4 coisas que todo filho gostaria que os pais soubessem

 

4 coisas que todo filho gostaria que os pais soubessem: Em diversos momentos do dia a dia, o seu filho não vai verbalizar sutilezas que, além de ajudarem em seu desenvolvimento, também são prova do seu amor por ele. Confira algumas delas:

 

Preste atenção em mim, e não apenas no que estou fazendo de errado

Claro que você quer educá-lo da melhor forma possível, e o tempo todo está fazendo isso, mas divida o tempo que fica com ele para apenas… CURTI-LO! Não importa a quantidade de horas que você está ao lado dele (mesmo!), mas, sim, o que acontece durante esse período. Seja espontâneo. Se você não é do tipo que rola no chão, há diversas outras formas de você mostrar que se preocupa com ele, como um bom bate-papo, um jogo de videogame, um livro lido a dois. O que faz diferença é você estar inteiro naquela hora.

 

 

Não me peça para ficar quieto quando estou com raiva, permita que eu fale o que estou sentindo

É difícil mesmo ver como seu filho tão pequeno pode estar tão abalado com alguma situação de que não gostou. Mas explodir e não deixar a criança expressar o que está sentindo faz com que ela se sinta desamparada por perceber a ira dos pais. Assim, ele se vê obrigado a guardar aquele sentimento para não ver os pais bravos. Isso pode trazer problemas de comportamento no futuro ou, ainda, regressões em seu desenvolvimento, como voltar a sujar as calças quando já largou as fraldas. Ajude a criança a lidar com a raiva, por meio do diálogo e do seu amor.

 

 

Eu já sei que errei e estou arrependido. Não precisa ficar tão bravo comigo

A ocasião mais complicada para dar uma punição em uma criança por mau comportamento é quando ela já está realmente arrependida do que fez. Se ela ficou triste com sua atitude errada, isso significa que sua consciência está viva e sadia. Além do que ela aprendeu errando. Ter essa consciência é o melhor impedimento para a repetição do erro. Ao perdoá-la, você ensinando-a a lidar com a culpa e aprendendo o sentimento de perdão. Nesses momentos a criança entende que você se preocupa com ela e o ama muito, independente do que possa acontecer. Isso é amor incondicional.

 

Eu sei que você quer me proteger, mas eu posso tomar algumas decisões e ajudar em diversas coisas no dia a dia. Basta você me ensinar. Aos poucos, você pode ajudar o seu filho a fazer as suas próprias escolhas em coisas simples, como escolher o tênis que quer usar, a escova de dentes do Batman ou do Buzz Lightyear. Toda vez que você deixa seu filho tomar uma decisão, ele sente que tem mais controle sobre sua vida, e é positivo. Ele vai passar a cooperar ainda mais para conseguir o controle que está constantemente procurando. Além disso, há muitas tarefas que a criança pode assumir, não só para ajudá-lo em casa, mas porque ele se sente importante em poder contribuir. Ele simplesmente precisa de você para lhe ensinar como fazê-las, seja na hora de arrumar a mesa, as gavetas, alimentar os animais de estimação.

 

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Marido provoca mais estresse do que filho, diz pesquisa

 

Marido provoca mais estresse do que filho, diz pesquisa!

 

 

O nascimento do filho pode gerar problemas de relacionamento para o casal. Entenda por que você vai perder mais a paciência com seu companheiro e veja algumas dicas para enfrentar as dificuldades.

 

O que é mais difícil para uma mãe: lidar com os filhos ou com o marido? Para muitas mulheres é o companheiro quem leva a pior nesse embate. Os resultados foram comprovados em uma pesquisa do site norte-americano Today.com, feita com 7 mil mães. Quando perguntadas sobre quais eram suas maiores fontes de estresse, o marido encabeçava a lista de 47% delas, ultrapassando as “categorias” filho e trabalho.

 

 

Agir como outra criança que precisa de atenção é um dos fatores que dá pontos extras aos homens da casa. As participantes do estudo alegaram que, após um dia corrido no trabalho, atenção e preocupação com as crianças e cuidados com a casa, muitas vezes não sobra disposição para se dedicar ao marido, o que acaba gerando cobrança e falta de compreensão – de ambos os lados.

 

 

A psicóloga Helena Maffei Cruz, da Associação Brasileira de Terapia Familiar (SP), explica que este tipo de conflito é normal, principalmente após o nascimento de um filho. Por tudo o que a mulher passa na gravidez, incluindo alterações hormonais, a maternidade é, segundo a especialista, uma experiência emocionalmente forte, que a deixa sensível e preocupada com a fragilidade do bebê. “Já o homem se vê perdendo o lugar de único objeto de atenção da esposa. Não raro, suas próprias fragilidades e dependências ficam à flor da pele e, muitas vezes, ele sequer consegue entender o porquê”, explica.

