Cada vez mais bonita na gravidez

 

A gravidez é um momento propício para ficar mais bela. Isso porque os níveis de hormônio feminino estrógeno aumentam muito durante a gestação. Carla Bortoloto, dermatologista clínica e cirúrgica do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, explica que o estrógeno deixa a pele mais viçosa, o cabelo mais grosso e as unhas mais saudáveis. Soaestranho associar o belo ao corpo das grávidas diante do ideal de beleza que exige medidascada vez mais enxutas. Vale ressaltar, entretanto, que tudo tem seu tempo. A natureza feminina é cíclica. Com a gestação, você vai engordar, mas a amamentação contribui para seu emagrecimento.

 

Thais M. Medeiros Barrall, professora de ginástica para gestantes, acredita que viver o momento da gestação, sentindo a força dos hormônios femininos, melhora a autoestima. “O corpo todo se abre, durante 42 semanas, e a natureza precisa do mesmo tempo para fechar esse ciclo. É bom deixá-la agir antes de tomar decisões mais rápidas e práticas para recuperar a antiga aparência”, aconselha. O estrógeno não traz só vantagens. Suas taxas nas alturas contribuem para a formação de estrias. “Elas ocorrem por diversos fatores e, fisiologicamente, 90% das ocorrências estão relacionadas ao ciclo feminino e à ação hormonal”, explica.

 

Para evitar o efeito indesejado, a palavra-chave é hidratação – água, hidrante e protetor solar, para prevenir manchas na pele. As gestantes são mais propensas ao problema devido ao aumento da produção de melanina, a substância responsável pela pigmentação da pele nesse período. Por isso, Carla recomenda FPS 30, no mínimo. Outro alerta importante: os cremes para grávidas não devem ter ureia na composição. A maioria dos hidratantes específicos já vem sem o ativo, mas não custa checar o rótulo.

 

A dupla “circulação e respiração” também dá uma mãozinha à boa aparência. Grávidas que se hidratam, ativam a circulação e respiram corretamente se sentem bem e, consequentemente, mais belas. Há ainda outros segredos de beleza, válidos para qualquer futura mamãe. Leia abaixo outras dicas para se tornar uma grávida ainda mais bonita.

 

Peso e inchaço: você já sabe sobre a importância de prevenir o peso excessivo, mas não custa repetir que alimentos ricos em açúcares, como doces e refrigerantes, são muito calóricos e pobres em vitaminas e minerais. Fast food e cafeína estão na lista de itens que devem ser evitados. A cafeína pode causar desidratação, insônia e irritabilidade.

 

Carnes cruas e malpassadas também devem ficar fora do cardápio e vale reduzir o consumo de sal. Não se esqueça das palavras-chave da beleza: hidratação, circulação e respiração. Não é por acaso que caminhada, alongamento, hidroginástica e natação são as atividades físicas mais recomendadas para as grávidas, já que trabalham, justamente, esses aspectos. Há ainda ioga e pilates. Na área estética, a drenagem linfática, realizada por fisioterapeuta, também contribui para reduzir o inchaço.

 

Thais emprega exercícios circulatórios para prevenir edemas. “São atividades que funcionam como uma drenagem linfática, de dentro para fora, ativando a circulação e diminuindo o inchaço”, explica. Beber água mineral e comer pouco, diversas vezes por dia, continua sendo a dica de todos os especialistas para um peso saudável e menos inchaço.

 

Acne: a maioria das grávidas se afasta dos dermatologistas com receio de prejudicar o bebê, mas há tratamento de pele para casos da acne gravídica. O dermatologista Adilson Costa recomenda o peeling de cristal, uma técnica que causa uma microabrasão na pele, eliminando os cravos e evitando as acnes inflamatórias. A limpeza de pele, no entanto, pode evitar a necessidade do peeling de cristal e, segundo o dermatologista, deve ser feita a cada 60 dias. O uso de sabonete antiacne, sem ácido salicílico e enxofre, duas vezes ao dia, também é recomendado.

 

Cabelos: a natureza ajuda os cabelos durante a gestação. Nessa fase, eles nascem, crescem e morrem. Carla Bortoloto explica que, na gravidez, os cabelos tendem a ficar mais brilhantes e volumosos, justamente em função dos fios novos. “É a fase anágena, que deixa os fios dos cabelos mais cheios e íntegros”, explica o dermatologista Adilson Costa. Depois da gravidez, ensina o dermatologista, ocorre a fase telógena, em que há a queda dos cabelos. A boa notícia é que o pós-parto não dura a vida inteira. Quem tinge o cabelo não precisa mais ficar com os fios brancos expostos durante a gestação. Carla explica que as tinturas que continham metais pesados não estão mais disponíveis no mercado. “Todas as tinturas estão liberadas pela Anvisa”, informa a dermatologista. Já as escovas progressivas são proibidas.

