prescritos remédios demais. De vez em quando, são publicados dados sobre o aumento na prescrição e na venda de metilfenidato, a principal droga empregada no controle do TDAH. Mas um levantamento do número de caixas vendidas mostra que nem 1% das pessoas com a doença tomam o medicamento no Brasil.

 

 

Tire suas dúvidas


PODE SER TDAH

O transtorno se manifesta por 18 sintomas. Conheça alguns deles:

1 – A criança parece não ouvir quando se fala com ela.
2 – Ela mexe com as mãos ou pés ou se remexe o tempo todo na cadeira.
3 – Corre de um lado para outro ou sobe onde não deve com frequência.
4 – Não presta atenção em detalhes ou, por descuido, erra nas tarefas escolares.
5 – responde logo a uma pergunta que nem acabou de ser feita.

 
NÃO É TDAH

Embora sejam similares aos sintomas da doença, algumas atitudes podem ter outros gatilhos:

 

 

1 – Efeitos colaterais de alguns medicamentos, como os antialérgicos, podem interferir no comportamento normal da criança.
2 – Quadros psiquiátricos como ansiedade, depressão e distúrbio bipolar eventualmente provocam impulsividade e agitação.
3 – A própria personalidade da criança, que pode ser brincalhona. Não é motivo de preocupação se ela se sair bemna escola.
4 – Diante de situações novas, como ir ao teatro, por exemplo, ela pode ficar nervosa, agitada.
5 – Falta de limites e de uma educação adequada também fazem com que ela apronte além da conta.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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Desvende os mitos da hora de dormir: O Sono

desvende os mitos da Hora de Dormir O Sono

 

Desvende os mitos da hora de dormir: O Sono: Uma solução ou só mais uma promessa? Leia e me diga você.

 

 

Dessa vez, cumprindo o que prometi há 2 semanas, vou falar um pouco sobre uma linha que pode ser considerada menos agressiva, mais “humana”, mas que também requer uma predisposição, uma dose grande (algumas ou muitas vezes) de paciência e uma forma de agir, pensar e viver compatível com a metodologia proposta.

 

 

Assim como em todos os métodos conhecidos (e os que estão por vir), desde que seguidos de acordo com os “passos indicados”, vamos ouvir experiências de mães que usaram, que tiveram sucesso, assim como outras que, apesar de toda sua vontade e aplicação não teve o “problema de sono de seu filho” resolvido.

 

Sem mais enrolações, me acompanhem na abordagem do método “Soluções para noites sem choro”. Também vem de um livro, escrito por Elizabeth Pantley (site oficial dela, dos seus livros, com muito espaço para navegar). Ela se descreveu como mãe de 4 filhos (Angela-14, Vanessa-12, David-10 e a última, Coleton-2 anos, “razão do livro”) e uma educadora que resolveu compartilhar suas experiências, entre elas, as noites sem sono. Há 2 livros sobre Soluções para Noites sem Choro (para bebês até 1 ano e outro para crianças e pré-escolares de 1ano a 6 anos – links para textos em inglês).

 

 

Em ambos os casos, há muitas questões envolvidas. Para os bebês, a autora aborda temas como os cuidados com a cama compartilhada, horário mais adequado para dormir, como deixar seu bebê adormecido dormir, dicas sobre as situações em que seu bebê acorda toda hora à noite para mamar o seio ou a mamadeira. Já para as crianças maiores, fala a respeito das sonecas diurnas, os medos, pesadelos e terror noturno (que vamos abordar aqui em uma das próximas partes dessa série), a mudança do berço para a cama e as visitas noturnas ao quarto dos pais.

 

 

Esse método, segundo a autora, após ter sido aprovado para Coleton (sua filha) foi testado em um grupo de 60 mães voluntárias com crianças de um mês a 2 anos e 3 meses. Esse grupo era composto de mães de filhos únicos ou não, algumas praticavam cama compartilhada outras não, aleitamento materno, misto ou de mamadeira, enfim, um grupo bem heterogêneo. E, segundo seu relato, no 10º dia do método, 42% das crianças dormiam a noite toda, aumentando para 53% com 20 dias, 92% aos 60 dias. Ela não citou 100% em nenhum momento.Muitos temas para abordar, para conversar, mas vou me ater a uma “técnica” das mais difundidas em sua metodologia a respeito da qual vale a pena pensar.

