11 Dicas para estimular seu filho a gostar de ler

 

 

1. Quarto, sala, cozinha, banheiro… não importa onde os livros estejam guardados em casa devem estar acessíveis em armários, estantes ou prateleiras baixas, para as crianças pegarem com facilidade.

 

2. O ideal é que sejam mantidos limpos e organizados de forma mais simples para você e seu filho (por gosto, temas, ordem alfabética…).

 

3. Livro impecável é livro não lido. Ensine seu filho a cuidar e preservar o livro mas não exagere: tem que ter cara de usado mesmo, de mexido e remexido.

 

4. A hora da leitura é troca de afeto. Você para tudo e lê para a criança e ela entende o recado: ao pegar e escolher um livro você está mostrando o carinho que sente por aquele objeto e seu filho vai aprender a amá-lo também.

 

Hora e lugar certos?


5. Ler antes de dormir é uma delícia e muito útil, mas boas leituras podem acontecer de manhã cedo, depois do café da manhã, na volta da escola, após o almoço de domingo… Toda hora é hora.

 

6. Em uma sala de espera de consultório, em uma viagem de carro, no quarto, na sala, no jardim, no banheiro… O importante é a leitura acontecer quando houver disposição por parte da criança e de quem lê para ela.

 

7. Ver os pais lendo é um dos melhores incentivos. Aproveite a hora em que você está com o livro em mãos para estimular também na criança a leitura individual: enquanto você está com o seu, ela escolhe e folheia um da maneira que quiser. Ótimo treino para quando ela começar a ler sozinha.

 

Um jeito especial de ler


8. Leia com calma, degustem o livro em parceria. Se a criança tiver vontade de ficar mais tempo numa ilustração ou se quiser fazer perguntas, deixe a conversa rolar. Se for o caso, use um marcador e continue a leitura no dia seguinte. Não se prenda ao tamanho do livro nem à obrigação de concluí-lo em um só fôlego.

 

9. Evite fazer a leitura em um único tom de voz. Vá mudando a entonação de acordo com os momentos da trama, troque olhares com a criança, faça comentários, perguntas, dê risada, chore, expresse suas emoções!

 

10. Interrompa a leitura em alguns momentos se estiver lendo um livro mais complexo, e converse com seu filho sobre a história. Assim você cria oportunidade de ele questionar.

 

11. Se a criança for quem estiver lendo em voz alta, evite corrigi-la em eventuais erros e tropeços, faça poucas interferências e com suavidade. Para crianças que ainda não têm fluência, leituras intercaladas do tipo jogral, podem ser interessantes.

 

Fonte/ Revista Crescer

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Cólica: mitos e verdades

 

 

Chás ajudam a diminuir a cólica? Segundo os especialistas, não há qualquer comprovação científica de que os chás tenham efeito sobre as cólicas. Eles podem até fazer o bebê parar de chorar, mas é porque a atenção dele foi desviada para uma sensação nova no paladar. Esse seria, como dizem os médicos, um efeito placebo. E como a ingestão de chá (ou de qualquer líquido) pode atrapalhar o sucesso da amamentação no período de aleitamento exclusivo, melhor evitar. E lembre-se: a indicação de qualquer medicamento para cólicas só pode vir do pediatra.

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Colocar o bebê para arrotar pode evitar cólicas? Evita outro desconforto para o bebê, semelhante à cólica, que é a retenção daquele ar deglutido na amamentação. Mas a cólica tem origem na ação intestinal.

A alimentação da mãe tem influência? Segundo os especialistas, não há estudos científicos que comprovem esse efeito. Como acontece com qualquer pessoa e em qualquer fase da vida, a alimentação deve ser pautada pelo bom senso. No entanto, fique de olho. Se você comeu muito chocolate, café ou uma comida pesada e seu filho teve mais gases, é melhor evitar. A experiência de observação é importante nesse período.

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A ansiedade dos pais piora o problema? Com certeza, pois deixa o bebê mais agitado, tenso, desconfortável. Certa ansiedade, no entanto, é inevitável. Um bebê novo em casa provoca muitas mudanças. Os pais estão conhecendo o filho e aflições e dúvidas são naturais. Ter consciência disso e de que o choro do bebê é o único recurso de comunicação dele, e não um problema, já é um primeiro passo para aliviar a ansiedade. Os pais também perceberão que a cólica tem horário certo. Assim, a dica é fazer com que o ambiente esteja o mais tranqüilo possível nesse momento. Evitar que muitas pessoas estejam no local e colocar uma música suave pode ajudar a criar um clima mais relaxado. Será bom para os pais e para o bebê.

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Fonte/ Revista Crescer

 

5 maneiras de o pai criar laços com o bebê

 

 5 maneiras de o pai criar laços com o bebê: O bebê passa nove meses na barriga da mãe. É ela quem dá à luz e, depois, fica mais um bom tempo amamentando. Tudo isso faz com que os laços entre mãe e filho sejam naturalmente mais fortes. Mas e o pai? Onde ele entra nessa história? É normal que a mãe seja a figura central da vida do bebê, principalmente nos primeiros meses, mas o pai precisa – e deve – ter seus momentos especiais com o filho. Importante para você e ainda mais para ele. Veja como!