 

 

Por isso, acontece um descompasso na rotina do casal. “Para o pai pouco se altera. Ele continua saindo para trabalhar e faz suas atividades normais ao longo do dia. A mulher tem, no mínimo, quatro meses de licença e precisa aprender os ritmos do bebê, amamentar, perder o peso que ganhou na gravidez e voltar a olhar para si como a mulher do marido”, reflete a psicóloga.

 

 

A boa notícia é que todo período de adaptação passa. A terapeuta familiar Márcia Moreira Volponi, da PUC-SP, explica que a maturidade do casal no sentido de compreender que a história mudou com o nascimento do bebê acontece com o tempo. O mais importante é que que marido e mulher entendam que não podem abrir mão das necessidades que tinham antes da criança, como sair, viajar, conviver com amigos e, claro, namorar.

 

 

Uma ajuda vai bem

Mas, não é só a dificuldade de dividir a atenção entre marido e filho que tem estressado as mulheres. A falta de comprometimento dos homens com as tarefas domésticas é mais uma lenha na fogueira feminina. Uma em cada cinco participantes da pesquisa doToday.com afirmou não receber a ajuda suficiente do companheiro. Aí fica mesmo difícil não se estressar com um monte de louça para lavar na pia ou uma cama bagunçada.

 

 

Família cozinhando (Foto: Shutterstock)

Um levantamento recente feito pelo Instituto Pew Research (também nos Estados Unidos) mostrou que, de uns tempos para cá, os homens estão assumindo maiores cargas do serviço de casa, o que inclui cozinhar e cuidar das crianças. Porém, as mulheres continuam gastando duas vezes mais tempo com os filhos, independentemente de trabalharem foram de casa ou não.

 

 

“As novas gerações começaram a questionar o papel de pai-provedor, antigamente estabelecido. Hoje, a sociedade espera que os pais sejam presentes, levem seus filhos ao parquinho, ensinem a andar de bicicleta e que ajudem também nas tarefas de casa”, diz a psicóloga Helena Maffei. Para os homens que ainda não entraram nessa nova era, a dica é manter um diálogo aberto. Expor suas necessidades e pedir ajuda ao companheiro é uma boa forma de tentar dividir melhor as tarefas.

 

 

Um outro estudo liderado pela Universidade de Utah (EUA), mostrou que os casamentos são mais felizes quando marido e mulher dividem as atividades de casa. “Quando a mulher percebe que o marido está envolvido com as tarefas, o relacionamento fica melhor para ambos. Fazer atividades domésticas e demonstrar engajamento com os filhos são coisas que fazem os homens se conectarem mais a elas”, conta Adam Galovan, um dos autores do texto.

 

 

Para não deixar a relação esfriar

Estresse e irritação fazem parte do ambiente familiar. O que não pode é deixar que essas chateações se tornem grande parte do dia do casal. Confira três dicas simples para você não deixar o casamento esfriar após o nascimento dos filhos. Confira:

 

 

1. Conversem bastante. Para quê sofrer em silênico? Se alguma coisa não está boa, a primeira coisa que você deve fazer é expor o problema ao companheiro. Só assim vocês vão conseguir pensar em soluções.

 

 

2. Ache tempo para vocês. Não estamos falando exclusivamente de sexo. Depois do nascimento do filho, é importante que o casal ache uma brecha para conversar, se abraçar e passarem um tempo juntos – e sozinhos. Nessa hora, vale contar com o apoio de amigos e familiares para cuidar das crianças. Ainda que vocês bebam um bom vinho e falem o tempo todo das crianças, um momento como nos velhos tempos reanimará a relação.

 

 

3. Não infantilize a relação. Viver com uma criança faz você falar com vozinhas esquisitas e fazer brincadeirinhas “de criança”. Porém, nada de usar esses truques enquanto conversa com o companheiro (ou com qualquer parente ou amigo). Não se esqueça que antes de virarem pai e mãe, vocês eram marido e mulher.

 

 

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Férias com chuva! Veja brincadeiras para os dias chuvosos

 

Férias com chuva! Veja brincadeiras para os dias chuvosos: Brincadeiras para os dias de chuva. O tempo chuvoso lá fora não é desculpa para ficar em casa sem fazer nada. Selecionamos algumas ideias para você se divertir com seu filho. Veja só!