 

 

Técnica de Remoção Gentil de Pantley

 

 

As bases do método

Alguns princípios considerados pela autora:

 

 

– O recém-nascido dorme quando tem sono. Difícil colocá-lo para dormir sem sono ou acordá-lo quando em sono profundo. A digestão do leite é rápida e eles precisam acordar entre 2 a 4 horas para se alimentarem.

 

 

– Quando ele vai dormir a noite toda? Para um bebê, especialmente um recém-nascido, uma esticada de 4 horas de sono é uma “noite completa”. Para que se atinja nossa expectativa de noite toda, pode-se levar até um ano ou mais.

 

 

– É comum um bebê dormir sugando (seio, mamadeira ou até mesmo chupeta). Se ele sempre adormece assim, é mais do que natural que ele faça a associação sugar-dormir. A luta contra a natureza nunca é fácil e normalmente se sai perdendo. Assim, para que seu bebê não faça essa associação, é fundamental que ele sugue até estar sonolento, mas não totalmente adormecido. Quando puder, retire o seio, a chupeta ou a mamadeira (essas duas últimas poderiam ser evitadas ao máximo – segundo opinião da SBP, da OMS e minha) da boquinha do bebê e deixe que ele termine de adormecer sem nada na boca. A repetição dessa prática o ensinará a adormecer sem sugar.

 

 

– Até quando alimentar à noite? Apesar de haver a recomendação de não deixar um bebê dormir mais de 4 horas sem mamar, há crianças que, desde cedo, durante a noite, até passam desse intervalo. Bebês emitem muitos sons quando dormem (gemem, grunhem, fungam, resmungam e até choram) e, na maioria das vezes, dormindo. Observe. Se o bebê acordar e estiver com fome, alimente-o para que volte a dormir. Mas se ele estiver dormindo, deixe-o dormir.

 

 

– Diferenciar o dia da noite. Um recém-nascido dorme de 16 a 18 horas por dia, em cerca de 6 a 7 períodos de sono. Ajude-o a diferenciar o dia (sonecas em quartos mais claros, onde ele possa escutar os sons do dia) da noite (quarto mais escuro, silencioso). Banho, massagem e pijamas podem ser sinais de que esse será o sono da noite.

 

 

– Sonecas diurnas são importantes para crescer, desenvolver e dormir melhor à noite. A autora disponibiliza uma tabela, onde ela coloca “didaticamente”, de acordo com a idade do bebê, o número de sonecas e sua duração, as horas de sono noturno e o total de sono de uma criança, explicando sua importância na recuperação de sua energia, na sua adaptação, na sua atenção e no seu humor.

 

Fonte: UOL Bebê

 

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Idade Número de Cochilos Duração Total de Cochilos (horas) Horas de Sono Noturno Total de Sono (horas)
1 mes 3 6 a 7 8 a 10 15 a 16
3 meses 3 5 a 6 10 a 11  15
6 meses 2 3 a 4 10 a 11 14 a 15
9 meses 2 2 a 4 11 a 12 14
12 meses 1 a 2 2 a 3 11 a 12 13 a 14
2 anos 1 1 a 2 11 a 12 13
3 anos 1 1 a 2 11 12
4 anos 0 0 11 11
5 anos 0 0 11 11

A importância de ter um irmão

 

A importância de ter um irmão: Seja biológico, adotivo, gêmeo ou até aquele amigo que vira um irmãozão, não importa. O que vale é incentivar a cumplicidade entre eles.

 

Vai ser duro ver as discussões, ouvir os gritos, apartar as brigas, mas a recompensa virá quando você chegar em casa e encontrar seus filhos brincando juntos. Ou ao perceber aquele olhar de cumplicidade entre eles quando fazem algo que não deveriam. Se ter um irmão é um ensaio para a vida, é natural que haja altos e baixos. E há também espaço para uma variedade de sentimentos, da admiração à inveja. A convivência é uma oportunidade para errar, testar o limite do outro, aprender a ter paciência, a admirar, a se frustrar e a amar. Esse, aliás, é o desejo de todos os pais em relação a seus filhos.

