Vacinação Infantil

vacinacao infantil

 

Vacinação Infantil:A Varicela (ou catapora) é causada pelo vírus varicela (vvz)

 

É uma doença de alta contagiosidade (80-90 % dos comunicantes desenvolvem infecção), e usualmente é benigna, levando á febre e lesões vesiculosas espalhadas pelo corpo e pelas mucosas.

 

Eventualmente pode levar à infecção secundárias com crostas purulentas e em crianças ou em adultos imunodificados pode levar a infecção generalizada (sepsis) ou pneumonia.

 

Em gestantes pode haver transfusão para o feto ou o recém nascido.

 

Existe vacina contra a Varicela que em dose única (aos 12 meses) é eficaz para prevenção de formas graves da doença, mas, pelo fato de ter sido observado o desenvolvimento de formas leves com apenas uma dose, atualmente é feito reforço, geralmente entre 15 á 24 meses.

 

Crianças que receberam apenas uma dose e apresentam contato domiciliar ou em creche com indivíduo com a doença devem antecipar a segunda dose, respeitando o intervalo mínimo de um mês entre as doses.

 

A vacina pode ser indicada na profilaxia pós-exposição dentro de cinco dias após contato preferencialmente nas primeiras 72 horas.

 

Durante os surtos ou após contato intimo com o caso de Varicela é possível vacinar os bebês a partir de nove meses de idade.

 

Dra. Marilene S. Momm – CRM 3331
Diretora Técnica – Imunizar Vacinas- www.imunizarvacinas.com.br

 

Fontes: (Sbim – Sociedade Brasileira de Imunizações, SBP – Sociedade Brasileira de Pediatria)

 

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Lição de casa: como facilitar esse momento

Lição de casa como facilitar esse momento

 

Lição de casa: como facilitar esse momento: Missão número um: encontrar um cantinho sossegado para os deveres.

 

– Convide seu filho para fazer as escolhas com você sobre o local da casa em que será o cantinho de estudo, o tipo de mesa e cadeira e o que ele vai querer ter perto. Assim, ele vai se sentir mais estimulado a usufruir.

 

– Escolha um local arejado e iluminado, que não tenha atrativos auditivos ou sonoros (como TV, rádio, computador, ou que seja próximo à janela da rua movimentada). Tudo é motivo para desviar a atenção.

 

 

– Mantenha o acesso fácil aos materiais de que ele precisa para fazer a lição, sem ter necessidade de ficar buscando coisas pela casa – porque assim ele vai se distrair.

 

 

– É bom que a lição de casa tenha hora certa, para formar o hábito de estudo.

 

 

– Você até pode orientar seu filho caso ele precise, mas não conduza a lição, afinal a tarefa (e o aprendizado) não é sua.

 

 

– A lição de casa é uma maneira eficiente de você acompanhar o aprendizado dele na escola, além de criar um vínculo importante entre vocês a cada novidade.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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Antibióticos: a importância do uso consciente

Antibioticos a importancia do uso consciente

 

Antibióticos: a importância do uso consciente: Além da necessidade de serem receitados por um médico, esses medicamentos precisam ser administrados no horário correto.

 

 

“Tomem cuidado, não tomem antibióticos”, ensinam as crianças de 13 anos aos pais e às mais novas nas escolas britânicas. Essa é a nova campanha nacional que vai ser lançada na Inglaterra, a partir do ano que vem. “O objetivo é que as crianças voltem para casa e contem aos pais o que elas aprenderam e assim repassem o conhecimento”, explicou, em nota, Donna Lecky, pesquisadora de saúde pública do governo do Reino Unido. Lá, o consumo desse tipo de remédio não pára de crescer.

 

 

Mas por que ser tão cauteloso quanto aos antibióticos? É simples. Ingeri-los sem necessidade faz com que as bactérias que vivem em harmonia em nosso organismo – como as da flora intestinal – sejam exterminadas. Em equilíbrio, elas não causam problemas à nossa saúde. Mas, quando o remédio é ingerido indiscriminadamente, uma parte dos micróbios morre e os sobreviventes, que não são sensíveis ao medicamento, se fortalecem e se impõem, podendo desencadear doenças. Mas não se desespere: o risco só existe quando o antibiótico é tomado sem necessidade com frequência.

