Cada vez mais bonita na gravidez

 

A gravidez é um momento propício para ficar mais bela. Isso porque os níveis de hormônio feminino estrógeno aumentam muito durante a gestação. Carla Bortoloto, dermatologista clínica e cirúrgica do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, explica que o estrógeno deixa a pele mais viçosa, o cabelo mais grosso e as unhas mais saudáveis. Soaestranho associar o belo ao corpo das grávidas diante do ideal de beleza que exige medidascada vez mais enxutas. Vale ressaltar, entretanto, que tudo tem seu tempo. A natureza feminina é cíclica. Com a gestação, você vai engordar, mas a amamentação contribui para seu emagrecimento.

 

Thais M. Medeiros Barrall, professora de ginástica para gestantes, acredita que viver o momento da gestação, sentindo a força dos hormônios femininos, melhora a autoestima. “O corpo todo se abre, durante 42 semanas, e a natureza precisa do mesmo tempo para fechar esse ciclo. É bom deixá-la agir antes de tomar decisões mais rápidas e práticas para recuperar a antiga aparência”, aconselha. O estrógeno não traz só vantagens. Suas taxas nas alturas contribuem para a formação de estrias. “Elas ocorrem por diversos fatores e, fisiologicamente, 90% das ocorrências estão relacionadas ao ciclo feminino e à ação hormonal”, explica.

 

Para evitar o efeito indesejado, a palavra-chave é hidratação – água, hidrante e protetor solar, para prevenir manchas na pele. As gestantes são mais propensas ao problema devido ao aumento da produção de melanina, a substância responsável pela pigmentação da pele nesse período. Por isso, Carla recomenda FPS 30, no mínimo. Outro alerta importante: os cremes para grávidas não devem ter ureia na composição. A maioria dos hidratantes específicos já vem sem o ativo, mas não custa checar o rótulo.

 

A dupla “circulação e respiração” também dá uma mãozinha à boa aparência. Grávidas que se hidratam, ativam a circulação e respiram corretamente se sentem bem e, consequentemente, mais belas. Há ainda outros segredos de beleza, válidos para qualquer futura mamãe. Leia abaixo outras dicas para se tornar uma grávida ainda mais bonita.

 

Peso e inchaço: você já sabe sobre a importância de prevenir o peso excessivo, mas não custa repetir que alimentos ricos em açúcares, como doces e refrigerantes, são muito calóricos e pobres em vitaminas e minerais. Fast food e cafeína estão na lista de itens que devem ser evitados. A cafeína pode causar desidratação, insônia e irritabilidade.

 

Carnes cruas e malpassadas também devem ficar fora do cardápio e vale reduzir o consumo de sal. Não se esqueça das palavras-chave da beleza: hidratação, circulação e respiração. Não é por acaso que caminhada, alongamento, hidroginástica e natação são as atividades físicas mais recomendadas para as grávidas, já que trabalham, justamente, esses aspectos. Há ainda ioga e pilates. Na área estética, a drenagem linfática, realizada por fisioterapeuta, também contribui para reduzir o inchaço.

 

Thais emprega exercícios circulatórios para prevenir edemas. “São atividades que funcionam como uma drenagem linfática, de dentro para fora, ativando a circulação e diminuindo o inchaço”, explica. Beber água mineral e comer pouco, diversas vezes por dia, continua sendo a dica de todos os especialistas para um peso saudável e menos inchaço.

 

Acne: a maioria das grávidas se afasta dos dermatologistas com receio de prejudicar o bebê, mas há tratamento de pele para casos da acne gravídica. O dermatologista Adilson Costa recomenda o peeling de cristal, uma técnica que causa uma microabrasão na pele, eliminando os cravos e evitando as acnes inflamatórias. A limpeza de pele, no entanto, pode evitar a necessidade do peeling de cristal e, segundo o dermatologista, deve ser feita a cada 60 dias. O uso de sabonete antiacne, sem ácido salicílico e enxofre, duas vezes ao dia, também é recomendado.

 

Cabelos: a natureza ajuda os cabelos durante a gestação. Nessa fase, eles nascem, crescem e morrem. Carla Bortoloto explica que, na gravidez, os cabelos tendem a ficar mais brilhantes e volumosos, justamente em função dos fios novos. “É a fase anágena, que deixa os fios dos cabelos mais cheios e íntegros”, explica o dermatologista Adilson Costa. Depois da gravidez, ensina o dermatologista, ocorre a fase telógena, em que há a queda dos cabelos. A boa notícia é que o pós-parto não dura a vida inteira. Quem tinge o cabelo não precisa mais ficar com os fios brancos expostos durante a gestação. Carla explica que as tinturas que continham metais pesados não estão mais disponíveis no mercado. “Todas as tinturas estão liberadas pela Anvisa”, informa a dermatologista. Já as escovas progressivas são proibidas.