 

Essa companhia tem muita função. É com os irmãos que a criança tem mais chances de aprender a se socializar e enfrentar o mundo, enquanto os pais ficam com a tarefa de transmitir valores. Ou seja: no cotidiano, eles prestam atenção no que o outro está fazendo, na experiência vivida, no exemplo a ser seguido. Cabe aos pais a orientação mais ampla, a direção dos caminhos, formar caráter. E com o irmão, por exemplo, ele aprende a encarar melhor os primeiros dias na escola, a andar de bicicleta, a desenhar um cachorro “daquele” jeito…E não importa a ordem de nascimento: caçula, do meio ou primogênito, todos aprendem uns com os outros.

 

Pra que tanta discussão?
Gêmeos tão, mas tão diferentes que se tornam rivais; irmãs que disputam a atenção dos pais da infância à vida adulta. Sim, parece uma novela do Manoel Carlos acontecendo aí na sua casa. Só que, por mais que deixem os pais malucos, brigas entre irmãos acontecem. “Antes de perder a paciência, lembre-se do que eles podem aprender com o conflito. Deixe que conversem, discutam, negociem e resolvam sozinhos. Assim aprendem a barganhar, a ceder, a trocar e a se amar”, diz a psicoterapeuta familiar Blenda Oliveira.

 

Se algo passar do limite, claro, você vai intervir. Mas note que, muitas vezes, a briga é sinal de afeto. Mais difícil é quando os irmãos simplesmente se ignoram. “Sem brigas, mas com a possibilidade de um relacionamento no futuro frio e distante”, diz a psicóloga Laurie Kramer em Filhos, Novas Ideias sobre Educação (Ed. Leya).

 

 

Algumas vezes parece que irmãos se amam e odeiam, tudo ao mesmo tempo. E o fato é que as brigas esticam o estresse para a família inteira. A administração é difícil, mas tem que ser feita. “O fundamental é procurar ser justo e saber que, apesar de irmãos, são pessoas diferentes e irão se desenvolver de acordo com as próprias características”,afirma Rita Calegari, psicóloga do Hospital São Camilo (SP). Para ela, a comparação também deve seguir critérios. “Pode gerar rivalidade ou um desinteresse, como se a criança pensasse ‘nem vou tentar porque meu irmão é melhor do que eu mesmo…’”, diz a especialista. Embora trate-se de uma reação ao comportamento dos filhos, os pais têm uma função ainda mais importante ao observar cada um. Se não somos todos iguais, nada de tratamento em série. E a observação do adulto pode incentivar o respeito mútuo e garantir tratamento individual a cada filho.

 

 

Pode comparar?
Comparações não são de todo ruins. Fazem parte. “É importante evitá-las para não viver apenas em função disso. Se acontecer, não adianta sentir culpa. Somos comparados por toda a vida: na escola, temos que tirar boas notas e ter o melhor comportamento; quando nos apaixonamos, o amado pode querer ou não corresponder; para a faculdade, há sempre um processo seletivo, e no trabalho são escolhas o tempo todo”, diz a psicoterapeuta Blenda. Irmãos gêmeos sofrem ainda mais com isso porque todo mundo busca as pequenas diferenças entre eles.

 

Outras diferenças
E quando a personalidade é diferente demais e os irmãos não conseguem encontrar uma parceria? O papel dos pais, nesses casos, é incentivar o respeito, em primeiro lugar. Mas vez ou outra, você se pega pensando se não está realmente favorecendo um em detrimento do outro. Pensa até se tem alguma predileção entre os filhos -mas tudo pode ser apenas uma reação. No livro Não Somos Iguais (Ed. Globo), a psicóloga Judith Harris analisou pesquisas que apontavam que o tratamento desigual dos pais em relação aos filhos não causavam as diferenças entre um e outro. “Uma criança muito ativa provavelmente será disciplinada mais duramente que a quieta”, diz.

 

Diferença, respeito,amor, inveja, rivalidade, admiração são palavras que fazem parte do relacionamento entre irmãos – e não podem ser ignoradas pelos pais. Está tudo ali. Uma relação para a vida toda, que vai acontecendo a cada aniversário, discussão, viagem, brincadeira. Uma briga ou outra vai acontecer. São irmãos, têm intimidade para isso. E estarão ligados para sempre.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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