Limpar a chupeta das crianças na sua boca pode protegê-las contra alergias?

 

 

 

Colocar a chupeta dos filhos na própria boca antes de devolvê-la às crianças pode reduzir o risco de desenvolvimento de alergia durante os primeiros anos de vida. Essa foi a conclusão de um estudo inusitado divulgado esta semana na Pediatrics, renomada publicação científica norte-americana.

 

O objetivo do estudo era descobrir se os métodos de limpeza das chupetas afetava o risco de as crianças manifestarem alergias. Um grupo de 184 crianças foi acompanhado durante os três primeiros anos de vida. Quando os bebês tinham 4 meses, os pesquisadores coletaram uma amostra de suas salivas. Aos 6 meses, os pais foram questionados sobre o uso de chupetas e os métodos de limpeza. Mais tarde, aos 18 e aos 36 meses, os médicos fizeram alguns testes para identificar se elas tinham algum tipo de reação alérgica.

 

Analisando os dados, eles perceberam que os filhos dos adultos que limpavam a chupeta colocando-a na própria boca apresentaram menor incidência de asma e dermatite aos 18 meses. Aos 36 meses, a maior proteção contra dermatite permaneceu. A hipótese dos cientistas responsáveis pelo estudo é que a transferência de micro-organismos através da saliva estimularia o sistema imunológico dos bebês.

Os pais, no entanto, não devem interpretar essa pesquisa como desculpa para usar essa técnica de “limpeza”. Jean Gorinchteyn, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (SP), afirma que especialmente no caso de crianças menores esse hábito pode ser perigoso. “Com a saliva, os pais podem transmitir também vírus e bactérias contra os quais a criança ainda não está protegida. Um exemplo disso é a coqueluche. Se a criança ainda não tomou as vacinas e entra em contato com a bactéria pode apresentar formas graves da doença.”

 

Claro que a criança precisa, aos poucos, entrar em contato com antígenos, mas a exposição precoce (quando a criança ainda não recebeu a maior parte das vacinas e não está com seu sistema imune maduro) pode deixá-la doente à toa. “As crianças irão para a creche ou escolinha, vão se socializar, trocar entre si lanches, brinquedos, pegar a chupeta da outra”, diz Jean. Ou seja, esse processo acontecerá naturalmente e forçar a barra pegando a chupeta do seu filho poderá fazer mais mal do que bem para ele.

 

Seu filho usa chupeta? Veja o jeito certo de higienizá-la

 

– Esterilize-as todos os dias durante o primeiro ano do seu filho;
– A esterilização pode ser feita em recipientes adequados onde você deve deixar chupeta na água fervente por cinco minutos;
– Assim que acabar a esterilização, não deixe os objetos no local onde foram esterilizadas. Retire-as da fervura, passe em água corrente, seque e guarde em local limpo;
– Troque os bicos da mamadeira e da chupeta a cada dois meses.

 

Fonte/ Revista Crescer

 

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Os 6 erros mais comuns na hora de alimentar seu filho

 

Preparar a refeição com todo o carinho, chamar o filho para comer, mantê-lo sentado à mesa com os demais para fazer uma refeição em família. Parece fácil, mas, na prática, a hora de comer pode se transformar em uma batalha. Para vencer essa luta, pais e mães acabam lançando mão de alguns artifícios que até parecem resolver no momento, mas se tornam um problema no futuro.

 

Veja quais são as situações em que os pais mais se atrapalham na hora de alimentar os filhos e confira as melhores estratégias para contornar cada problema:

 

1 – Pressionar os filhos a comer mais

Um estudo realizado pela Universidade de Stanford com 62 famílias, que tinham filhos de 2 a 4 anos com alto risco de obesidade, revelou que diminuir a pressão na hora de comer reduz também o risco de obesidade entre as crianças. A nutricionista Maria Emília Suplicy, do Hospital Pequeno Príncipe (PR), explica. “Quando a criança é forçada a ‘limpar o prato’, acaba perdendo o senso de saciedade.”

 

O QUE FAZER: Comer bem não é comer muito. Ofereça uma quantidade moderada de alimentos ao seu filho para que ele se acostume a comer até ficar satisfeito, e não estufado. Se ainda estiver com fome, vai pedir mais – para a sua alegria!

 

2 – Inventar apelidos ou camuflar vegetais

Pesquisadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, analisaram o comportamento de 147 estudantes, de 8 a 11 anos, durante o recreio em diferentes escolas americanas. E constataram que crianças comiam mais alimentos saudáveis quando o nome real deles era substituído por apelidos mais instigantes, como ‘pequenas árvores saborosas’, em vez de brócolis. Essa é uma prática comum, assim como camuflar vegetais que não agradam as crianças no meio da comida. Essas táticas podem até ser eficientes a curto prazo, mas são prejudiciais. À medida em que a criança cresce, ficará mais difícil driblá-la, e ela passará a se negar a comer os alimentos.