 

Unhas: a gestação também favorece as unhas no início. Adilson Costa, no entanto, alerta para os casos em que elas se tornam frágeis devido à compressão dos vasos sanguíneos, o que diminui a irrigação na matriz. O resultado é a desnutrição. Duas recomendações importantes: uso do complexo B e de meias elásticas. “As meias controlam o peso e evitam o processo de desnutrição”, sugere Costa. Os esmaltes são liberados.

 

Corpo: a alimentação saudável é de praxe, mas a escolha da roupa certa e um segredinho de maquiagem podem fazer a diferença. Cores alegres, decotes império, lenços, chapéus e cintos valorizam o corpo da gestante. Vestido longo e calça legging são considerados curingas da gravidez. Outra dica é utilizar sombra ou blush marrom-claro, em toda extensão do maxilar, para afinar o rosto.

 

Dente: mesmo com a limpeza diária e o uso de enxugatório bucal e fio dental, é possível que a grávida tenha mau hálito. Uma das razões é o refluxo causado pela compressão do estômago pelo útero. O dentista Thiago Pereira, de São Paulo, explica que, além da higienização, é importante se alimentar com maior frequência, em pequenas porções, reduzindo o volume no estômago. O dentista avisa que o refluxo reduz o pH da boca e pode causar gengivite, o que também provoca a halitose.

 

Fonte: Bebê.com

 

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Enxoval do bebê: 10 dicas para economizar

 

Enxoval do bebê: 10 dicas para economizar: É difícil resistir a tanta coisa fofa, mas, com nossos conselhos, você vai conseguir fazer ótimas escolhas.

 

Assim que descobrir a gravidez, os seus olhos vão ficar muito mais alertas para roupinhas, mamadeiras, berços, enfeites, brinquedos e objetos de decoração. Visitar lojas vai se tornar uma diversão e você vai ter vontade de comprar tudo! É muita coisa linda, delicada, difícil de resistir e para completar as listas de enxoval disponíveis na internet são quilométricas. Calma, vai dar tudo certo. Preparamos 10 dicas para você economizar na compra do enxoval do bebê. Vale o esforço! Confira.

 

 

1. Faça uma poupança . Comece a guardar dinheiro assim que descobrir a gravidez. Essa poupança vai ser importante para que os gastos dos últimos meses não acumulem.

 

 

2. Priorize os itens essenciais. 
Claro que você vai morrer de vontade de comprar tudo que ver pela frente. Mas, para economizar, é melhor focar no indispensável: os móveis. Pesquise preços de berço e cômoda e procure pagar à vista porque ao longo da gravidez outros gastos surgirão. Se não for possível, negocie parcelas sem juros.

 

 

3. Economize nos detalhes. 
Após comprar os móveis, é hora de pensar na decoração – e nos detalhes – do quarto. Para economizar, invista em tintas coloridas e com efeito de textura. Elas garantem um resultado muito legal e são mais baratas do que tecidos e papéis de parede.

 

 

4. Aceite ajuda. 
Os parentes e amigos mais próximos vão querer participar desse momento. Afinal, é uma alegria para todos receber um novo integrante da família. Não tenha vergonha e aceite os presentes que vão chegar com muito carinho.

 

 

5. Aproveite o chá de bebê. 
No sétimo mês, marque o evento e faça uma lista das coisas mais importantes. Quando os presentes chegarem, veja o que não ganhou e aí, sim, comece a comprar o que falta.

 

 

6. Maneire na escolha da lembrancinha. 
Se você perceber que vai se endividar com as lembrancinhas de maternidade, opte por bem-nascidos, que substituem os bem-casados das festas de casamento, ou escolha algo fácil para fazer em casa, como potinhos de brigadeiro de colher.

 

 

7. Faça trocas. Combine com parentes e amigos com filhos pequenos e promova permutas de roupas, acessórios, brinquedos e livros infantis em bom estado.

 

 

8. Invista em tamanhos grandes. 
Essa dica é clássica, mas não custa reforçar. Procure comprar, quando não ficar esquisito, peças um pouco maiores para o seu filho. Essa é uma forma de garantir que eles usem a roupa por mais tempo.

 

 

9. Não pague pela etiqueta. 
Escolher roupas caras por causa da marca é um luxo que só os pais fazem questão. Não caia nessa! Roupa tem que ser feita com um tecido confortável que não provoque alergia. E que sejam bonitas, claro.

 

 

10. Compre culotes com o pé dobrável. 
Assim, mesmo quando as peças começarem a ficar curtas, dá para continuar usando. É só dobrar o pé e colocar uma meia.