 

 

1 – Banho a dois: Se tem algo que os pais adoram é dar banho no bebê. É um momento divertido e de interação pura. Você pode fazer isso logo que ele nascer: é só dar o primeiro banho. Aproveite para pedir algumas dicas para as enfermeiras, mas não se preocupe muito, pois você logo vai encontrar o seu jeito de deixá-lo limpinho. Aproveite para brincar com ele, fazer contato visual e demonstrar todo o seu cuidado e atenção.

 

 

2 – Converse: Sim, seu filho ainda não entende uma palavra do que você diz, mas sabe quando o papo é com ele. Não se sinta maluco em falar com seu bebê, pois esta é uma ótima forma de estimular a conexão entre vocês dois e ajudá-lo a reconhecer e identificar os sons. Fale sobre o que quiser: pode ser até de futebol! E se trocar balbucios com ele pode esperar algumas gargalhadas de presente.

 

 

3 – Colo de pai: Abraçar, acalentar e ninar o bebê é uma das maneiras mais simples e eficientes de estar com ele. Faça um rodízio de braços com sua mulher durante o dia e à noite, sempre que seu filho chorar ou precisar de um estímulo para dormir. Ouvir seu coração e sentir seu cheiro vai deixá-lo mais calmo e seguro.

 

 

4 – Vá passear: Escolha um momento do dia que seja mais tranquilo para você, como logo cedo, e saia com seu filho no carrinho para dar uma volta no quarteirão ou em alguma pracinha próxima de sua casa. Aproveite para criar momentos a sós com ele desde pequeno, para fortalecer a relação de vocês.

 

 

5 – Na sala do pediatra: Está cada vez mais comum ver homens na sala de espera do consultório pediátrico. São os próprios especialistas que relatam essa participação maior dos pais, que também têm suas dúvidas e ficam mais tranquilos ao ouvir as orientações diretamente do especialista.

 

 

Fontes: José Espin Netto, pediatra e professor da Faculdade de Medicina da PUC Campinas e Ciro Giaccio, pediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP)

 

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De bom humor até o parto

 

Gravidez não tem de ser sinônimo de incômodo. Impossível evitar? Para a personal trainer Gizele Monteiro, autora de Guia Prático de Exercícios para Gestantes (Editora Phorte), o bem-estar é garantido por uma alimentação balanceada e exercícios físicos adequados. “E como medida de prevenção, esses cuidados devem começar logo nos primeiros meses”, avisa. Mas mesmo as sortudas que engordam pouco (o recomendado é de 9 a 12 quilos) e praticam atividades físicas podem se sentir cansadas e doloridas no terceiro trimestre. Segundo a fisioterapeuta especializada em gestantes Vanessa Marques, de São Paulo, as principais queixas são inchaço e dores nas pernas e na região lombar (estudos mostram que ela atinge até 80% das grávidas). Para aliviar os sintomas, as profissionais indicam alguns exercícios e massagens que vão fazer diferença na reta final:

 

 

1)   De bom humor até o parto: Estique as pernas em uma cadeira, mantendo-as em linha reta com o quadril. Movimente os tornozelos para cima, para baixo e em círculos. Você também pode fazer o mesmo exercício com as mãos: basta esticar os braços para frente e mover os punhos para cima, para baixo e em círculos.

 

 

2)De bom humor até o parto:  Sente-se na ponta de uma cadeira, com os joelhos flexionados em 90º. Depois, eleve os calcanhares do chão, como se estivesse na ponta dos pés. Você pode repetir essa sequência dez vezes, de hora em hora, no horário de trabalho, por exemplo.

 

 

3) De bom humor até o parto: Em pé, apoie-se em uma parede com as mãos. Em seguida, eleve os calcanhares de oito a dez vezes.

 

 

4) Sentada em uma cadeira, você pode pisar levemente sobre uma bolinha de tênis ou de borracha, empurrando-a para frente e para trás, massageando a planta dos pés.

 

 

5) Na mesma posição, faça movimentos circulares e pequenas pressões com a bolinha por toda a sua coxa.

 

6) O ideal é fazer uma combinação de exercícios aeróbicos (caminhada, hidroginástica, bicicleta) com outra atividade que fortaleça a musculatura (musculação, ginástica localizada, exercícios posturais, yoga) e alongamento. Mas atenção: o ritmo e a intensidade dos movimentos têm de ser adaptados à gravidez. Por isso, nada de praticar esportes sem o acompanhamento de um especialista.