 

Unhas: a gestação também favorece as unhas no início. Adilson Costa, no entanto, alerta para os casos em que elas se tornam frágeis devido à compressão dos vasos sanguíneos, o que diminui a irrigação na matriz. O resultado é a desnutrição. Duas recomendações importantes: uso do complexo B e de meias elásticas. “As meias controlam o peso e evitam o processo de desnutrição”, sugere Costa. Os esmaltes são liberados.

 

Corpo: a alimentação saudável é de praxe, mas a escolha da roupa certa e um segredinho de maquiagem podem fazer a diferença. Cores alegres, decotes império, lenços, chapéus e cintos valorizam o corpo da gestante. Vestido longo e calça legging são considerados curingas da gravidez. Outra dica é utilizar sombra ou blush marrom-claro, em toda extensão do maxilar, para afinar o rosto.

 

Dente: mesmo com a limpeza diária e o uso de enxugatório bucal e fio dental, é possível que a grávida tenha mau hálito. Uma das razões é o refluxo causado pela compressão do estômago pelo útero. O dentista Thiago Pereira, de São Paulo, explica que, além da higienização, é importante se alimentar com maior frequência, em pequenas porções, reduzindo o volume no estômago. O dentista avisa que o refluxo reduz o pH da boca e pode causar gengivite, o que também provoca a halitose.

 

Fonte: Bebê.com

 

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Mochila ideal não pode ter mais do que 10% do peso da criança

 

Mochila ideal não pode ter mais do que 10% do peso da criança:

 

O uso incorreto de mochilas e o peso excessivo do material escolar carregado dentro delas podem gerar dores e posturas erradas. Entretanto, segundo especialistas, não há provas de que o acessório cause problemas de coluna, como escoliose, lordose, cifose e doença de Scheuermann (a famosa corcunda).

 

“Algumas pessoas tentam associar o peso das mochilas com o aparecimento de algum tipo de deformidade, mas isso nunca foi comprovado pela medicina. Seria preciso analisar muitas crianças, por muito tempo, para perceber o aparecimento desse tipo de alteração e por isso é difícil comprovar”, afirma o ortopedista Ivan Dias da Rocha, cirurgião de coluna do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo.

 

  • Arte/UOL

Mesmo assim, é preciso observar o uso correto, principalmente, se a criança tem propensão a desenvolver algum problema de coluna. “Essas deformidades vertebrais podem ser congênitas e são agravadas em quem não usa a mochila da maneira certa e tem tendência a desenvolvê-las”, diz Eduardo Takimoto, ortopedista pediátrico da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

 

Para saber se a criança está sujeita a problemas de coluna no futuro, é preciso observar se há alguém na família que desenvolveu alguma questão (principalmente pai e mãe) e procurar um ortopedista para fazer uma avaliação aprofundada. “Quanto mais precoce é o diagnóstico, mais sucesso o tratamento terá”, fala Takimoto.

 

Mochila ideal não pode ter mais do que 10% do peso da criança: Ainda vilãs

Livrá-la do peso de ser a causadora de problemas graves de coluna não alivia o estigma de vilã que ela carrega: crianças que usam mochilas de maneira incorreta podem sentir dores e ter suas posturas afetadas.

 

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a tendência é que, nos próximos anos, 85% das pessoas do planeta sintam dor nas costas, pelo menos, uma vez na vida. E uma das causas do desconforto, principalmente em crianças, é o uso incorreto e o peso das mochilas.

 

“Associado ao grande grau de sedentarismo das crianças, o mau uso das mochilas gera dores musculares nos ombros, no pescoço, nas costas e nos braços”, diz Daniel Carmago Pimentel, fisiatra intervencionista e diretor do Spine Center do Hospital do Coração, em São Paulo.

 

“Na maioria das vezes, a criança usa a mochila de forma errada e não sente nada. Só que ela pode vir a sentir dores no futuro, quando estiver na adolescência, ou na idade adulta. É raro uma criança sentir dor lombar. Quando isso acontece, é preciso investigar com ajuda de um especialista”, fala o ortopedista do Hospital das Clínicas.

 

Quem pendura a mochila só em um ombro, por exemplo, pode ter dores e ter a postura comprometida. “Se a criança fica torta, curvada para frente ou para o lado, ela pode vir a sentir dor no futuro. Para que isso não ocorra, basta corrigir a má postura, e uma das maneiras é passar a usar a mochila corretamente”, fala Takimoto.

 

Jeito certo

Para que o acessório não comprometa a postura da criança e não provoque dores, é preciso observar seu bom uso. A primeira dica dos três especialistas entrevistados para esta reportagem diz respeito às alças dos ombros.