 

 

Fonte: UOl MULHER- Hong Yuh Ching, professor de administração da FEI, São Paulo, SP

 

 

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Sexo na gravidez! Tudo o que você queria saber, mas tinha vergonha de perguntar

 

Tudo o que você queria saber, mas tinha vergonha de perguntar : Foram meses de prática, sem a preocupação de usar camisinha ou anticoncepcionais, até que vocês finalmente engravidaram. Mas, então, surgem as primeiras dúvidas. Depois de tanto treino, como fica a vida sexual? Precisa tomar cuidado para não machucar o bebê ou você e seu companheiro podem tirar proveito dos hormônios para inovar ainda mais na cama?

 

Se a gestação estiver tranquila, o sexo está liberado do primeiro ao último trimestre – e melhor: pode ser mais prazeroso ainda. Isso porque a lubrificação da vagina aumenta, assim como o volume de sangue do organismo, o que deixa o corpo mais sensível à excitação. O que isso significa? Previsão de orgasmos frequentes e muito intensos. Por isso, nada de medo ou neuras! Para ajudar a manter a cumplicidade durante os nove meses, respondemos às dúvidas sexuais mais comuns dos casais grávidos, incluindo aquelas que ninguém tem coragem de perguntar. Acenda a luz e aproveite.

 

 

É seguro transar na gravidez?

Sim. O sexo é contraindicado apenas em alguns casos. Se a gestante tiver algum sangramento ou ameaça de aborto, mais comum no primeiro trimestre, por exemplo, o obstetra vai restringir as atividades físicas – e aqui se inclui a relação sexual. Outras situações em que pode ser melhor evitar o sexo: risco de trabalho de parto prematuro independentemente do motivo, hipertensão, placenta baixa (quando ela se situa na região inferior do útero, pode haver sangramento durante o ato sexual) e restrições físicas, como problemas de coluna, já no último trimestre da gestação. A gravidez de gêmeos, por causa da tendência ao trabalho de parto prematuro, também pode ser um empecilho na reta final da gestação. De qualquer forma, caso sinta dor ou apresente algum sangramento após transar, converse com o seu obstetra.

 

 

A estimulação dos seios oferece algum risco?

Esse estímulo, de fato, libera a ocitocina, que pode desencadear contrações uterinas. Por isso, o hormônio também é um mecanismo usado para induzir o trabalho de parto no final da gestação. É só a partir da 28ª semana que o útero tem a substância receptora desse hormônio em quantidade suficiente para iniciar uma contração. E, para surtir esse efeito, a estimulação tem de ser intensa e durar, no mínimo, uma hora. Em resumo, o risco existe no último trimestre, mas é baixo e vai depender das condições da gestante. Se você apresenta qualquer chance de entrar em trabalho de parto antes da hora, por exemplo, talvez seja melhor evitar. De qualquer forma, converse com o seu obstetra.

 

 

Sexo oral está liberado?

A grávida pode fazer e receber sexo oral sem maiores problemas. Vale apenas destacar que, como a lubrificação é mais intensa por causa dos hormônios da gravidez, pode ser mais lambuzado, digamos assim. Mas se o seu parceiro tiver herpes oral (também chamado de herpes tipo 1), melhor evitar. Pois, mesmo que ele não apresente os sintomas no momento (como vermelhidão e bolhas no lábio ou na boca), há risco de contaminar o bebê, principalmente nas últimas semanas antes do parto. Também tome cuidado para que ele nunca assopre dentro da sua vagina. Apesar de ser extremamente raro, isso pode causar embolia, uma obstrução de vaso sanguíneo que pode levar o bebê e você à morte.

 

 

E o anal?

Apesar de não existir na literatura médica recomendação formal contra o sexo anal, alguns especialistas o proíbem. Em primeiro lugar, porque o aumento do volume de sangue na região da pélvis favorece o surgimento de hemorroidas, principalmente no final da gravidez. Além de sangramento, a penetração anal pode causar dor nesse contexto. Outro motivo seria a transferência de micro-organismos do ânus para a vagina. Como a imunidade é naturalmente mais baixa durante a gravidez, a mulher torna-se mais vulnerável a infecções, o que faz com que essa prática seja menos segura. Pelo mesmo motivo, vale reforçar a higiene depois de qualquer tipo de relação sexual.

 

 

A penetração pode machucar o bebê?

Não. Dentro do útero, seu filho está protegido por diversas camadas de músculo e pelo saco gestacional (nome da bolsa que o envolve, onde ele “flutua” no líquido amniótico). Além disso, no colo do útero se forma uma camada de muco que “fecha” a entrada desse órgão, com o objetivo de mantê-lo livre de germes e bactérias. Esse tampão só vai ser eliminado pelo corpo dias ou horas antes do parto. Portanto, fique tranquila!