 

 

Tenha disciplina no tratamento

Além de só medicar seu filho em casos de real necessidade, siga à risca os horários estipulados pelo médico. “Os especialistas levam em conta a vida média do antibiótico na corrente sanguínea. Se ele precisa ser tomado de oito em oito horas, é porque, após esse período, a quantidade de medicamento no organismo irá diminuir”, explica o pediatra Hamilton Robledo, do Hospital São Camilo (SP). Essa é a oportunidade perfeita de a bactéria criar mecanismos de defesa e superar a ação do antibiótico. Por isso, se ocorrer algum imprevisto e você atrasar uma das doses, não adie a seguinte. Por exemplo: o correto seria dar o antibiótico para a criança às 8 horas, 16 horas e 24 horas. Caso você atrase e dê a segunda dose às 17 horas, mantenha o horário das 24 horas. A mesma disciplina é importante no que se refere à duração do tratamento. Mesmo que os sintomas desapareçam antes, administre o antibiótico até o último dia indicado pelo pediatra. Só assim todas as bactérias serão exterminadas e a doença, curada.

 

 

Para evitar que as pessoas comprem antibióticos sem prescrição médica, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estipulou uma norma, em outubro de 2010: esse tipo de droga só pode ser vendida com receita. Uma das vias fica retida na farmácia e outra é entregue ao consumidor, com um carimbo que impede a reutilização do documento. De lá para cá, segundo a empresa IMS Health Brasil, que faz pesquisa para a indústria farmacêutica, a venda de antibióticos teve uma queda, passou de 94 para 92 milhões embalagens, mas a partir de 2011 só aumentou, passando de 105 milhões. Apesar desse aumento, os especialistas afirmam que a compra, agora, é muito mais controlada, já que tem o aval do médico. Desde abril deste ano, passou a ser obrigatório, também, que todas as drogarias disponham do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). Quando você comprar um antibiótico, precisará informar a idade, o sexo e o nome do paciente. “O sistema vai montar um banco de dados que pode ajudar a estabelecer, em longo prazo, estatísticas sobre o uso do remédio no Brasil”, esclarece Rafael Filiacci, coordenador do SNGPC da Anvisa.

 

 

Uso responsável

É sempre bom lembrar: o procedimento de retenção de receitas vale para os antibióticos, mas não é por isso que você deve driblar o sistema e comprar, por conta própria, anti-inflamatórios de venda livre, na tentativa de contornar a crise. “Eles não combatem as bactérias e, portanto, não resolvem o problema. Ainda podem gerar desconforto gastrointestinal e alergia”, alerta Gerson Matsas, pediatra do Hospital Samaritano (SP). O remédio pode mascarar os sintomas e dificultar o diagnóstico da doença. O fato de a febre desaparecer, por exemplo, não significa que seu filho esteja curado.

 

 

Portanto, não se esqueça: ao notar qualquer desconforto da criança, o correto é procurar ajuda médica. O especialista fará uma avaliação clínica e só receitará o antibiótico se encontrar o foco infeccioso da bactéria. É claro que, em casos de emergência, você deve procurar o pronto-socorro. Mas sempre tente falar antes com o pediatra, que já conhece seu filho. “Ele poderá fazer um acompanhamento constante e reavaliar o paciente depois da consulta”, aconselha Matsas. Nada como poder ligar para o médico no dia seguinte e tirar suas dúvidas, não é mesmo?

 

Fonte: Revista Crescer

 

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Como se exercitar em todas as fases da gravidez

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Como se exercitar em todas as fases da gravidez: Como se exercitar em todas as fases da gravidez. Em alguns períodos é preciso diminuir o ritmo, mas é possível manter as atividades físicas até o fim da gestação.

 

 

Gravidez não é doença, por isso praticar exercícios físicos não deve ser um item excluído da nossa lista de atividades. Pelo contrário! Basta ficar atenta às indicações de profissionais e seguir para a academia (ou para a rua).

As atividades físicas moderadas são consideradas seguras e também muito benéficas para a saúde da mãe e do bebê. Gestantes passam por uma série de alterações físicas e precisam de cuidados especiais para evitar desconfortos e doenças, como a hipertensão e a diabetes.