 

 

7) Por último, a drenagem linfática continua sendo a massagem mais recomendada para as grávidas, por ser feita com movimentos suaves e relaxantes. Além disso, a pressão drena o líquido acumulado entre as células para os vasos linfáticos e, assim, favorece a circulação sanguínea e diminui os inchaços.

 

 

Fontes: Gizele Monteiro, autora de Guia Prático de Exercícios para Gestantes (Editora Phorte) e idealizadora do programa de exercícios Mais Vida Gestantes; Vanessa Marques, fisioterapeuta especializada em gravidez.

 

 

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Os perigos do salto alto na gravidez

 

 

 

Nos últimos dias, a socialite Kim Kardashian virou notícia nos sites de celebridades. Grávida de sete meses, a socialite não dispensou os sapatos de salto alto com tiras transparentes que, provavelmente, causaram bastante desconforto. Esse tema divide opiniões. “Os especialistas que são a favor do sapato baixo dizem que o desequilíbrio aumenta com o crescimento da barriga, principalmente a partir do quinto mês de gestação”, frisa a fisioterapeuta Mirian Zanetti, do Departamento de Ginecologia da Unifesp e diretora da ABRAFISM (Associação Brasileira de Fisioterapia em Saúde da Mulher).

 

 

Os perigos do salto alto na gravidez: Esse desequilíbrio ocorre porque alguns hormônios cujas taxas aumentam durante a gestação, como relaxina, estrogênio e progesterona, promovem a frouxidão dos ligamentos. Já que os ligamentos servem para manter as articulações que sustentam o nosso corpo, se eles se afrouxam, as articulações ficam mais frágeis e, consequentemente, suscetíveis a torções. O salto alto provoca mudanças no centro de gravidade do corpo, contribuindo para o desequilíbrio e trazendo riscos para as grávidas, como torções e quedas.

 

 

Além disso, o uso constante de salto alto na gravidez pode ocasionar uma hiperlordose lombar. Isso acontece quando a curvatura da coluna está acentuada, proporcionando dor, desconforto e má postura.

 

 

Se você não abre mão do salto, o ideal é escolher um modelo com até 3 cm de altura, de preferência anabela ou com salto quadrado. Os sapatos que tem a parte de trás fechada são melhores porque dão mais estabilidade.

 

 

Você pode, por exemplo, levar um par de tênis ou sapatos baixos na bolsa e calçá-los depois do trabalho (ou no final da festa). Ou passar para os modelos sem salto a partir das 25 semanas de gestação. Ou ainda abrir mão do salto para fazer as tarefas do dia a dia e reservá-lo para ocasiões especiais.

 

 

Como amenizar o inchaço

O inchaço nas pernas e pés é comum. Isso acontece porque, durante a gravidez, existe um aumento na quantidade de sangue e líquidos no organismo em geral. O sistema circulatório sofre uma alteração e, quando não dá conta, gera o problema. O crescimento do útero, que acompanha o desenvolvimento do bebê e comprime os vasos da região pélvica, também prejudica a circulação.
Segundo Mirian, algumas práticas que propiciam a contração na panturrilha auxiliam a redução do inchaço: “Caminhadas e descer e subir rampas na ponta dos pés são exercícios que ajudam”. Diminuir o sal e ganhar somente o peso ideal para a gestação também são importantes, assim como usar meia calça compressiva e fazer drenagem linfática. Essas últimas opções, no entanto, precisam ser analisadas pelo médico, pois algumas pacientes têm contra-indicações, como insuficiência renal, pressão alta e trombose”, ressalta Mirian.

 

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Mulheres só poderão fazer tratamento de fertilidade até os 50 anos

 

Conselho Federal de Medicina alterou regras; entre elas a doação de óvulos para abater parte do preço do tratamento e a ampliação do parentesco para oferecer a barriga de aluguel.

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) alterou várias regras da reprodução assistida no Brasil, que passam a valer a partir desta quinta (9). Uma das principais mudanças é o estabelecimento do limite de 50 anos para a mulher se submeter a esse tipo de procedimento. “Pesquisas em todo mundo apontam que a fase reprodutiva da mulher é de até 48 anos e após essa idade os riscos são evidentes”, afirmou em nota o coordenador da Câmara Técnica de Reprodução Assistida do CFM, José Hiran Gallo.

Segundo Adelino Amaral, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), nas mulheres com mais de 50 anos elevam-se casos de hipertensão na gravidez e diabetes. Para a criança, os problemas mais comuns são o nascimento abaixo do peso e o parto prematuro.

 

A nova resolução também permite que a mulher doe óvulos e os homens, espermatozoide, para outra pessoa como parte do pagamento do tratamento. As mulheres que pretendem doar devem ter até 35 anos e os homens, 50.