 

 

Pode usar vibrador?

Se está indo tudo bem com a sua gravidez, pode. O único cuidado é escolher um modelo de material maleável, para evitar qualquer laceração, e redobrar a higiene do aparelho.

 

 

Quais são as melhores posições para grávidas?

A maioria das mulheres se sente melhor por cima do companheiro, posição confortável até o final da gravidez. A partir da 20ª semana, quando a barriga começa a despontar, a posição de lado (você pode usar um travesseiro para apoio) também tende a ser a preferida dos casais grávidos. Isso porque deitar de barriga para cima pode causar falta de ar e, de bruços, o peso gera incômodo para a mulher.

 

 

Um orgasmo pode causar aborto?

Embora ele possa desencadear contrações, elas não são fortes o suficiente para iniciar o trabalho de parto – ainda que sejam orgasmos múltiplos. Como o útero é um músculo, qualquer tipo de movimento mais intenso pode contraí-lo, assim como a movimentação do bebê lá dentro. Mas elas também podem acontecer sem qualquer estímulo físico. Tais contrações são normais e esperadas ao longo da gravidez e funcionam como um treino do útero para o parto. E não se preocupe com o que seu bebê vai “sentir” durante a transa. Na verdade, quando a mulher atingue o clímax, a região pélvica fica muito vascularizada – ou seja, o feto recebe mais sangue e também as endorfinas liberadas, o que causa uma sensação de prazer, apesar de ele não entender o que está acontecendo.

 

 

Até quando pode transar?

Na teoria, até o dia do parto. Um estudo feito na Universidade de Malaya, na Malásia, reforça que o ato sexual não adiantaria o trabalho de parto. De acordo com os cientistas, são inconclusivas as evidências de que a prostaglandina (substância usada em forma sintética na indução do parto) presente no sêmen – assim como as contrações provocadas pelo orgasmo ou pelo estímulo dos mamilos – seria um gatilho para o trabalho de parto.

 

 

Mas e se não tiver vontade?

A ação dos hormônios da gravidez pode, sim, diminuir a libido de algumas mulheres durante a gestação. No entanto, o apetite sexual é influenciado por outros fatores, como a autoestima e a fantasia. Embora algumas mulheres se sintam poderosas e femininas grávidas, outras se veem menos sexy por conta do aumento de peso. É importante o casal conversar abertamente sobre o assunto, para que nenhum dos lados se sinta rejeitado.

 

 

Depois que o bebê nascer, quando é permitido voltar a fazer sexo?

Em geral, o útero precisa de pelo menos 40 dias para regredir, isto é, voltar ao tamanho de antes da gestação. Se a gestante fez uma cesárea, por causa da cicatrização do corte, leva-se mais ou menos esse tempo para fazer qualquer esforço com segurança. No parto normal, com a dilatação total do colo do útero, a região fica mais vulnerável a infecções – além disso, quando há episiotomia (corte no períneo para facilitar a expulsão do bebê), os pontos vaginais precisam de até três semanas para cicatrizar. Por causa de todas essas variáveis, a recomendação padrão é de esperar seis semanas após dar à luz, tempo em que você também vai se sentir mais segura – e menos cansada – para retomar o namoro.

 

 

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Camisinha e DST na gestação: mulher e bebê estão livres de doenças?

 

Camisinha e DST na gestação: mulher e bebê estão livres de doenças?

 

Quando a mulher está grávida tudo é dúvida. O lubrificante da camisinha pode causar alergia aos bebês? Pode-se usar a camisinha nas relações sexuais durante a gestação? Os especialistas são enfáticos: a camisinha ou o lubrificante contido nela não fazem mal para a criança. “Mas podem causar alergia em algumas mulheres, o que se manifesta por intenso prurido, inchaço, vermelhidão e desconforto na região após o ato sexual. Nesses casos, produtos hipoalergênicos podem ajudar. Quanto aos bebês, não tem risco algum”, elucida a ginecologista e obstetra Denise Gomes, diretora médica da Plena Clínica.

 

Quanto às doenças sexualmente transmissíveis, ou DSTs, é importante que a mulher se proteja caso ela ou o perceiro tenham algum tipo de doença, como HIV, herpes e gonorreia, todas transmissíveis ao bebê e que podem causar cegueira, surdez, meningite, hepatite ou outras doenças na criança. “Nesses casos, é preciso avaliar de qual DST se trata, realizar os tratamentos e prevenções adequados e avaliar o acometimento do bebê”, explica Denise. O cuidado é extremamente importante: “Isso é sério. Por isso a importância de se fazer um pré-natal adequado”, reforça a médica da Associação de Ginecologia e Obstetrícias do Rio Grande do Sul (Sogirgs) Sandra Scalco.