Segundo a personal trainer Daniela Paiva, filha de Maria de Lurdes e Vitorino, “os exercícios de maior utilidade durante toda a gravidez são os aeróbicos, os calistênicos (os que utilizam o peso do próprio corpo como resistência), os de relaxamento e os de Kegel, que fortalecem os músculos pélvicos.” Mas é importante perceber os limites do próprio corpo em cada fase e seguir as indicações de médicos e preparadores físicos que podem ajudar.

Primeiro trimestre

A primeira fase da gravidez requer muita atenção e cuidado. Assim que a mulher descobre que está esperando um bebê, é fundamental que procure o médico ginecologista e se informe do que está liberada para fazer ou o que é melhor deixar pra lá para garantir a saúde do bebê. Para quem já está acostumada com atividades físicas intensas é natural que o ritmo diminua, e os exercícios que trabalham contração abdominal e o assoalho pélvico (região dos genitais) serão cortados. Para quem não tem o costume, mas pretende começar com os exercícios, é essencial contar com a ajuda de um profissional.

Nanna Pretto, mãe de Gabriel e grávida do segundo filho, que estava acostumada a competir em provas de corrida antes da gravidez, precisou diminuir bastante o ritmo. “O primeiro passo foi colocar bastante caminhada no treino, intercalando quatro minutos andando com apenas um de corrida”, conta ela. Mas para as mães que não estão acostumadas ao ritmo, a descoberta da gravidez não é a melhor hora para começar a correr! Caminhar é permitido, mas sempre controlando os batimentos cardíacos, que não podem ultrapassar os 130 por minuto, segundo o ginecologista Sang Cha, pai de Guilherme, George e Lara. Já os exercícios de impacto e os que exigem equilíbrio não são recomendados, como os funcionais, que envolvem ações de agachar, pular, empurrar, girar etc.

É preciso respeitar os limites do corpo neste período, pois a gravidez ainda é muito frágil. Além disso, o próprio corpo pede descanso. Enjoos e sono quase que incontroláveis são muito comuns, o que não deixa a grávida tão disposta a sair correndo por aí. Nanna, que já está entrando no terceiro trimestre de gravidez, conta que tentou manter a mesma frequência dos treinos que já estava acostumada, de três a quatro dias por semana, mas a intensidade já não pode ser a mesma. É preciso adaptar!

Segundo trimestre

Nesta fase, a grávida começa a se sentir mais segura, então é possível intensificar um pouco os exercícios. Os enjoos não são mais tão frequentes, a disposição e o humor estão melhores. Então é hora de se mexer. As mães atletas podem apertar o passo nas corridas. Sempre lembrando que o acompanhamento médico e de profissionais é essencial.

Nanna, já com preparação física bem condicionada, colocou mais corrida no treino nesta fase e até participou duas vezes de provas de cinco quilômetros, se sentindo bem durante todo o percurso. Além de colocar um pouco mais de peso nas atividades. “O treino ficou mais focado nos braços e costas, pois as caminhadas já fazem o trabalho da região inferior”.  E apesar das atividades abdominais serem abolidas da lista de exercícios, já são permitidas as atividades que estimulam a contração pélvica.

No segundo trimestre é quando as roupas especiais para atividades físicas começam a incomodar. Então chegou a hora de trocar para sentir mais confortável. E o jeito é adaptar. As dicas da Nanna são:

– Use calças leggings maiores do que o seu número. Apesar de largas nas pernas, não vão apertar a barriga.

– Uma cinta gestacional pode ajudar e pode ser encontrada em casas de produtos ortopédicos. Além de segurar a barriga,diminui as dores na coluna.

– Por causa do volume das mamas, você pode usar dois tops. Reforça e evita que doam na hora da corrida ou da caminhada.

– Quanto às camisetas, use as do marido. Elas ficam mais largas e acomodam melhor a barriga.

Terceiro trimestre

Na última fase da gestação é hora de diminuir o ritmo de novo. Até porque o próprio corpo não te libera para excessos. Mas isso não quer dizer parar. Na gravidez saudável e sem riscos, é possível continuar a se exercitar até os últimos dias antes do parto. As atividades na água, como hidroginástica, são muito indicadas. O ginecologista Sang Cha explica que “a água anula o efeito da gravidade, o que evita lesões e dores musculares, e por isso são indicadas do começo ao fim da gravidez.” Outra boa opção é o Yoga, que ajuda a controlar a respiração em uma fase que respirar já não é mais tão fácil.