 

O QUE FAZER: Converse com as crianças sobre os benefícios reais trazidos por alimentos saudáveis. Não é preciso dizer que a cenoura fará com que seu filho tenha visão de raio-X, por exemplo, basta falar que ela faz bem à visão, a pele, entre outras coisas. Quanto mais cedo começar essa conversa, mais fácil será convencê-lo.

 


3- Mandar as crianças para fora da cozinha enquanto você prepara a refeição

Fogo, faca, forno. A cozinha é mesmo o cômodo mais perigoso da casa. Mas especialistas afirmam que cozinhar junto com o filho pode ajudar a mudar os hábitos alimentares dele e até estimulá-lo a consumir mais verduras e legumes.

 

O QUE FAZER: Sempre com você por perto, seu filho pode, sim, brincar com massas, lavar uma fruta e ajudar a misturar ingredientes, por exemplo. E mesmo no cadeirão, ele pode observar você no preparo das refeições. Assim, entre um prato e outro, vai conhecer os legumes e se interessar por eles. Levá-lo à feira ou ao supermercado e permitir que ele escolha alimentos também é uma boa forma de incentivá-lo a ter uma alimentação saudável.

 


4 – Deixar as guloseimas longe das crianças e oferecê-las como recompensa

Onde você guarda as guloseimas na sua casa? Esse lugar pode fazer toda a diferença. Você sabe bem que criança adora tudo que é proibido e também gosta de brincar de caça ao tesouro, então, esconder doces e guloseimas pode ser um estímulo.

 

O QUE FAZER: Para evitar que seu filho coma guloseimas sem parar, crie regras de consumo, diga a ele quando e em que situações poderá comer. Isso fica mais fácil quando a criança ainda é pequena, porque ela se acostumará. Mas, se seu filho já é maior, deixe os doces para os fins de semana. Se ele pedir mesmo assim, seja forte e diga não. Também não vale oferecer como recompensa em troca de um ‘prato limpo’: isso pode fazer com que a criança encare a comida como vilã.

 

5 – Oferecer verduras e legumes sem graça

Se tem uma coisa com a qual todo mundo concorda é que ensopadinho de chuchu não é um prato que se possa chamar de tentador. Mas dá para deixar as verduras e legumes um pouco mais atrativos, sim!

 

O QUE FAZER: O trabalho começa já na hora da compra. Vegetais frescos têm aparência melhor. Cuidado para não deixar aqueles que precisam ser preparados no vapor passar do ponto, desligando o fogo quando eles ainda estão crocantes. E não é preciso decorar cuidadosamente o prato, com carinhas, por exemplo, todos os dias. Como isso também é uma forma de camuflar os alimentos, use a tática com moderação (em dias especiais, por exemplo). Cortar em cubinhos ou em rodelas já é suficiente.

 

6 – Desistir rápido demais ao oferecer um novo alimento

Pense no milho. Ele pode ser apresentado em diferentes formas: na salada, cozido, refogado, como bolinho, creme, suco e até bolo. Este é o exemplo que você precisa seguir em casa antes de dizer que seu filho não gosta mesmo de determinado alimento.

 

O QUE FAZER: Os pediatras aconselham a oferecer o mesmo alimento, pelo menos, de sete jeitos diferentes e várias vezes. Não é um exagero. A criança pode não comer no primeiro dia, mas aos poucos, a forma de apresentação ou a curiosidade vai levá-la a experimentar e ele pode gostar. Mas, se depois de todas as tentativas ela continuar se recusando a comer, aí sim, você pode dizer que ela não gosta.

 

Fontes: Harriet Worobey, nutricionista e professora da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, e Maria Emília Suplicy, nutricionista do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

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Acabe com o drama na hora do banho.

 

Acabe com o drama na hora do banho.

Chorar, quando se trata de bebês, é normal. Até porque essa é uma das poucas formas que eles têm de se comunicar com você. Alguns, porém, fazem mais drama na hora do banho do que outros. Saiba como contornar o chororô nesse momento em todas as idades.

Fraldinha milagrosa:
É comum que os recém-nascidos chorem bastante nos primeiros banhos. Uma dica da época das nossas avós é colocar uma fraldinha de pano no fundo da banheira. Ao entrar na água e sentir o tecido encostando no seu corpo, diminui a sensação de que ele vai cair. O bebê se sente mais seguro e para de chorar.

Pato de borracha:
Desde bebê, os brinquedinhos de banho podem ajudar a acabar com o choro. Bolinhas, bichinhos que espirram água e livros próprios para água costumam funcionar. Quando seu filho já estiver maior, peça que escolha um boneco para levar junto e incentive-o a dar banho nele também. Enquanto você lava a cabeça, a barriga, as orelhas, ele faz o mesmo no brinquedo.