 

Menos de 1 ano

Escute uma música ao lado dele
Os bebês adoram sons. Ouvir música com ele não tem hora nem lugar. Mas deitar-se ao lado dele e curtir o momento, ver as reações do bebê, vai ser inesquecível. Vale um carinho, um sorriso, uma coceguinha.

 

Apresente novas sensações
Faça uma grande bola de chiclete e deixe-o estourar ou coloque uma luva bem macia e bem colorida e brinque com seu filho para ele sentir uma nova textura.

 

 

Entre 1 e 2 anos

Deixe-o descobrir o seu armário
Abra as portas do seu armário e deixe que ele use suas roupas, maquiagens, gravatas e a pasta do trabalho para imitar a mãe ou o pai.

 

Brincar de casinha
Criança brinca de casinha em qualquer lugar, mas fazer na cabaninha é melhor ainda. Pegue lençóis, travesseiros, almofadas, cobertores, pratinhos e copos de plástico, bonecos, livros e até uma lanterna. Aí é só prender o lençol em duas cadeiras ou amarrado na janela. Também vale usar aquelas cabanas prontas, fáceis de montar. Aproveite para entrar, junto com seu filho, no encantado mundo do faz-de-conta. É na brincadeira de casinha que ela treina os papéis na sociedade, usa e abusa da imaginação.

 

 

Entre 2 e 3 anos

Brincar de massinha
Além de criar as formas e os personagens que as crianças inventarem, a massinha possibilita ensinar a mistura de cores. Pegue uma bolinha de massa amarela e outra azul e faça a “mágica” para seu filho: misture as duas na frente dele e mostre a cor que vai aparecer. Alguns apetrechos deixam a brincadeira mais divertida. Existem caixas que vêm com a massinha e instrumentos para ele modelar. Mas serve o improviso, como um espremedor de alho, que dará forma de cabelos de bonequinhos.

 

 

Ver fotos da família
Seu filho vai achar um barato ver suas fotografias de quando era pequena, dos avós, das viagens e, claro, dele mesmo. É um momento de recordação para vocês dois e muito importante para a criação da identidade dele, entender como cresceu, quem é sua família. Para a brincadeira continuar, vocês podem renovar o álbum ou criar novos: a criança vai adorar participar.

 

 

Entre 3 e 4 anos

Vivo ou morto?
É bem simples: Um participante fica em pé, de frente para o grupo. Ele dá dois comandos: “vivo” – e todos têm de ficar em pé – ou “morto” – quando todos agacham. A diversão fica por conta de quem se atrapalha, erra o comando e sai do jogo. O único participante que sobrar será o vencedor.

 

 

Dançar no meio da sala
Dançar faz bem a qualquer um. Exercita o corpo, ensina ritmo e amplia o repertório musical. Coloque uma música bem gostosa e saia dançando com seu filho assim mesmo, no meio da sala. Dançar também é desenvolvimento social, pode aproximar de outras pessoas e oferecer possibilidades de integração pela vida toda.

 

 

Entre 4 e 5 anos

Brincar com recortes de revista
Separe algumas revistas velhas e deixe seu filho recortar a figura de que mais gosta. Depois, pegue a tesoura e corte uma parte da imagem. Cole esse recorte em um papel branco para seu filho completar a figura, fazendo o desenho do que falta. Isso vale para paisagens, objetos. Outra forma de brincar com revistas velhas é separar os olhos, bocas e narizes de várias fotos para depois montar rostos bem malucos em um papel. Vocês podem desenhar o contorno do rosto e preenchê-lo com os recortes.

 

 

família_cozinhando (Foto: Shutterstock)

 

Fazer biscoitos e bolos
Vá para a cozinha com o seu filho e reserve ao menos uma hora para a brincadeira. Deixe-o colocar os ingredientes, mexer a massa e pôr na assadeira. Ele vai se orgulhar quando vir o resultado do prato que ajudou a preparar.

 

 

Entre 5 e 6 anos

Telefone sem fio
Brincadeira coletiva que desenvolve a audição, a concentração, a oralidade e a memória. O primeiro da fila cochicha no ouvido do amigo mais próximo uma palavra ou frase. Este faz o mesmo com o seguinte, e assim por diante. O último diz em voz alta o que entendeu, e a graça está aí: geralmente é bem diferente daquilo que o primeiro falou.

 

Banho das bonecas
Encha a banheira ou uma bacia e promova uma tarde de beleza para as bonecas. Se não estiver frio, as crianças podem até entrar junto na água com espuma. Depois de dar banho, as garotas vão se divertir com a produção: secando, fazendo escova no cabelo, maquiando e criando novos looks para as bonecas.