 

“Tiras estreitas causam compressão no ombro e restringem a circulação do sangue. Isso pode gerar quadros de dor muscular com o passar do tempo. O ideal é usar mochilas com alças largas, acolchoadas. Também é necessário usar as duas alças de ombros da mochila. Pendurando uma só ou as duas em apenas um ombro, você desloca todo o peso para apenas um lado de seu corpo”, diz Pimentel.

 

“Nem pense em usar aqueles modelos que só têm um ombro”, fala Dias da Rocha. “Além de duas alças nos ombros, o modelo ideal é aquele que vem uma alça ajustável na cintura, que prende mais a mochila às costas”, afirma Dias da Rocha.

 

Observar o tamanho da mochila em relação à altura da criança é fundamental. “O ideal é que ela seja um pouco menor do que as costas da criança, que fique três dedos acima da linha da cintura e esteja sempre encostada no corpo”, afirma Pimentel.

 

Por UOL MULHER

 

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Vai viajar com o bebê?: preparando a viagem em 7 passos.

 

Pensando em viajar nas férias, aqui vão 7 passos para preparar sua viagem de maneira confortável para você e seu bebê.

 

 

1º passo – Ligue para os hotéis da região aonde pretende ir, e pergunte se eles têm uma boa estrutura, com copinha do bebê, aluguel de berços e banheiras, e serviço de babá.

 

 

2º passo – Se viajar de carro, leve-o para uma revisão. Assim, você evita o transtorno de ficar horas parada na estrada com o pequeno.

 

 

3º passo – Vai de avião? Consulte as empresas aéreas sobre opções de refeições especiais, e também sobre a possibilidade de reservar lugares nas primeiras fileiras da aeronave.

 

 

4º passo – Confira a carteira de vacinação do bebê e veja se é preciso tomar alguma vacina para entrar no país de destino  – no caso de viagem internacional.

 

 

5º passo – Leve seu pequeno para uma visita ao pediatra antes da viagem. Um checkup tranqüiliza a mamãe.

 

 

6º passo – Providencie a documentação da criança: se ficar no Brasil, leve a certidão de nascimento ou o RG; se viajar para fora do País, é preciso fazer o passaporte do bebê.

 

 

7º passo – Algum dia antes de viajar, confirme a reserva do hotel – e também do avião, se for o caso.

 

Fonte: Revista Baby & Cia

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Sangramento pós-parto

 

O que é o sangramento pós-parto?

 

Toda mulher tem sangramento vaginal depois de ter um bebê. É o corpo eliminando o material que revestia o útero durante a gestação. É como uma menstruação, com um fluxo mais intenso, às vezes irregular. Essa secreção também recebe o nome de lóquios. À medida que o útero vai se contraindo e voltando ao tamanho normal, a intensidade do sangramento diminui, e a cor também muda: de vermelho vivo para rosa e depois para amarronzado ou amarelado.

 

Quanto tempo esse sangramento dura?

 

Para algumas mulheres, dura só duas ou três semanas; para outras, até seis. O sangramento vermelho vivo deve ir embora depois de no máximo duas semanas. Se não for, é sinal de que talvez você esteja abusando das atividades. Reduza seu ritmo. Caso nos dias seguintes o fluxo continue intenso e bem vermelho, fale com o médico.

 

Há algo que eu tenha de fazer?

 

Não. A única providência é ter em casa, antes de ir para a maternidade, uns dois ou três pacotes de bons absorventes noturnos. (Leia mais sobre de quantos absorventes você vai precisar depois do parto.) Você pode levar um pacote para a maternidade, para o caso de não gostar do tipo fornecido pelo hospital. Absorventes internos não podem ser usados nas primeiras seis semanas do pós-parto, porque podem levar bactérias para o útero e causar infecções.

 

Quando devo me preocupar?

 

Procure o médico se o sangramento:

 

• exigir a troca de mais de um absorvente por hora

 

• continuar muito intenso e vermelho depois da segunda semana

 

• de repente ficar vermelho e intenso de novo depois da segunda semana, e não melhorar com o repouso

 

• tiver coágulos grandes (maiores que uma bola de pingue-pongue)

 

• tiver um cheiro ruim, ou se você tiver febre e/ou calafrios.

 

É raro, mas algumas mulheres sofrem da chamada hemorragia pós-parto secundária. Se você tiver uma hemorragia muito intensa depois que o fluxo já tinha diminuído (precisando de mais de um absorvente por hora), procure imediatamente o médico, mesmo que não haja coágulos. Pode ser um sinal de que um pedaço da placenta acabou ficando dentro do útero, ou de que o útero não está voltando ao tamanho normal como deveria. Também procure ajuda médica imediatamente se estiver sangrando e sentir que vai desmaiar.

 

Fonte/ BabyCenter

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