É seguro ter um pet com bebê em casa?

 

É seguro ter um pet com bebê em casa? É fato: ter um animal de estimação faz bem à saúde física e emocional de todo mundo, como mostram inúmeras pesquisas. Para as crianças, os pets ainda ajudam no desenvolvimento da responsabilidade, afinal, eles precisam de cuidados como alimentação, atenção e higiene. “Conviver com um animalzinho também auxilia na coordenação motora da criança que, dependendo da idade, pode engatinhar para seguir o bichinho”, afirma Malu Araujo, adestradora e consultora de comportamento da Cão Cidadão.

 

 

É seguro ter um pet com bebê em casa? Se a família decidiu que é hora de ter um pet, antes de sair por aí à procura de candidatos, busque informações para escolher uma espécie e raça que se encaixem melhor no seu estilo de vida. “É importante levar em consideração a idade das crianças, a dinâmica da família e o espaço que ela dispõe para abrigar esse animal, além de computar a verba disponível para os cuidados que ele irá demandar”, explica Mauro Lantzman, veterinário especialista em comportamento animal.

 

 

Normalmente, os cães são os preferidos das famílias, mas alguns gatos também gostam muito de crianças. Para quem tem pouco tempo, peixes e porquinhos da índia são excelentes alternativas. O importante é não agir por impulso e pesquisar sobre os “costumes” do animalzinho para saber se ele vai atender às expectativas de toda a família – e vice-versa! Por exemplo, se a criança quer um bichinho com quem ela possa interagir (abraçar e jogar brinquedos), um peixe não será a melhor opção.

 

 

É seguro ter um pet com bebê em casa? É seguro?
Antes de introduzir um pet em casa, saiba que o contato entre o bicho e as crianças deve ser supervisionado por um adulto até que elas tenham idade para interagir com ele de maneira segura. Crianças não tem noção da própria força e o animal pode reagir com agressividade. “Se os pais já estão decididos a ter um pet, então, o próximo passo é decidir o sexo e as características que desejam e, a partir daí, visitar criadores, conhecer os pais do filhote e avaliar o perfil do animal”, ensina Lantzman.

 

 

Se a opção é por cão ou gato, uma boa dica é escolher o animalzinho um pouco mais velho. “Com um ano e meio, por exemplo, já é possível avaliar melhor seu perfil. Além disso, ele não será tão frágil e agitado e a fase das famosas mordidinhas de filhote, que podem machucar a pele delicada das crianças, já terá passado”, explica a consultora de comportamento da Cão Cidadão.

 

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