Outro ponto que também passa a ser mais claro é o número de óvulos e embriões que podem ser implantados na paciente. No máximo podem ser transferidos quatro, mas o número varia conforme a idade da mulher. Mulheres com até 35 anos podem receber dois embriões, mulheres entre 36 e 39 anos, até três, e mulheres entre 40 e 50 anos, até quatro. Porém, quando a mulher em tratamento receber um óvulo doado, o médico deve considerar a idade da doadora no momento da coleta para fazer o cálculo. “Essa limitação reduz as chances de gestação múltipla, que seria mais um fator de risco para mulheres mais velhas. É preciso ficar atento à maturidade desses óvulos e não de sua receptora”, afima Gallo. Para os casais homoafetivos, uma boa notícia. Apesar de a resolução anterior estabelecer que qualquer pessoa tinha o direito de se submeter aos procedimentos de reprodução assistida, agora o texto afirma que “é permitido o uso das técnicas de reprodução assistida para relacionamentos homoafetivos e pessoas solteiras, respeitando o direito da objeção de consciência do médico”.

 

A última alteração trata da questão do descarte de embriões. Segundo a norma do CFM, após cinco anos, os embriões criopreservados poderão ser doados para outros pacientes, pesquisas ou descartados. Esses embriões também podem continuar congelados desde que os pacientes expressem essa vontade e assumam as responsabilidades por essa decisão.
O relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que no Brasil foram congelados 26.283 embriões somente no ano de 2011. Para congelar esses embriões, os casais pagam uma taxa que varia entre R$ 600 e R$ 1,2 mil, e para mantê-los neste processo é preciso arcar com uma mensalidade. Entretanto cerca de 80% desse material é abandonado pelos pacientes e o banco acaba ficando com as despesas da manutenção.

 

A última atualização sobre reprodução assistida foi feita em 2010, após quase 20 anos sem renovação. Para a revisão que entra em vigor a partir desta quinta, o CFM contou com contribuições dos conselhos regionais de medicina do país e sociedades de especialidades. A resolução preenche uma lacuna importante, pois não há no Brasil uma legislação que regulamente a prática da reprodução assistida.

Veja o resumo das principais alterações nas regras sobre reprodução assistida:

 

IDADE DA PACIENTE: A idade máxima das candidatas à gestação de reprodução assistida é de 50 anos.

 

DOAÇÃO COMPARTILHADA: A mulher pode doar óvulos para outra pessoa como parte do pagamento do tratamento, mas deve ter, no máximo, 35 anos.

 

IDADE LIMITE PARA DOAÇÃO DE ESPERMATOZOIDES: 50 anos.

 

ÚTERO DE SUBSTITUIÇÃO: Ampliou-se para parentesco consanguíneo de até 4º grau (mãe, irmãs, avós, tias e primas).

 

TRANSFERÊNCIA: A nova redação também deixa mais claro quanto ao número de óvulos e embriões a serem transferidos no caso de doação. Deve ser respeitada a idade da doadora e não da receptora.

 

DESCARTE: Os embriões criopreservados acima de cinco anos poderão ser descartados se esta for a vontade dos pacientes.

 

HOMOAFETIVIDADE: É permitido o uso das técnicas de reprodução assistida para relacionamentos homoafetivos e pessoas solteiras, respeitado o direito da objeção de consciência.

 

 

Fonte/ Revista Exame

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Três ideias inspiradoras de chá de bebê

Para reunir os amigos e comemorar a chegada do seu filho antes mesmo de ele nascer!

 

PARA CORUJAR DESDE JÁ
Mais do que escolher um bichinho que está na moda para ser tema da festa que celebrou a chegada de sua primeira filha, a empresária Thiara Ney pensou mesmo no conceito da expressão “corujando Alice”. A menina, que nasceu em dezembro passado, é a primeira filha de um casal em que ambos são filhos únicos, ou seja, é a primeira neta também! O que não vai faltar para ela são mimos. A mãe escolheu uma decoração romântica e com cores suaves, como bege, rosa e amarela.

 

Máximos detalhes
Thiara queria tudo personalizado com corujas. Uma ótima ideia é contratar os serviços de designers para criar essa identidade do convite aos arranjos de mesa.

 

Decor 2 em 1
Na decoração, use itens que tenham outras funções. Essas corujinhas de crochê podem tanto fazer parte do quarto da bebê como ser a lembrancinha para os convidados. Elas podem ser encontradas em lojas virtuais de artesanato e custam, em média, R$ 30 cada uma.

 

Docinhos nas cores da festa
A festa de Alice tinha um cardápio bem variado, com tortinhas de limão, romeu e julieta e merengue de pêssego. Mas os doces tradicionais também combinariam superbem com as cores escolhidas pela mãe:
– Olho de sogra
– Beijinho de coco
– Bicho de pé

 

Quer levar uma marmitinha?
Para se antecipar àquele tradicional ato do fim da festa, em que os convidados levam doces para casa, monte marmitas como lembranças. Na de Alice tinha brigadeiros.

 

Flores de pano não morrem
Fácil, fácil de fazer: compre sempre-vivas secas e envolva a flor com um retalho de tecido e um pouco de cola. Enfeitam qualquer mesa!