 

 

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Intestino preso na gravidez? Saiba o que fazer

 

Intestino preso na gravidez? Saiba o que fazer: A prisão de ventre no período gestacional é bastante comum e afeta boa parte das grávidas. Conheça as causas e descubra como minimizar o desconforto.

 

intestino preso é um incômodo comum durante a gravidez. A constipação aumenta conforme o progresso da gestação e ocorre por dois motivos: o primeiro é que, à medida em que a barriga cresce, o útero dilata, comprimindo o intestino e, consequentemente, causando a prisão de ventre. Já o segundo ocorre devido ao aumento do hormônio progesterona, que age deixando o intestino mais preguiçoso.

 

 

Outro fator que pode agravar o problema são os suplementos à base de ferro, geralmente prescritos pelo obstetra durante o primeiro trimestre. Sem contar que as mulheres em geral, grávidas ou não, evitam usar banheiros públicos para evacuar. Isso causa uma inibição do intestino, prejudicando o relógio biológico do organismo. “É preciso uma reeducação para não inibir o reflexo da evacuação. A forma mais segura de usar o banheiro público é fazer uma limpeza rápida na tampa do vaso com álcool em gel e forrá-la com papel higiênico”, aconselha a obstetra Sandra Maria Alexandre, professora do Departamento de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo.

 

O ideal é que a evacuação aconteça diariamente ou, no máximo, em dias alternados. Menos do que isso é um indício de que o intestino não está trabalhando corretamente. Caso a mulher já apresente constipação antes de engravidar, o quadro tende a piorar e ela pode desenvolver hemorroida, que é a inflação de veias ao redor do ânus ou reto. “É comum a paciente apresentar hemorroida interna ou externa, pois devido ao efeito compressivo e o ressecamento das fezes, ela faz mais força para defecar”, explica o obstetra Luiz Fernando Leite, do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP).

 

 

prisão de ventre não causa nenhum dano ao bebê, mas como traz bastante incômodo para a gestante é recomendável que ela incremente as refeições com alimentos ricos em fibras, comendo pequenas porções de 3 em 3 horas e mastigando bem os alimentos. A hidratação também é fundamental. O mínimo de água a ser ingerido por dia são 2 litros e a quantidade pode aumentar de acordo com a temperatura diária e a prática de exercícios físicos. Você pode até colocar uma rodelinha de limão, laranja ou umas folhas de hortelã no copo para dar um sabor especial. Em casos específicos, o obstetra pode receitar o uso de laxantes apropriados para as grávidas.

 

 

Alimentos recomendados: todos os que contenham fibras, como pão e arroz integral, barrinhas de cereal, verduras e legumes crus e cozidos, castanha-do-pará e caju, aveia, frutas com grande quantidade de água, como melancia, melão, abacaxi e ameixa, linhaça e gergelim nas refeições e água de coco.

 

 

Alimentos que devem ser evitados: aqueles muito condimentados, como pimenta ou mostarda, pois estufam e fermentam, doces, queijos, molho branco, brócolis, berinjela, massas, repolho, maçã, banana e goiaba.

 

 

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Moda na gestação! O que usar?

 

 

Moda na gestação! O que usar?: Comprar ou não comprar?

 

 

1. Antes de comprar o que quer que seja, analise bem o seu guarda-roupa e veja o que tem e pode adaptar, usando neste nova fase da sua vida. Existem, porém, peças às quais é quase impossível fugir, no que diz respeito à compra: calças e roupa interior específicas para gravidez.

 

 

2. Equacione pedir emprestado peças a amigas ou familiares que tenham sido mães há pouco tem. Umas calças de ganga, por exemplo, que não tenham sido muito usadas podem ser uma boa solução para si, se, claro, usar o mesmo tamanho.

 

 

3. Em relação a lojas com secções específicas para grávida, aqui ficam algumas com peças interessantes: La Redoute, H&M, Topshop, Gap e ASOS.

 

 

 

Moda na gestação! O que usar?: Que cores e padrões apostar?

1. No que diz respeito à cor, de uma maneira geral, as cores mais escuras tendem a ser mais elegantes. Mas isto não significa que não possa usar cores claras. Se o fizer, certifique-se que o tecido é suficientemente grosso para não se tornar transparente.

 


2. Se gosta de printsaposte sempre em estampados miúdos. Se a peça for justa, o estampado tende a “crescer”, quando o material é esticado, pelo que se o print for grande ficará ainda maior, e o efeito visual final não é bonito.

 

 

Quais as melhores peças?

1. Pode e deve dar uso a todas as camisolas e t-shirts de algodão com um pouco de elastano que tem no armário. São confortáveis e evidenciam a barriga, de forma elegante.