No balde:
Especialistas holandeses criaram essa forma inusitada de dar banho em bebês há 15 anos. De lá para cá, ficou mais do que comprovado que os pequenos realmente relaxam no banho de balde. Se o seu filho chora muito na banheira, vale tentar essa alternativa. Existem os ofurôs específicos para isso, mas você pode usar um balde comum sem problemas. Ele só precisa ser utilizado exclusivamente para essa função, ser transparente (para facilitar a visualização) e com a borda virada para fora, para não machucar a criança.

Banho de espuma:
Após os 2 anos, dá para fazer uma verdadeira farra com espuma! Existem produtos específicos para os pequenos, para não arder os olhos, o que causaria ainda mais chororô. Dá para brincar de se esconder, fazer castelos, assoprar e ele nem vai lembrar que não queria entrar no banho.

“Não quero sair!”
Se essa é a frase que você mais ouve do seu filho no banho, aí o choro vem no final de tudo. Invente uma brincadeira para o “seca, seca” e conte o que vão fazer em seguida. Se já estiver na hora de dormir, peça que ele já pense em qual história gostaria de ouvir e assim vá distraindo-o. Caso ele ainda seja bebê e chore para sair do banho, pode ser frio ou vontade de ficar um pouco mais ali, naquele contato gostoso com a mãe ou o pai. O melhor a fazer é enrolar na toalha e dar um abraço bem apertado!

Fonte/ Revista Crescer

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Quarto do bebê: Sugestões para decorar áreas apertadas

 

O espaço é pouco, mas com criatividade, cores e móveis adequados, o espaço vai ficar lindo. Como em um quebra-cabeça, a designer de interiores Sara Liba Korn conseguiu encaixar todos os móveis necessários neste quarto de 2,75 m por 3,20 m.

 

Não existe problema em colocar móveis encostados em outros, desde que não atrapalhe seu uso. Nesse caso, por exemplo, o acesso ao berço não ficou prejudicado. A cama com gavetões funciona como mais um armário. Dá para guardar desde lençóis, toalhas e fraldas até CDs e bichos de pelúcia.
A poltrona de amamentação pode ser uma cadeira confortável. Dependendo do estilo, ela faz o diferencial no quarto. Outra solução que derruba um tabu: um pedaço da cama fica encaixado no trocador, mas não perde sua função. Isso pode ser feito desde que fique bonito. A prateleira embutida no trocador serve como apoio na hora das trocas de fralda ou roupa.

 

 

Mesmo que o cômodo seja pequeno, você pode conseguir espaço para colocar o essencial – berço, cômoda e cadeira para amamentar -, caso do projeto da loja Belle Petit.

 

Uma faixa no alto da parede, em um tom diferente do restante, dá a impressão de que o quarto é um pouco maior.

 

Paredes de cores claras dão sensação de amplitude. Para potencializar o efeito, escolha móveis também de cor clara.

 

Prateleiras colocadas na parede sobre o trocador servem para organizar os brinquedos que o bebê vai ganhar. Ou, se preferir, objetos usados nas trocas de fralda.

 

 

Veja algumas dicas para aproveitar bem o espaço:

 

1. Dê prioridade à circulação. Não adianta colocar cômoda, berço, cadeira e a cama da babá se você não conseguir caminhar entre os móveis.

 

 

2. Escolha móveis básicos, que agreguem mais de uma função. Cômodas compactas podem ter sapateira e varão para cabide.

 

 

3. Existem modelos de berços menores que os mais tradicionais. Eles possuem 70 cm de largura por 1,30 m.

 

 

4. Cortinas até o teto ampliam o ambiente. Prefira tecidos leves, vaporosos e transparentes para garantir uma boa iluminação.

 

 

5. Cadeiras para amamentação já são produzidas em modelos compactos, de 70 cm por 70 cm.

 

 

6. Se a cama da babá for imprescindível, mas não couber no espaço, coloque-a no lugar da cadeira de amamentação e compre uma almofada que lhe dê suporte. Outra opção é comprar uma cama menor, de 75 cm por 1,85 m.

 

 

7. Não abuse na decoração. Ou você escolhe prateleiras na parede ou quadrinhos.

 

 

8. Tapetes devem ser proporcionais ao tamanho do quarto. Os de tear, feitos de algodão, em cor palha ou em dois tons, dão charme sem poluir o visual do ambiente.

 

 

9. Prefira pintar as paredes com cores claras e lisas. Pinturas com desenhos ou com listras, por exemplo, roubam a cena e diminuem o ambiente. Se quiser, eleja uma parede e pinte-a com uma cor mais escura, para compor com o tom claro. Outra opção é pintar todas as paredes do quarto até a metade, colocando um tom pastel na parte superior.

 

 

10. Pisos laminados ou de vinil e carpete de madeira ampliam o espaço.

 

 

Revista Crescer

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