 

DO PAPEL PARA O SALÃO
A arquiteta Eliana Ankerkrone viu a estampa de um papel para scrapbooking – arte de fazer colagens e montagens em papel – e se encantou com as tartarugas, os elefantes e as cores suaves daquele “safári baby”. Foi assim que ela decidiu que o chá de seu filho Thiago seria simples, sem brincadeiras ou muitos elementos, e, ao mesmo tempo, bem delicado.

 

Quem transformou a ideia de Eliana em decoração foi a festeira Tati Leme, de São Paulo. “Depois que ela escolheu os tecidos, encaminhamos as referências para o pessoal da Smiles and Joy e para a Jojo, que reproduziram os desenhos respectivamente no bolo e em bichinhos de feltro para enfeitar a mesa”, conta.

 

Os da festa de Alice foram feitos pela Tuty Arte e Mimos e colocados em xícaras de porcelana com planta artificial do tipo buchinho.

 

De botão em botão
Os cake pops ganharam um botão de açúcar na ponta, mas você pode usar botões de verdade. Que tal aproveitar aqueles desencontrados, que caíram você nem sabe mais de que roupa e nunca mais os pregou?

 

Delicado e chique
Você pode optar por um brigadeiro gourmet como lembrancinha. Eliana os colocou em carrinhos de bebê de plástico, comprados em lojas de festas. Esses doces saem um pouco mais caros, mas são um mimo gostoso para os convidados.

 

Bolo no alto
Em vez de fazer um bolo com vários andares, você pode optar por um menor e destacá-lo na mesa com a ajuda de um caixote de madeira. Além de funcional, dá um ar rústico à decoração.

 

Comida prática
O seu chá de bebê pode não ser exatamente um, digamos, chá. Que tal fazer um almoço para todos os convidados? Eliana serviu saladas, crepes doces e salgados e aproveitou para comemorar seu aniversário no mesmo dia.

 

Fonte/ Revista Exame

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13 Respostas sobre o sono na gravidez

 

Desde que recebeu a confirmação da gravidez, sua rotina de sono virou de cabeça para baixo. Segundo a pesquisadora norte-americana Michele Okun, especialista nos distúrbios do sono da mulher e professora da Universidade de Pittsburgh (EUA), isso é comum: 75% das grávidas apresentam algum tipo de dificuldade para dormir durante a gestação e 25% delas chegam a ter queixas sérias, especialmente nos três primeiros meses. Os números vêm de estudos que buscam entender o que acontece com o sono nesse período e de que maneira essas transformações se relacionam com a saúde da mãe e do feto. As alterações normalmente estão ligadas a mudanças que acontecem no corpo, como variações hormonais, vontade de fazer xixi toda hora e picos de ansiedade decorrentes da expectativa pelo parto. Esses fatores somados, claro, não deixam você atingir o relaxamento necessário para que o sono chegue – e fique. Afinal, com tantas dúvidas e expectativas, é ainda mais difícil relaxar e dormir bem. Para acabar de vez com esse problema, conversamos com grávidas no Facebook da CRESCER e elencamos as maiores questões delas relacionadas ao sono. As respostas você confere na reportagem a seguir.

 

“Estou no início da gravidez e sinto um sono incontrolável o dia todo. Isso vai passar?”
Sim, a partir do quarto mês. Quando você engravida, os hormônios entram em ação para manter e desenvolver a gestação. A concentração de progesterona, por exemplo, é muito maior nessa época – logo, não é mera coincidência que você sinta mais sono. Além disso, desde o primeiro trimestre há um aumento do volume de sangue na circulação e o coração tem que trabalhar mais para bombeá-lo para o corpo e para o bebê. Como consequência, há um aumento significativo do cansaço, sensação que se assemelha ao sono. Na grande maioria das vezes, esses sintomas são normais. No entanto, é importante saber que a sonolência também pode ser parte de um distúrbio mais grave, como a depressão. Por isso, converse sempre com seu obstetra. Se ele julgar necessário, pode prescrever medicações ou solicitar a avaliação de um psiquiatra.

 

“Os enjoos e a azia incomodam muito, mesmo na hora de dormir. Há solução para isso?”
As alterações hormonais têm forte influência nesse quadro e, infelizmente, não há o que fazer contra elas. Mas isso não significa que melhorar alguns hábitos do dia a dia não possa trazer algum alívio. Ficar longos períodos sem comer piora a sensação de náusea, por exemplo. Isso explica a necessidade de se alimentar de três em três horas, em pouca quantidade. Da mesma maneira, fazer uma refeição pesada e muito farta não é o ideal. Experimente alimentos leves, como frutas e verduras, mesmo que não sejam seu prato predileto. Se o desconforto continuar insuportável depois dessas mudanças, seu médico pode avaliar o uso de medicamentos antieméticos para tentar apaziguar o enjoo.