 

 

2. Aposte em casacos estruturados, cintados e com os ombros definidos, que dêem forma ao seu corpo. Aproveite os casacos que já tem, e use-os abertos – ao usar casacos abertos, com uma cor contrastante por baixo, cria uma linha na vertical no look que lhe dará a sensação de ser mais fina. Casacos longos ou de tamanho médio, sem lapelas e sem botões são igualmente uma ótima aposta.

 

 

3. Opte por decotes em V, para dar mais “comprimento” ao visual, tornando-a mais elegante. Evite golas subidas ou muito chegadas.

 

 

4. Vestidos e tops de corte império são bastante confortáveis e tornam a barriga elegante, não a evidenciando em demasia.

 

 

5. Se gosta de leggings, conjugue-as com botins ou batas altas com algum volume no cano, de modo a dar uma imagem de proporção à perna e não ficar estranho em comparação com o volume da barriga.

 

 

6. Como vai sentir mais calor do que o habitual, tenha especial atenção aos materiais que compõem as peças escolhidas. Prefira fibras naturais, como o algodão e realmente confortáveis ao toque, afastando de tudo o que tenha poliésteres, por exemplo.

 

 

Os melhores acessórios e sapatos?

1. Use colares compridos e simples e lenços soltos, para dar ao look uma sensação de maior comprimento, o que a fará parecer mais alta e magra. Ainda no campo dos acessórios, pode e deve usar peças marcantes – desde pendentes a pulseiras. Os mesmos têm o condão de disfarçar a atenção da barriga.

 

 

2. No que diz respeito ao calçadoconforto com estilo devem ser a palavra de ordem. As sabrinas são, por exemplo, boas companheiras, pois não apertam o pé e são confortáveis. Se é daquelas mulheres que anda sempre de saltos, experimente os modelos compensados, que lhe darão altura, sem retirar suporte e conforto.

 

 

Acima de tudo, desfrute muito e bem deste momento único e não descure os cuidados de beleza – use muito creme gordo ou óleo anti-estrias, de modo a prevenir que estas apareçam e use sempre proteção solar!

 

 

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De bom humor até o parto

 

Gravidez não tem de ser sinônimo de incômodo. Impossível evitar? Para a personal trainer Gizele Monteiro, autora de Guia Prático de Exercícios para Gestantes (Editora Phorte), o bem-estar é garantido por uma alimentação balanceada e exercícios físicos adequados. “E como medida de prevenção, esses cuidados devem começar logo nos primeiros meses”, avisa. Mas mesmo as sortudas que engordam pouco (o recomendado é de 9 a 12 quilos) e praticam atividades físicas podem se sentir cansadas e doloridas no terceiro trimestre. Segundo a fisioterapeuta especializada em gestantes Vanessa Marques, de São Paulo, as principais queixas são inchaço e dores nas pernas e na região lombar (estudos mostram que ela atinge até 80% das grávidas). Para aliviar os sintomas, as profissionais indicam alguns exercícios e massagens que vão fazer diferença na reta final:

 

 

1)   De bom humor até o parto: Estique as pernas em uma cadeira, mantendo-as em linha reta com o quadril. Movimente os tornozelos para cima, para baixo e em círculos. Você também pode fazer o mesmo exercício com as mãos: basta esticar os braços para frente e mover os punhos para cima, para baixo e em círculos.

 

 

2)De bom humor até o parto:  Sente-se na ponta de uma cadeira, com os joelhos flexionados em 90º. Depois, eleve os calcanhares do chão, como se estivesse na ponta dos pés. Você pode repetir essa sequência dez vezes, de hora em hora, no horário de trabalho, por exemplo.

 

 

3) De bom humor até o parto: Em pé, apoie-se em uma parede com as mãos. Em seguida, eleve os calcanhares de oito a dez vezes.

 

 

4) Sentada em uma cadeira, você pode pisar levemente sobre uma bolinha de tênis ou de borracha, empurrando-a para frente e para trás, massageando a planta dos pés.

 

 

5) Na mesma posição, faça movimentos circulares e pequenas pressões com a bolinha por toda a sua coxa.

 

6) O ideal é fazer uma combinação de exercícios aeróbicos (caminhada, hidroginástica, bicicleta) com outra atividade que fortaleça a musculatura (musculação, ginástica localizada, exercícios posturais, yoga) e alongamento. Mas atenção: o ritmo e a intensidade dos movimentos têm de ser adaptados à gravidez. Por isso, nada de praticar esportes sem o acompanhamento de um especialista.

 

 

7) Por último, a drenagem linfática continua sendo a massagem mais recomendada para as grávidas, por ser feita com movimentos suaves e relaxantes. Além disso, a pressão drena o líquido acumulado entre as células para os vasos linfáticos e, assim, favorece a circulação sanguínea e diminui os inchaços.