 

 

A partir de 6 anos

Imitar bichos para outros adivinharem
A partir das observações da natureza feitas durante passeios ao ar livre, as crianças já conseguem imitar bichos. Aproveite para usa rssa capacidade e brincar de mímica.

 

 

Jogo da velha
Passatempo mais simples e fácil, impossível. A dupla de jogadores só precisa de uma folha de papel e dois lápis. Ou um chão de cimento e pedaços de giz. E se não tiver nada disso, vale a areia e duas varinhas para desenhar. O “tabuleiro” é composto por três linhas e três colunas. Uma pessoa marca com “X”, outra com “O”, alternadamente, nos espaços vazios. O objetivo é conseguir três “O” ou três “X” em linha horizontal, vertical ou diagonal, e ao mesmo tempo impedir o adversário de ganhar na próxima jogada. A lógica é fácil de deduzir, por isso é comum “dar velha”, ou seja, empatar.

 

 

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Vacina do HPV será oferecida gratuitamente no Brasil para meninas entre 10 e 11 anos

 

Vacina do HPV será oferecida gratuitamente no Brasil para meninas entre 10 e 11 anos.

 

 

No ano que vem, o Ministério da Saúde pretende vacinar prioritariamente meninas na faixa etária de 10 e 11 anos. Saiba mais

 

Vacina do HPV será oferecida gratuitamente no Brasil para meninas entre 10 e 11 anos: A partir de 2014, a vacina contra o HPV será oferecida na rede pública brasileira. O vírus do papiloma humano é responsável por cerca de 90% dos casos de câncer do colo de útero, o segundo tipo de câncer mais frequente em mulheres. Ele é transmitido através do contato sexual.

 

O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda (1) que no próximo ano meninas entre 10 e 11 anos e 11 meses  já poderão receber todas as doses da vacina gratuitamente. Essa será a faixa etária prioritária da vacinação. As meninas com 12 anos incompletos ainda não terão direto à vacina de forma gratuita. A data de início ainda não está definida, mas deve ser próxima à retomada do ano letivo. O governo pretende distribuir 18 milhões de doses por todo o país em 2014. A vacinação deverá acontecer nos postos de saúde e nas escolas públicas e particulares.

 

A idade mínima para tomar a primeira dose foi definida a partir de pesquisas sobre o início da vida sexual das adolescentes brasileiras. Atualmente, cerca de uma em cada cinco mulheres no oitavo ano do ensino fundamental (13 ou 14 anos) afirma já ter feito sexo, de acordo com dados do Ministério. As evidências científicas mostram que a vacina é mais eficaz quando introduzida antes do início da atividade sexual.

 

A vacina que será disponibilizada pela rede pública será a quadrivalente, que protege contra quatro tipos do vírus: subtipos 6, 11, 16 e 18. Estima-se que os dois últimos sejam responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero. Ela é dada em três doses. A segunda deve ser tomada dois meses após a primeira e a terceira seis meses após a segunda.

 

A vacina será produzida pelo Instituto Butantan a partir de uma parceria com a empresa MerckSharp&Dohm, que detém a tecnologia. Haverá uma transferência de tecnologia e a expectativa é que até 2018 o Instituto tenha absorvido todo o ciclo tecnológico da produção.

 

Estima-se que mais de 290 milhões de mulheres no mundo sejam portadoras do HPV. No Brasil, cerca de 685 mil pessoas são infectadas pelo vírus a cada ano e 4.800 mulheres morrem em decorrência do câncer de colo de útero.

 

Segundo o Ministério da Saúde, haverá durante o próximo semestre um esforço para informar a população sobre a novidade. Também será necessário conscientizar os pais e as adolescentes da importância da vacina. Por ser um vírus relacionado à atividade sexual, o Ministério quer evitar que se construam tabus em torno do problema. Além disso, será preciso deixar claro que a vacina não eliminará a necessidade de uso da camisinha durante as relações sexuais, já que a vacina não protege contra todos os subtipos do HPV nem contra outras doenças sexualmente transmissíveis.

 

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Queimadura Infantil, saiba o que fazer!

 

Queimadura em crianças

Nada de passar margarina, pasta de dente ou clara de ovo em queimadura. Saiba o que fazer se esse acidente acontecer com seu filho.