 

“Tenho muito calor à noite. Por que isso acontece? Vai melhorar?”
Assim como a sonolência, o calor está ligado a mudanças na regulação hormonal. “A maior concentração de progesterona no organismo faz com que a temperatura corporal fique em torno de 37°C durante a gestação, ou seja, 0,5°C acima do normal. O aumento gera essa sensação, que poderá acompanhar a mulher por toda a gravidez”, esclarece a ginecologista Alice Melgaço Faria, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Nem todas sentem esse efeito, mas, se ele aparece, não há muito que fazer. Refresque-se com banhos, ventilador e ar-condicionado. Cuidado, porém, com cremes que apresentem cânfora, mentol ou eucaliptol em sua composição. A Anvisa, agência reguladora de vigilância sanitária, não recomenda seu uso durante a gestação, pois, em algumas concentrações, são capazes de atravessar a placenta e prejudicar a criança.

 

“Sinto cãibras e formigamento nas pernas que atrapalham meu sono. Isso é normal?”
Essas sensações são comuns e podem ser causadas tanto pelo ganho de peso quanto por alterações no fluxo sanguíneo. Durante a gestação, há um aumento e modificação na distribuição de líquidos do corpo. Isso pode levar à dificuldade de circulação e sensação de formigamento. Alongamentos e um bom banho antes de deitar podem ajudar a evitar esses incômodos. Para combater as cãibras, é preciso repor o potássio e o cálcio. Essas substâncias são encontradas, respectivamente, em frutas, como banana e melancia, e derivados de leite.

 

“Ando tendo muitos pesadelos, inclusive alguns em que meu bebê nasce com problemas. Como posso me livrar deles?”
A psicanalista Gina Levinzon, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, explica que a gravidez por si só já traz muitos sentimentos à tona. Alguns são medos presentes ou passados, ou até situações mal resolvidas, que, agora, podem dar origem a sonhos desagradáveis, cheios de receio e insegurança. “O sonho é um dos mecanismos de elaboração psíquica daquilo que estamos vivendo. A gravidez é uma fase em que não apenas medos, como o de que o bebê nasça sem saúde, mas também fantasias surjam e povoem o psiquismo da mulher”, avalia. Outro aspecto diz respeito às expectativas em relação ao desafio de estar na função de mãe. Essa transformação também pode ser fonte de angústias que aparecem, de forma mais ou menos intensa, nos sonhos. Portanto, converse bastante com seu parceiro, leia livros sobre o assunto, troque experiência com outras mães. Tudo que faça você se sentir mais segura em relação ao novo papel pode ajudar.

 

“Meu bebê mexe muito quando me deito! Como posso acalmá-lo?”
Alguns bebês realmente se mexem mais que outros. Porém, é mais provável que você esteja com insônia e, por isso, perceba melhor essa movimentação. Se o problema é a falta de sono, procure uma posição confortável e tente relaxar. Escutar uma música tranquila pode ajudá-la nessa tarefa. Outra dica é beber um copo de leite antes de dormir. Isso porque ele é rico em triptofano, substância que naturalmente induz o sono, além de estimular a produção de serotonina, um neurotransmissor que, entre outros, funciona como sedativo e colabora para o descanso.

 

“Praticar atividade física pode espantar o sono?”
Segundo Leonice Doimo, professora do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Viçosa (MG), a princípio não, mas esse efeito pode variar. A sugestão é testar se exercitar em horários diferentes e ver qual vai trazer mais bem-estar. De toda maneira, Leonice lembra que é preciso manter um ritmo leve. O Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas recomenda que a intensidade da atividade física da grávida não ultrapasse a frequência cardíaca de 140 batimentos por minuto (bpm). A caminhada leve é uma ótima opção, e se você não tiver como medir o ritmo cardíaco, a dica é perceber se consegue conversar naturalmente enquanto caminha. Se sim, sua velocidade está adequada. A hidroginástica também é indicada por ter baixo impacto sobre as articulações e melhorar o inchaço. “É comprovado que as mulheres que fazem exercícios durante os nove meses se recuperam melhor e mais rápido do parto. Além disso, a sensação de estar fazendo algo por você e pela criança confere tranquilidade, influindo positivamente na qualidade do sono”, completa.

 

“Acordo pelo menos três vezes por noite para ir ao banheiro. O que posso fazer?”
Com o aumento de volume de sangue no corpo, seus rins precisam trabalhar mais para filtrá-lo e, consequentemente, produzem mais urina. Além disso, o crescimento do bebê ao longo dos meses aumenta o útero, que pressiona a bexiga e diminui mecanicamente sua capacidade de armazenamento. Nesse caso, o que pode ser feito é evitar a ingestão de líquidos perto da hora de ir para a cama.