 

 

Fontes: Gizele Monteiro, autora de Guia Prático de Exercícios para Gestantes (Editora Phorte) e idealizadora do programa de exercícios Mais Vida Gestantes; Vanessa Marques, fisioterapeuta especializada em gravidez.

 

 

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Os perigos do salto alto na gravidez

 

 

 

Nos últimos dias, a socialite Kim Kardashian virou notícia nos sites de celebridades. Grávida de sete meses, a socialite não dispensou os sapatos de salto alto com tiras transparentes que, provavelmente, causaram bastante desconforto. Esse tema divide opiniões. “Os especialistas que são a favor do sapato baixo dizem que o desequilíbrio aumenta com o crescimento da barriga, principalmente a partir do quinto mês de gestação”, frisa a fisioterapeuta Mirian Zanetti, do Departamento de Ginecologia da Unifesp e diretora da ABRAFISM (Associação Brasileira de Fisioterapia em Saúde da Mulher).

 

 

Os perigos do salto alto na gravidez: Esse desequilíbrio ocorre porque alguns hormônios cujas taxas aumentam durante a gestação, como relaxina, estrogênio e progesterona, promovem a frouxidão dos ligamentos. Já que os ligamentos servem para manter as articulações que sustentam o nosso corpo, se eles se afrouxam, as articulações ficam mais frágeis e, consequentemente, suscetíveis a torções. O salto alto provoca mudanças no centro de gravidade do corpo, contribuindo para o desequilíbrio e trazendo riscos para as grávidas, como torções e quedas.

 

 

Além disso, o uso constante de salto alto na gravidez pode ocasionar uma hiperlordose lombar. Isso acontece quando a curvatura da coluna está acentuada, proporcionando dor, desconforto e má postura.

 

 

Se você não abre mão do salto, o ideal é escolher um modelo com até 3 cm de altura, de preferência anabela ou com salto quadrado. Os sapatos que tem a parte de trás fechada são melhores porque dão mais estabilidade.

 

 

Você pode, por exemplo, levar um par de tênis ou sapatos baixos na bolsa e calçá-los depois do trabalho (ou no final da festa). Ou passar para os modelos sem salto a partir das 25 semanas de gestação. Ou ainda abrir mão do salto para fazer as tarefas do dia a dia e reservá-lo para ocasiões especiais.

 

 

Como amenizar o inchaço

O inchaço nas pernas e pés é comum. Isso acontece porque, durante a gravidez, existe um aumento na quantidade de sangue e líquidos no organismo em geral. O sistema circulatório sofre uma alteração e, quando não dá conta, gera o problema. O crescimento do útero, que acompanha o desenvolvimento do bebê e comprime os vasos da região pélvica, também prejudica a circulação.
Segundo Mirian, algumas práticas que propiciam a contração na panturrilha auxiliam a redução do inchaço: “Caminhadas e descer e subir rampas na ponta dos pés são exercícios que ajudam”. Diminuir o sal e ganhar somente o peso ideal para a gestação também são importantes, assim como usar meia calça compressiva e fazer drenagem linfática. Essas últimas opções, no entanto, precisam ser analisadas pelo médico, pois algumas pacientes têm contra-indicações, como insuficiência renal, pressão alta e trombose”, ressalta Mirian.

 

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O que comer, e o que evitar na gravidez

 

O que comer, e o que evitar na gravidez: A gravidez é um período que exige mil e um cuidados com a saúde da futura mãe e do bebê. Dentre eles, vários têm a ver com a alimentação da mulher. Primeiramente porque ela precisa estar saudável para encarar os nove meses bem e depois porque tudo o que ingere, de alguma forma, impacta no desenvolvimento da criança. A seguir, especialistas indicam o que incluir nas refeições e o que evitar ou eliminar | Por Maria Laura Albuquerque nutricionista do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

 

Consumo indicado | Carnes vermelhas e carnes brancas: patinho, lagarto, sardinha, dentre outras carnes consideradas magras, são importantes para garantir que não falte ferro no organismo da gestante. Ele é essencial para evitar que a mulher desenvolva anemia depois do nascimento do bebê, já que ela perde muito sangue durante o parto.

 

Consumo indicado | Leite e derivados: fornecem cálcio, nutriente que a mulher perde durante a gestação para garantir a formação dos ossos e dos músculos do filho.

 

Consumo indicado | Folhas verde-escuro: espinafre, escarola e rúcula, por exemplo, não só abastecem o organismo com ferro, como também ajudam na reserva de ácido fólico, item importantíssimo para impedir que o bebê desenvolva defeitos de formação no sistema nervoso. “Além da alimentação, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que as gestantes tomem doses suplementares desse componente, em cápsulas, mas tê-lo no prato é válido também”, diz a ginecologista e obstetra.