A nossa colunista Nanna Pretto conta que nessa fase a corrida já está mais difícil porque cansa muito. Por isso ficou fora da lista de atividades. “A corrida só aparece em movimentos leves, de trotes, sempre respeitando a minha faixa de frequência cardíaca para este tipo de treino. E nesta etapa final inclui a natação.” Nanna diz que, assim como na primeira gravidez, vai continuar com suas atividades físicas enquanto se sentir confortável.

Ela deixa claro que tudo o que pratica durante a gravidez só é possível porque tem uma vida ativa desde antes do primeiro filho e conta sempre com acompanhamento de profissionais. Corre há 12 anos e está acostumada a participar de provas e academia. Por isso, para as grávidas que não têm o mesmo ritmo, os treinos serão menos intensos e é imprescindível o acompanhamento médico.

O que não pode

– Exercícios que propulsionam o ar para dentro da vagina (pedalar de perna para cima, por exemplo);

– Atividades que distendem a musculatura interna da coxa;

– Movimentos de extensão ou que forcem as articulações;

– Movimentos de contorção ou os que inclinam para trás forçando a coluna.

 

Consultoria:

Dr. Sang Cha – especialista em medicina fetal e diretor da Embryo Fetus, Centro de Reprodução Assistida

Daniela Paiva Castro – Personal trainer e proprietária da Suporte (www.suporte.eco.br), micro empresa de educação, treinamento, consultoria e assessoria esportiva.

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Entenda a Marcha pela Humanização do Parto

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Marcha pela Humanização do Parto mobiliza 300 participantes em SP, entre mulheres e profissionais da saúde. Entre as reivindicações está a contenção do alto índice de cirurgias cesarianas.

 

 

“Parto com respeito, eu escolho é meu direito”, “Seu doutor, preste atenção: a mulher não quer cesárea não”. Esses foram alguns dos gritos que ecoaram pela Avenida Paulista na manhã deste sábado (19). Estavam ali reunidas cerca de 300 pessoas, entre mães, pais e crianças, doulas, obstetrizes e estudantes de enfermagem, em um movimento chamado Marcha pela Humanização do Parto. Além da capital, grupos de mulheres e profissionais da saúde se organizaram também em mais 30 cidades do país, como Santos, São Bernardo e Vitória.

 

A mobilização, que se concentrou na altura do número 900 da avenida – e marchou até o Fórum da Justiça Federal Ministro Pedro Lessa, ao lado do Masp – tinha como propósito cobrar agilidade no julgamento da ação civil movida pelo Ministério Público em 2010 para que a Justiça condene a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a regulamentar os serviços obstétricos realizados por planos de saúde privados no país.

 

 

Michele Bass, 32, foi uma das mulheres que saiu de casa cedo para acompanhar a manifestação. Ela conta que, quando foi ter a filha Aisha, 3, passou por uma cesárea desnecessária. “Eu queria muito um parto normal, mas, como eu não tinha muita informação na época, acreditei quando o médico me disse que eu teria que fazer cirurgia, sem nenhum motivo aparente. Estava tudo indo bem com a minha gravidez”, conta a mãe que está terminando o curso para doula.

 

 

O produtor audiovisual Rodrigo Sarte, 39, marchava carregando a filha Maia, de 8 meses. Quando sua esposa, Daniela, estava grávida, o casal procurou alternativas ao parto realizado nos hospitais e, segundo Rodrigo, foi difícil conseguir um parto humanizado. “A gente conseguiu uma doula e uma parteira para fazer o nascimento em casa. Mas eu tenho consciência que foi porque eu tenho condições financeiras. Estou aqui hoje para que melhorem as políticas públicas de saúde para que minha esposa e eu não sejamos uma exceção”, diz.

