Entenda! 5 perguntas sobre vacina

 

Entenda! 5 perguntas sobre vacina: A imunização é a maneira mais eficaz de proteger o seu pequeno contra doenças infectocontagiosas. Funciona assim: ao ser vacinado, o sistema imunológico dele recebe o agente causador da doença (vírus e bactérias) atenuado ou mesmo morto. Algumas vacinas também são fabricadas com apenas fragmentos desses agentes. Dessa forma, o organismo produz anticorpos com antecedência para combatê-los quando for realmente preciso. A seguir, listamos algumas respostas para as dúvidas mais comuns dos pais.

 

 

É melhor no posto ou na clínica?
O calendário brasileiro de vacinação contempla a maioria das vacinas básicas que existem no mercado – e é um dos mais completos do mundo. Mas se você tiver a possibilidade de pagar por outras que não são oferecidas na rede pública, como a da gripe (aplicada no posto de saúde apenas em crianças de 6 meses a 2 anos) e da catapora, melhor ainda. A eficácia da vacina do posto de saúde é a mesma daquela da clínica de vacinação. No entanto, as da rede privada costumam ser do tipo acelular, uma tecnologia que gera menos efeitos colaterais. Nas clínicas particulares também existem mais vacinas combinadas – nome dado àquelas que protegem contra mais doenças em apenas uma dose, o que reduz o número de picadas.

 

 

Pode tomar mais de uma no mesmo dia?
Sim, desde que sejam aplicadas em locais diferentes. Deixe a vacina para outro dia apenas se a criança estiver com febre. Crianças com alergia a ovos e a alguns tipos de antibióticos também podem sofrer reações após a imunização. Por isso, a orientação do pediatra é fundamental para evitar qualquer erro na hora de completar a carteira de vacinação do seu filho. Além disso, quem é que consegue decorar tantas doses e datas assim?

 

 

Ela pode causar a doença?
Os componentes da vacina, como falamos, estimulam o organismo, que vai produzir uma resposta imunológica. Esse processo pode gerar algum desconforto, o que faz com que alguns pais pensem que a criança ficou doente. Mas esses sintomas são bem menos agressivos do que a doença em si.

 

 

Quais as possíveis reações?
Entre os efeitos colaterais que a picada pode causar estão febre, dor e vermelhidão local e irritabilidade. Para aliviar a dor, você pode aplicar uma compressa fria na região e usar um antitérmico (se for o caso) ou analgésico recomendado pelo pediatra do seu filho. As intramusculares, ou seja, aquelas aplicadas no músculo (em geral, na coxa ou bumbum do bebê) podem doer um pouquinho mais do que as subcutâneas, injetadas abaixo na pele. Mas, infelizmente, não é a mãe que escolhe o local onde a medicação vai ser injetada, porque isso depende do tipo de vacina. As contra hepatite B e gripe, por exemplo, são via intramuscular. Já a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) é subcutânea.

 

 

Vacinação causa autismo?
A polêmica surgiu em 1998, na Inglaterra, quando um estudo sugeriu que o thimerosal (conservante à base de mercúrio) contido nas vacinas pudesse causar a síndrome. Isso fez com que muitas famílias deixassem de vacinar os seus filhos e aumentou o índice de doenças quase extintas, como o sarampo, em alguns países. Mas desde então, inúmeras pesquisas científicas mostraram que não há evidências que comprovem essa suspeita. Todas as vacinas são importantes, mesmo aquelas que protegem contra doenças consideradas menos graves. Pois, em crianças menores, como o sistema imunológico é menos desenvolvido, há mais risco de internação. Manter a carteira de vacinação do seu filho em dia é essencial – não só para a saúde dele, mas de toda a população.

 

 

Fonte: Canal Natura- Jean Carlo Gorinchteyn, infectologista do Hospital São Camilo e do Instituto Emílio Ribas (ambos em São Paulo).

 

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Gravidez pode ser estímulo para largar o cigarro

 

Gravidez pode ser estímulo para largar o cigarro: Apesar de muitas mulheres sofrerem para abandonar o vício, benefícios para a gravidez e para o bebê podem ser o incentivo que faltava.

 

 

Esta quinta (29) é o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Você provavelmente não precisa que a gente descreva uma lista dos malefícios do cigarro. Podemos resumir dizendo que ele contém mais de 4 mil substâncias nocivas ao corpo humano. Se a longo prazo ele faz mal para gente grande, imagine o estrago que pode causar a um bebê que está se desenvolvendo dentro do útero.

 

 

Sabemos que nenhum tipo de vício é fácil de abandonar. A boa notícia é que entre as mulheres fumantes que engravidam, cerca de metade consegue deixar os cigarros de lado durante a gestação usando apenas a força de vontade. Segundo Jaqueline Issa, diretora do Programa de Tratamento do Tabagismo do INCOR (SP), a gravidez é uma ótima oportunidade para tornar-se uma ex-fumante. “É um ambiente que estimula a mulher a parar de fumar. A mãe quer proteger seu feto e isso vira prioridade. Além disso, o próprio corpo é um aliado. A mulher grávida, por exemplo, apresenta menos sintomas da síndrome de abstinência”, explica.