 

“Meu marido disse que tenho roncado. Isso é normal?”
Em primeiro lugar, saiba que isso não afeta em nada seu bebê. A professora e pesquisadora do Instituto Médico do Sono da Universidade de Pittsburgh (EUA), Michele Okun, explica que uma das mudanças físicas mais profundas da gravidez diz respeito à respiração durante o sono. “O ronco e os distúrbios respiratórios do sono são de duas a três vezes mais comuns em grávidas. A evidência atual sugere que até 14% das não gestantes roncam, e esse número vai de 28% a 59% quando avaliamos mulheres no terceiro trimestre gestacional.” Essas taxas diminuem drasticamente no pós-parto – logo, fique tranquila, pois há grandes chances de você parar de roncar quando estiver com o bebê nos braços. Embora ninguém saiba exatamente o que leva às grávidas a roncarem, várias alterações fisiológicas podem predispor esses disturbios respiratórios do sono. O ganho de peso, a diminuição da capacidade respiratória, devido ao deslocamento do diafragma pelo crescimento da barriga, e edemas na faringe são alguns exemplos. Esses sintomas podem estar relacionados a problemas mais graves, por isso leve sua queixa ao obstetra para que ele avalie a necessidade de tratamento específico.

 

”Sinto dificuldade de respirar quando me deito. Pode ser sinal de algum problema?”
Geralmente, o esforço para respirar é comum no terceiro trimestre da gravidez e está relacionado ao tamanho do bebê no útero, que comprime outros órgãos. Deitar-se do lado esquerdo e usar alguns travesseiros para deixar as costas mais elevadas ajuda a diminuir esse peso. Se essas medidas não funcionarem, pode ser um sinal de dispneia noturna, uma falta de ar que costuma aparecer em gestantes hipertensas ou com pré-eclâmpsia.

 

“Conforme a barriga cresce, fica muito difícil achar uma posição confortável na cama. Nesse período, qual é a mais indicada?”
“Dormir de bruços, ou de barriga para cima, causa desconforto à gestante. O melhor é deitar-se sobre o lado esquerdo, com um travesseiro entre as pernas”, responde Helena Hachul, ginecologista e pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo. Essa posição também ajuda a prevenir dores lombares e favorece a circulação sanguínea e a irrigação do cordão umbilical, enviando mais oxigênio e nutrientes para o bebê.

 

“Nunca tive problemas para dormir, mas estou tendo insônia. Isso é normal na gravidez?”
Segundo Fernanda Campos, obstetra e professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), pacientes com relatos de insônia são muito comuns. Geralmente as queixas estão associadas a expectativas da chegada da criança na família, preocupações com a hora do parto e até à sonolência durante o dia no primeiro trimestre, que faz inverter o relógio biológico. Para tentar melhorar esse problema, busque fazer atividades relaxantes e dividir suas angústias com seus familiares, especialmente aqueles que já passaram por essa fase.
“Posso tomar algum tipo de remédio para o sono?”
Fazer uso de qualquer medicamentos durante o período gestacional é sempre visto com ressalvas, sobretudo no primeiro trimestre. Suas substâncias podem interferir no desenvolvimento normal do feto, causando malformações. Tanto para insônia como em qualquer outra condição na gravidez (até como uma simples dor de cabeça), deve-se pesar o risco e o benefício. E nada de tomar aquele remédio que já está acostumada. Somente o seu obstetra pode dizer quais medicamentos estão liberados durante os nove meses. Lembre-se de que alguns chás, além do alto teor de cafeína, também são proibidos nessa época – é o caso do preto, do verde, do branco e do mate. Mas existem outros sabores que estão liberados e podem ser até benéficos para a gestante por ter efeito relaxante, como o chá de erva-cidreira, erva-doce e camomila.

 

 

Fonte/ Revista Crescer

 

 

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A galinha pintadinha: o segredo por trás do fenômeno

 

A galinha pintadinha: o segredo por trás do fenômeno: Lápis e caneta na mão e vamos à receita. Ingredientes: uma galinha azul, pintadinha, é claro; algumas cantigas de roda universalmente conhecidas; alguns desenhos coloridos.  Misture tudo, coloque no youtube e nas prateleiras. Pronto!! É só esperar e colher os frutos dos 300 milhões de acessos, milhares de CD´s e DVD´s vendidos, casas de show lotadas, etc…

 

Parece bem simples, mas não é possível que seja só isso… Quem já viu o encontro entre essa mídia infantil e seu público alvo (crianças de 0 a 5 anos) deve ter ficado com a pulga atrás da orelha. Os pequeninos ficam fascinados, paralisados, mudam o comportamento e parecem estar hipnotizados. A música, os traços, as cores, não tem nada de realmente diferente e novo nisso. Qual serão, então, os ingredientes secretos desse fenômeno que é a Galinha Pintadinha?

 

Segundo o neurologista Leandro Teles, “o verdadeiro pulo do gato, ou da galinha, é ter sido feita sob medida para o cérebro infantil. Cumpre perfeitamente duas missões: chamar atenção da criança, tarefa essa não muito difícil, convenhamos; e sustentar essa atenção por minutos, até horas. Isso, sim, não é para qualquer um”.