 

 

O fim da Marcha

Foi necessária uma hora e meia até a marcha seguir por dois quarteirões da Avenida Paulista. Além dos gritos de guerra, cartazes com os dizeres Humanização do Parto, #HumanizaBrasil e Parir com respeito é meu direito eram exibidos e chamavam a atenção de muitas pessoas, inclusive pais com filhos, que passavam pela região e resolviam acompanhar os participantes.

 

 

O fim da Marcha aconteceu em frente ao Fórum da Justiça Federal Ministro Pedro Lessa. No local, a obstetriz Ana Cristina Duarte pediu agilidade no julgamento da ação civil para regulamentar os serviços obstétricos na rede privada (Foto: Raoni Maddalena)

Ao chegar em frente ao Fórum de Justiça, por volta das 12h15, a obstetriz Ana Cristina Duarte leu uma carta ao juiz da 24ª Vara Cível Federal que apontava os riscos que uma cesariana pode trazer à mulher e ao bebê, as taxas de mortalidade neonatal e os direitos da mulher. Ela pediu, ainda, prioridade na sentença da ação civil, que encontra-se na mesa do juiz desde o último 19 de agosto à espera de uma definição.

 

 

A Justiça Federal de Primeiro Grau em São Paulo informou, por meio da assessoria de imprensa, que a sentença deve sair até o final do ano.

 

 

Os próximos passos

A Marcha pela Humanização do Parto foi só a primeira de algumas ações que o grupo organizado de mães, doulas, parteiras e obstetrices está preparando. Até o final do ano, devem ser anunciados mais eventos, como a exibição do filme O Renascimento do Parto, de Eduardo Chauvet, que retrata a realidade obstétrica brasileira.

 

Para o ginecologista e obstetra Jorge Kuhn, a população, especialmente a mulher, só tem a ganhar com a conscientização da importância do parto humanizado. “O movimento está crescendo e é internacional. A gente quer fazer com que as pessoas que pensam em alternativas ao parto como é feito hoje vejam que existe um caminho alternativo. É uma volta ao protagonismo da mulher”, diz. O médico e um dos maiores ativistas da questão explica que o parto, antigamente, era um evento familiar, no qual a gestante decidia quem ela queria que fizesse parte daquele momento pessoal e emocional.

 

 

Um assunto complexo

A expectativa é que a regulamentação da ação civil de 2010 e o apoio da sociedade leve a uma diminuição do número de cirurgias cesarianas realizadas sem necessidade. Segundo dados do Ministério de Saúde, a cirurgia já representa 52% dos partos no Brasil, índice bem superior aos 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Ao analisar apenas os índices da rede privada, o número de cesáreas pode ultrapassar os 80%.

 

Embora os dados sejam chocantes, o ginecologista e obstetra Alexandre Pupo Nogueira, do Hospital Sírio-Libanês (SP), explica que é preciso muito cuidado para analisar a questão.  “Muitas cirurgias são feitas sem necessidade, apenas por comodismo, tanto dos médicos, que não precisam desmarcar consultas para realizar um parto a qualquer momento, quanto dos pais, que querem se organizar melhor.” E continua: “Eu ofereço parto normal para todas as minhas pacientes, mas a maioria delas escolhe a cesárea. Acho que é por um medo de um processo que é natural e não controlado pelo homem. No parto normal, o médico é um mero expectador. Na cesárea, é totalmente controlada. Qualquer problema que surgir em decorrência da cesárea, são riscos que o médico assume. No parto normal, os riscos são assumidos pela mãe. Por isso, tem muitas mulheres que preferem deixar na mão do médico do que na da natureza”, diz Pupo.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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8 erros comuns que podem levar seu filho à obesidade, já no primeiro ano de vida

8 erros comuns que podem levar seu filho a obesidade ja no primeiro ano de vida

 

8 erros comuns que podem levar seu filho à obesidade, já no primeiro ano de vida: As consequências podem demorar a aparecer, mas o problema é, desde cedo, motivo de preocupação entre os médicos.

 

Considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade atinge 42 milhões de crianças com menos de 5 anos pelo mundo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a incidência de meninos de 5 a 9 anos acima do peso chega a 15%.