 

Consumo indicado | Frutas: ricas em vitaminas e minerais, ajudam a manter o equilíbrio metabólico e são integrantes importantes para diversos processos biológicos que fazem a manutenção celular do corpo da mulher. “O ideal é que a grávida coma três frutas diferentes por dia, pois cada uma é rica em determinadas vitaminas”.

 

Consumo indicado | Água: de acordo com a ginecologista e obstetra Karen Abrão, quando grávida, a mulher corre o risco de desidratar facilmente assim como idosos e crianças. Por isso, precisa beber água com frequência, mesmo que não sinta sede.

 

Consumo indicado | Gengibre: indicado para evitar e combater enjoos porque tem 6-gingerol, que alivia os músculos gastrointestinais. “Basta cortar o gengibre em lascas e mascá-las”.

 

Consumo indicado | Leguminosas: feijão, grão de bico, soja e lentilha são fontes de ferro, proteínas e fibras. Eles contribuem para a formação dos tecidos e do sangue do bebê.

 

Consumo indicado | Turbérculos e raízes: mandioca, batata e mandioquinha, entre outros alimentos do grupo, são importantes porque são fontes de carboidratos, fornecedores de energia para a gestante. “As necessidades energéticas da mulher aumentam cerca de 20% durante a gravidez”.

 

Consumo indicado | Cereais: garantem dose extra de energia para a futura mãe. Thaís Ibitinga, nutricionista da Santa Casa de São Paulo, afirma que é bom que o corpo seja abastecido com esses alimentos para evitar que ele pegue energia de gorduras e proteínas, deixando esses itens para serem usados para o desenvolvimento da criança no útero da mãe.

 

Consumo indicado | Gorduras saudáveis: o organismo precisa de azeite de oliva, nozes e castanhas, fontes de gordura boa, para a formação do sistema nervoso do bebê.

 

Consumo moderado | Café: por ser rico em cafeína, aumenta o risco de abortamento e pode causar diminuição do peso fetal se consumido em excesso. Por isso, quanto menos, melhor.

 

Consumo moderado | Chocolate: se consumido em excesso, Thaís Ibitinga, nutricionista da Santa Casa de São Paulo, afirma que o doce pode ajudar na formação de gases e provocar cólicas na gestante, porque é composto por açúcares que o intestino tem dificuldade de processa.

 

Consumo moderado | Adoçante: embora não exista comprovação científica categórica, há sérios indícios considerados pelos médicos sobre os adoçantes à base de sacarina e ciclamato. Eles devem ser eliminados do cardápio porque podem causar problemas de desenvolvimento no bebê e até provocar o surgimento de cânceres futuros.

 

Consumo moderado | Sal: o ingrediente tão comum na culinária brasileira deve ser usado com moderação porque faz o organismo reter líquido e inchar, e a gravidez é um período em que a retenção acontece naturalmente.

 

Consumo moderado | Farinha branca: “se consumida de modo excessivo, altera a taxa de glicemia do sangue e com isso abre espaço para o desenvolvimento da diabetes gestacional, que torna a gravidez de risco”.

 

Consumo moderado | Linguiças e salsichas: ricas em sódio, fazem o organismo reter líquidos e, consequentemente, inchar. “Fazem parte do mesmo grupo macarrão instantâneo, frios, enlatados e alimentos processados”.

 

Consumo moderado | Bebidas gaseificadas: além de contribuir para o ganho de peso da gestante, se fizerem parte da alimentação rotineira, podem colaborar para a formação de gases intestinais na mulher, se ela tiver tendência à flatulência, causando desconforto.

 

Consumo proibido | Bebidas alcóolicas: embora não existam estudos clínicos que comprovem se a ingestão moderada de álcool faz mal para a criança, os especialistas são categóricos ao afirmar que o consumo deve ser suspenso. “Beber vinho ou outra bebida alcóolica de forma habitual pode provocar problemas no desenvolvimento da criança e desencadear atraso mental, hiperatividade e má-formação”.

 

Consumo proibido | Carnes cruas: “devem ficar fora do cardápio da gestante durante os nove meses”, diz a obstetra Karen Abrão. Segundo a médica, são fontes potenciais para a ocorrência de infecções bacterianas, que alteram a quantidade de líquido amniótico, e para o desenvolvimento de toxoplasmose, doença que pode causar sequelas cerebrais e oftalmológicas no bebê. Por também apresentarem risco de contaminação, devem ser evitados ovos crus ou mal cozidos, mel comprado em locais pouco confiáveis e demais alimentos que não apresentem certificação do Ministério da Agricultura ou do Ministério da Saúde.

 

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