 

 

Por mais que você nunca deixe seu filho chegar perto do fogo, acidentes acontecem e é preciso estar preparado para cuidar de eventuais queimaduras. E elas costumam acontecer de várias formas. Os bebês, por exemplo, podem se queimar no banho ou com bolsas de água quente, já que a pele deles é mais sensível. Quando começam aengatinhar, se deparam com tomadas e fios

 

 

de aparelhos eletrônicos (que muitas vezes provocam choques e queimaduras) e são capazes de puxar a toalha da mesa com alimentos quentes em cima. A cozinha da sua casa também merece atenção redobrada: seu filho pode queimar a palma da mão na tampa do forno ou mexer nos cabos das panelas. A solução é ficar alerta mas, se mesmo assim ele se queimar, veja o que fazer:

 

 

– Coloque a área afetada embaixo da água corrente por cinco minutos, para aliviar a dor, limpar o local e impedir que a queimadura cresça. Isso porque o tecido da pele fica quente e o calor pode se espalhar, afetando os tecidos vizinhos.

 

 

– Não estoure bolhas, pois isso pode virar porta de entrada para infecções, nem passe receitas caseiras na queimadura.

Pasta de dente, margarina e clara de ovo podem atrapalhar o processo de cicatrização, já que aumentam a chance de infeccionar.

– Se a criança reclamar de dor, ligue para o pediatra e peça uma indicação de analgésico.

 

– Se seu filho queimar o rosto, as mãos, a região genital ou uma superfície maior do que a da palma da mão dele, precisa correr ao hospital. As bolhas também são um sinal de alerta para procurar um médico, já que indicam uma queimadura mais séria. Se for uma área menor (como a pontinha do dedo) e não tiver bolha, basta lavar, dar analgésico e hidratar com cremes próprios, sempre acompanhando para ver se o machucado piora.

 

 

– Queimadura de sol é como a de fogo. O mais importante é ver se tem bolha, o que caracteriza um caso mais grave. Se estiver só vermelho, a orientação é tomar muito líquido para hidratar e ficar de olho na temperatura, porque pode dar febre.

 

 

– As queimaduras podem ser de 1º grau, quando a pele fica vermelha e dolorida, de 2º grau, que apresenta bolhas, ou de 3º grau, que, apesar de não doer, é a mais grave e forma uma casca escura ou esbranquiçada. Nos casos leves, o ferimento desaparece sozinho em até uma semana.

 

 

Fontes: Ricardo Simões Morando, pediatra do Hospital e Maternidade Rede D’Or São Luiz (SP) e David Gomes, cirurgião plástico responsável pela unidade de queimaduras do Hospital das Clínicas (SP)

 

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No mês das festas juninas, inspire-se em ideias para aniversários

 

No mês das festas juninas, inspire-se em ideias para aniversários: Distribuídos em caixas forradas de juta, os doces criados contribuem para a decoração colorida e alegre dessa mesa de aniversário com inspiração junina, que tem como pano de fundo o tecido listrado e as bandeirinhas de papel forradas de algodão estampado. Os arranjos de gérberas e trigo arrematam as extremidades da mesa.

 

 

No mês das festas juninas, inspire-se em ideias para aniversários: O chapéu de palha decora e ainda serve como bandeja para os doces de leite embalados em palha.

 

 

No mês das festas juninas, inspire-se em ideias para aniversários: Mais uma ideia para inspirar quem quer fazer uma festa de aniversário com o tema junino. A cobertura em fondant (pasta americana) dos cupcakes confecionados lembram tramas de cestaria. O doces estão em formas de papel xadrez que seguem as cores da comemoração.

 

 

Criados por Lis Fonseca, os bolinhos de chocolate espetados em palitos (“cake pops”) assumem a forma divertida de cabeças de meninas caipiras nessa proposta de decoração junina para festa de aniversári.

 

 

Nesse aniversário em clima de festa de junina, as amêndoas caramelizadas foram colocadas em embalagens cônicas de papel listrado rosa com fita e cartão estampado com um “N”, letra inicial de Nina, a aniversariante.

 

 

A festa de aniversário de um ano de Enrico foi inspirada no tema “fazendinha”, que casa bem com o período de festejos juninos. Musgos e feno foram evidenciados pelo tecido xadrez alaranjado.

 

 

 

O menu foi desenvolvido com uma pegada de fazenda”, que optou por docinhos de fruta esculpidos na forma de animais, como galinha d’angola e porquinho. Também contribuem para a decoração temática junina dessa festa de aniversário as minicaçarolas azuis, recheadas com brigadeiro.

 

 

Além de paçoca, amendoim e cocada, o cardápio da festa de aniversário com tema junino de Pedrinho incluiu o munguzá, iguaria feita de grãos de milho que é típica da culinária nordestina.

 

Fonte UOL MULHER

 

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