 

 

Dois fatores contribuem com o sobrepeso infantil: a genética e, principalmente, os maus hábitos alimentares, que muitas vezes refletem os da família. Um dos principais vilões nessa guerra é o açúcar, introduzido precocemente na alimentação da criança. Um estudo do Jornal de Pediatria, do Brasil, revelou que, a partir dos 6 meses, 79,3% das crianças já comiam bolachas e 20,7% consumiam sucos artificiais. É motivo de sobra para se preocupar, já que a obesidade infantil acarreta problemas que impactam na adolescência e na vida adulta, como diabetes e hipertensão. Para manter o distúrbio bem longe do seu filho, conheça outros 7 erros comuns na dieta das crianças e evite-os:

 

 

1 – Abrir mão de amamentar
Até os seis meses de vida, os pediatras recomendam o aleitamento materno exclusivo, por livre demanda. Não se engane com crenças equivocadas de que seu leite é fraco ou de que o de vaca é mais nutritivo, fazendo a substituição. Dentre inúmeros benefícios, estudos provam que os bebês alimentados apenas com leite materno têm menos chances de se tornarem obesos na adolescência e na vida adulta. “Nós nascemos com a saciedade regulada, então, é muito difícil um bebê mamar mais do que precisa, a ponto de ganhar peso excessivo”, conta Renata Maria de Noronha, endocrinologista infantil do Hospital São Luiz (SP).

 

 

2 – Negligenciar as recomendações do pediatra
Se você não amamenta, mas usa fórmula, é preciso tomar alguns cuidados: siga exatamente as instruções de seu pediatra e nem pense em engrossar a bebida com amido de milho, por exemplo, que contém muito carboidrato e favorece o ganho de peso.

 

 

3 – Culpar a genética
Ela é responsável por 50% da propensão à obesidade. Se um dos pais é obeso, a chance da criança ser também é de 40%. Se ambos forem, esse número pode chegar a 80%. Mas é preciso levar em consideração que os outros 50% envolvem fatores ambientais, como o mau hábito alimentar, e que este, sim, é passível de mudanças.

 

 

4 – Não estabelecer uma rotina
Depois dos primeiros 6 meses, começa a introdução de alimentos na dieta das crianças. As papinhas salgadas são as mais difíceis de ser aceitas, por causarem estranheza inicialmente. Nesse momento, é preciso criar uma rotina com os horários de alimentação. A partir do 7º mês, a dieta passa a ter pedaços de comida e é muito importante respeitar o tempo de mastigação da criança. Como sobremesa, invista nas frutas, estimulando seu filho a comer bem desde cedo. Além disso, a família é o espelho da criança, portanto, procure ter uma alimentação saudável na frente de seu filho e o incentive a experimentar novos alimentos. Vale ressaltar que é preciso tomar muito cuidado com a adição de sal na comida das crianças, já que o sódio pode causar hipertensão arterial na vida adulta.

 

 

5 – Viciar o paladar
Nos primeiros dois anos, as crianças começam a desenvolver o paladar. Os alimentos naturais devem ter prioridade. Evite sucos industrializados, que contêm uma quantidade muito grande de açúcar, e dê preferência a frutas naturais. Além disso, essas bebidas podem boicotar a formação do paladar: a criança conhece um gosto diferente do real, e pode acabar não comendo a fruta in natura, futuramente. O mesmo ocorre com os doces: “Muitas vezes, a criança ainda não aprendeu a comer todos os tipos de alimentos saudáveis e a mãe já oferece um iogurte petit suisse de sobremesa, incluindo o açúcar, desde muito cedo, na dieta da criança”, explica Renata. Inclua os mais diversos tipos de frutas, legumes e vegetais no cardápio dos pequenos.

 

 

6 – Barganhar na hora da refeição
Os pais devem respeitar a fome das crianças, por isso, nada de forçá-las a comer alimentos saudáveis para conseguir um doce ou chocolate. Assim ela vai entender que um alimento nada saudável é uma recompensa por comer bem. A mania de beliscar também deve ser evitada. “Muitas vezes, os pais acham que a criança não comeu nada e oferecem pedaços de bolacha e outras guloseimas, nos intervalos das refeições”, reprova Renata.

 

 

7 – Permitir a TV em excesso
Depois de comer, a criança só tem um jeito de queimar toda a energia: se exercitando. Pode ser com brincadeiras ou com esporte, respeitando a vontade dela. “As crianças não devem ficar mais de 2 horas na frente de uma tela. Elas precisam se movimentar”, conclui Renata. Além de gastar mais energia, as brincadeiras são fundamentais para o aprendizado cognitivo.

