Video Game é um Problema?

 

 

Video Game: Você já deve ter ouvido alguma discussão sobre como video games que obrigam os jogadores a mexer o corpo, como Xbox-Kinect ou Wii, podem contribuir para a saúde dos participantes. Uma pesquisa divulgada na última semana parece ser mais um ponto a favor dessa teoria.

 

 

Video Game é um problema? Um grupo de pesquisadores da University of Western Australia avaliou 15 crianças de 9 a 11 anos para saber qual impacto o video game teria em seu corpo. Eles descobriram que um jogo que provocasse atividade física intensa as obrigava a gastar tanta energia quanto um exercício de intensidade moderada. Além disso, a brincadeira melhorou sua saúde cardiovascular.

 

 

Após os testes, as crianças afirmaram que gostaram de jogar tanto os jogos de baixa e alta intensidade e que continuariam jogando se pudessem. “Nossa pesquisa dá respaldo à ideia de que atividades intensas beneficiam as crianças e aumentam o potencial de inclusão de videogames entre as recomendações para melhorar a saúde desse grupo”, afirmou em nota Louise Naylor, uma das coordenadoras da pesquisa.

 

 

Outros estudos já mostraram os benefícios dos videogames interativos para as crianças, mas esse é o primeiro a medir o impacto cardiovascular. A descoberta é uma boa notícia para os pais e confirma que os videogames não são apenas os vilões da história.

 

 

Apesar do aspecto positivo da pesquisa, vale lembra que o videogame não pode ser a única diversão do seu filho nem a principal forma de atividade física. É preciso controlar a quantidade de horas de jogo por dia e promover diversidade de brincadeiras.

 

Virtual x Real

Se por um lado os videogames ativos são bons porque exigem movimentação da criança, por outro eles não trazem benefícios tão completos quantos as brincadeiras infantis tradicionais. De acordo com o preparador físico e consultor do Fantástico Marcio Atalla, eles são benéficos para quem é muito sedentário, mas não chegam aos pés de uma boa brincadeira. “Videogames trabalham com um aspecto reativo da criança, já as brincadeiras exigem pró-atividade, ou seja, ela precisa correr, pular, mudar de direção, lidar com obstáculos”, explica.

 

 

Outro ponto positivo para as brincadeiras ‘ao vivo’ está relacionado ao convívio social. Enquanto está envolvida em um jogo com os amigos, a criança está aprendendo a interagir, respeitar, dividir, ela entende o que é certo e errado e também as consequências de se ‘quebrar uma regra’. Tudo isso é essencial para o desenvolvimento físico e psicológico. Atalla reforça ainda que brincar, além de manter a saúde da criança em dia, ajuda que ela tome gosto pelo exercício físico.

 

 

Exemplo é bom

Mas para que tudo ocorra bem, o exemplo precisa vir de casa. “Não adianta nada o pai só mandar a criança ir brincar, o ideal é que ele participe desse processo”, diz Atalla. “Os pais podem aproveitar os momentos de lazer não só para descansar, mas também para levar as crianças para gastar energia. No final de semana, por exemplo, em vez de ficarem quatro horas dentro de um shopping, podem dividir o tempo para levar o filho ao parque, andar de bicicleta. Lembre-se que quanto mais cedo a criança tomar gosto pela atividade física, mais saudável será seu desenvolvimento”, finaliza o preparador físico. Cuidados com o Video Game nunca é demais.

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Fonte/ Revista Crescer

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