 

O especialista dividiu a análise desses aspectos sobre a percepção infantil e os detalhes técnicos dessa produção de grande sucesso em duas partes: visual e sonora. Entenda, você também, o segredo desse hit entre crianças.

 

A galinha pintadinha: o segredo por trás do fenômeno: Parte visual  

 

 

Criança pequenas são ávidas por estímulos visuais, adoram objetos coloridos e movimentos. Gostam do simples: traços diretos e grosseiros. As cores vivas devem apresentar contraste, cada objeto tem uma cor completamente diferente e destoa do resto. Ou seja, nada precisa combinar, mas precisa saltar aos olhos.  Os personagens são apresentados no centro da mídia, movimentam-se em bloco, são pouco articulados, de expressão estática. Isso evita que a complexidade tire o foco da criança.

 

Ainda sobre os personagens, esses não são desenhados ao acaso. Independente se são ET´s, dinossauros, humanos ou animais, eles geralmente têm a cabeça desproporcionalmente grande em relação ao corpo, assim como olhos desproporcionalmente grandes em relação à cabeça. Essa foi outra boa sacada da percepção infantil: as crianças se afeiçoam precoce e intensamente à face, tendo os olhos como primeiro ponto de reconhecimento do outro. Os bebês mamam em posição apropriada para fitar os olhos da mãe, comportamento ausente em outros mamíferos. Os produtores abusam de faces e olhos, colocando rostos com expressões “humanas” em animais e mesmo em coisas inanimadas, como o Sol (quem não se lembra do solzinho dos Teletubbies com cara de bebê?), a Lua, estrelas, coração, etc… “Existe uma região cerebral especializada apenas em percepção e reconhecimento de faces”, explica o neurologista.

 

Alguns padrões visuais regulares e ritmados surgem eventualmente, como traços radiais partindo do centro, arco-íris com oscilação, círculos concêntricos, etc… Mais uma jogada para garantir o canal de atenção sustentada.

 

A galinha pintadinha: o segredo por trás do fenômeno: Parte sonora  
A sonorização dos vídeos também é peculiar e nada aleatória. Apresentam-se canções de melodia forte, marcante, simples e, principalmente, repetitiva. A harmonia cíclica funciona como um pêndulo de hipnose. É muito facilmente aprendida e viciante: gruda no cérebro de crianças e de adultos também. O timbre vocal é específico de canções infantis.

A galinha pintadinha: o segredo por trás do fenômeno: Quando imagem e som se encontram 

 

 

Essa junção é, talvez, o grande trunfo da produção. A canção e a animação são expostas sincronicamente. A animação pulsa conforme a música, enquanto os personagens oscilam no tempo da melodia. Para complementar, tem até uma bolinha que pula ritmada sobre a letra da música, dando ainda mais balanço e integrando definitivamente som e vídeo. “Isso gera entradas paralelas e complementares, tanto em regiões cerebrais auditivas, mais laterais, como em regiões visuais, posteriores, exigindo um engajamento cerebral para unificá-los”, atenta o especialista.

 

Como podemos ver, existem mais ingredientes secretos do que nossa superficial avaliação poderia imaginar, e deve haver muito mais. Para encerrar, fica aquela velha dúvida: será que a exposição intensa a esse material pode fazer mal a nossas crianças?

 

“Realmente não vejo problema nenhum com esse tipo de exposição, acho até um estímulo interessante e uma oportunidade para integração social, atividade física e musicalização precoce” conclui o neurologista, mas ressalta: “o problema nasce com uso inadequado, excessivo e sem integração com os pais, familiares ou outras crianças, entrando na rotina em detrimento de outras atividades mais apropriadas”.

 

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Quatro verdades sobre os bicos.

Coisas importantes que você precisa saber sobre as chupetas e mamadeiras. – Usar chupeta e mamadeira pode modificar a posição dos dentes e gerar a má-oclusão, como a mordida aberta (dentes de cima não encostam nos de baixo) e a cruzada. Por isso a recomendação é sempre optar pelos modelos ortodônticos. Mas, claro, tudo vai depender da intensidade do uso, da genética, de como a criança a respira e de quando ela vai deixar o hábito. Quanto mais cedo, mais se evita problemas;
–  A Academia Americana de Pediatria diz que a chupeta pode diminuir a incidência de morte súbita. No entanto, ela deve ser só oferecida quando o bebê tiver 3 ou 4 semanas de vida e a amamentação estiver estabilizada;
–  O hábito da chupeta pode provocar trocas articulatórias na linguagem, a chamada fala infantilizada;
–  Tirar o hábito dos bicos é ótimo para o processo de maturidade, pois a criança aprende a lidar com frustrações sem criar dependência com objetos. Talvez ela não tenha preparo para falar sobre o assunto aos 3 anos, mas essas conversas podem começar a acontecer e isso só fará bem para o desenvolvimento emocional dela.

 

Fonte/ Revista Crescer

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