 

 

8 – Comer por dois quando grávida
Um estudo revelou que a alimentação da mulher durante a gravidez é muito importante para a saúde do bebê. A dieta deve ser bem variada, rica em vitaminas e minerais, mas nada daquela história de comer por dois. O feto, quando dentro da barriga da mulher, precisa de determinada quantidade de nutrientes para se desenvolver. O que passar da conta leva ao peso excedente da grávida e pode acarretar ao diabetes gestacional, elevando as chances de o bebê nascer muito grande, o que pode causar um padrão metabólico de acúmulo.

 

 

Outra fonte: Artur Delgado, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein de São Paulo.

 

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Casos de catapora aumentam na primavera saiba como prevenir

Casos de catapora aumentam na primavera

 

Casos de catapora aumentam na primavera: É importante ficar de olho nos sintomas da doença, que incluem febre e mal estar. A principal prevenção é a vacina tetra viral.

 

Instituto de Infectologia Emílio Ribas, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, emitiu um alerta para a população sobre o aumento dos casos de catapora na primavera. Até julho foram registrados 2.168 casos entre crianças de até 9 anos, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado (CVE).

 

 

A catapora é uma doença altamente contagiosa, por isso, é recomendado afastar as crianças de escolas e creches ao confirmarem a doença. Os sintomas são parecidos as de um resfriado: febre alta e mal estar, e não há nenhum medicamento capaz de controlar a doença. “O ideal é lavar as lesões com sabão normal durante o banho, secar, não fazer uso de nenhum tipo de pomada nem curativo”, explicou, em nota, a infectologista do Emílio Ribas, Yu Ching Lian.

 

 

Por isso, a maneira mais segura de prevenir é por meio da vacinação. A tetra viral, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde setembro deste ano, protege a criança da catapora, sarampo, caxumba e rubéola. Crianças de 15 meses, que já tenham tomado a primeira dose da tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), podem receber a tetra valente. Caso a tríplice não tenha sido tomada, basta procurar o posto de saúde mais próximo. Neste caso, a tetra viral é aplicada após 30 dias.Vale lembrar que a vacina é oferecida em qualquer época do ano. Nas clínicas particulares, o esquema é diferente e você deve seguir as orientações do pediatra do seu filho.

 

 

Entenda a catapora

A catapora (ou varicela) atinge principalmente crianças de 1 a 6 anos. A transmissão acontece por contato e por via respiratória. Ambientes pouco ventilados, creches e escolas são propícios para a disseminação do vírus. Por conta disso, a melhor forma de prevenir o seu filho é por meio da vacinação.

 

 

Febre alta (acima de 38°C) e manchas avermelhadas pelo corpo são os primeiros sinais. Logo, formam-se pequenas bolhas que se rompem e viram feridas. Durante cerca de três dias, as bolhas surgem por levas: enquanto umas secam outras nascem no corpo da criança. As bolhas podem aparecer também nas mucosas: na boca, na conjuntiva, na área genital.

 

 

Durante essa fase, há risco de transmissão. Por isso, se você tem mais de uma criança em casa e um de seus filhos pegou a doença, leve-os ao pediatra e evite que durmam no mesmo quarto. Objetos pessoais devem ficar separados para evitar o contágio. Somente após 5 a 7 dias, as últimas bolhas secam, formando crostas.

 

 

A catapora não oferece grandes riscos, mas como as bolhas coçam, é preciso evitar que a criança crie um machucado em cima delas para não haver inflamação local e cicatriz. Não há medicamento específico, a não ser aqueles para combater os sintomas, como a febre e a coceira.

 

Abaixo, dicas fundamentais para evitar complicações:

 

– Corte sempre as unhas do seu filho e deixe-as limpas;
– Evite que ele tenha contato com pessoas com baixa capacidade de defesa;
– Coloque roupas leves, para evitar calor e aliviar as coceiras;
– Tente fazer com que seu filho repouse, principalmente enquanto tiver febre;
– Ofereça alimentos leves e muito líquido.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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