 

 

Outra boa notícia: um estudo realizado por pesquisadores dinamarqueses e publicado este mês no jornal científico Obstetrics & Gynecology mostrou que a chance de mulheres que param de fumar quando descobrem a gravidez darem à luz bebês de baixo peso é muito próxima da chance das não fumantes – um indício de que a suspensão do cigarro no início da gestação permite que o feto tenha um desenvolvimento adequado. As mulheres que não largaram o cigarro, por outro lado, tiveram quase três vezes mais bebês de baixo peso em comparação com as não fumantes. Isso sem contar todos os outros males que o fumo traz para a criança, como problemas neurológicos, complicações cardíacas e maior risco da morte súbita.

 
A pesquisa analisou dados de 1.774 mulheres e chegou a outro ponto que reflete a queixa de muitas mulheres que param de fumar: elas engordaram em média dois quilos a mais na gestação do que as que nunca fumaram. De acordo com Jaqueline, o ganho de peso é comum, mas, para diminuir esse “efeito colateral”, as mulheres devem fazer mudanças no cardápio, evitando gorduras e alimentos pobres em nutrientes (doces e carboidratos refinados, como o pão branco) e investindo em lanches saudáveis, como palitinhos de cenoura ou pepino e frutas cítricas. Beber muita água também é importante. O ideal é que a mulher pratique algum tipo de atividade física, de acordo com a orientação do obstetra. E, claro, compareça às consultas de pré-natal rigorosamente para acompanhar a sua saúde e a do bebê.

 

 

 

Não consigo parar de fumar

Algumas mulheres não conseguem parar de fumar, mesmo quando descobrem a gravidez. Nesse caso, o mais importante é que ela não mantenha o vício escondido nem do médico nem da família. Se existe uma dificuldade para largar o cigarro, é preciso estar aberta para receber ajuda.

 

 

Automedicar-se, nem pensar. Não há consenso sobre o uso de medicamentos que ajudam a abandonar o cigarro entre grávidas. Chicletes e adesivos de nicotina, apesar de parecerem inofensivos, também não podem ser utilizados sem orientação médica. Isso porque a nicotina é vasoconstritora e pode diminuir a passagem de sangue na placenta, diminuindo o fluxo de oxigênio e nutrientes para o bebê.

 

 

Quem pode indicar a melhor ajuda para a grávida fumante é o obstetra. Além de indicar um medicamento, ele pode orientá-la a procurar uma terapeuta, já que parar de fumar envolve a superação de uma insegurança.

 

 

 

Não basta ser marido…

É isso mesmo, tem que participar. O fumo passivo pode ser tão prejudicial quanto ser fumante. Por isso, o ideal é pedir ao marido, amigos e parentes que entendam seu momento e não acendam um cigarro perto de você. Isso evita que seu bebê seja exposto ao monóxido de carbono e a outras substâncias tóxicas presentes no cigarro.

 

 

Dados preliminares de um estudo realizado no Hospital das Clínicas (SP) por uma estudante de obstetrícia da USP, em parceria com o Incor, mostrou que, das 264 grávidas avaliadas, 30% entre as que não fumavam tinham taxas elevadas de monóxido de carbono no organismo, como resultado do fumo passivo.

 

 

Vale lembrar que dentro de casa o ideal é banir de vez o cigarro. O material particulado e prejudicial à saúde que o fumo deixa pode ficar “poluindo” os móveis de 2 a 3 meses. Por isso, a recomendação de Jaqueline é não fumar nunca em ambientes fechados e manter um ambiente saudável em casa.

 

 

 

Fonte: Revista Crescer

 

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Saiba escolher! Calçados para gestantes

 

Saiba escolher! Calçados para gestantes: O calçado é um item que merece toda atenção durante a gravidez. Além do quesito conforto, precisamos considerar a segurança dos modelos.

 

Usar um sapato inapropriado pode causar graves acidentes. Isso porque durante a gravidez a mulher está com um sobrepeso muito maior do que está acostumada, deixando-a mais lenta, com menos equilíbrio. Solas que escorregam e sapatos altos que podem ocasionar quedas ou torções devem ser guardados no fundo do armário até o final da gestação. Os modelos mais indicados são aqueles com sola de borracha e salto baixo ou pouco salto, de dois ou cinco centímetros de altura.

 

Falando em conforto, é preciso lembrar que durante a gravidez as mulheres sofrem com a retenção de líquido e com o alargamento das articulações, que deixam os pés muito mais inchados. Nesse período o número do calçado pode aumentar consideravelmente. Então, não estranhe se a sua antiga sapatilha não entrar no seu pé.

 

No dia-a-dia dê prioridade aos sapatos confortáveis, mais largos e que não apertem os pés. Sapatilhas, rasteirinhas, chinelos, tênis e botas de salto baixo são bem apropriados. Em ocasiões que exigem modelos mais sociais, opte por sapatos que fiquem bem presos ao pé e tenham salto baixo e largo, pois dão mais segurança ao andar.

 

Fonte: Guia do Bebê

 

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Como reaproveitar as roupas do seu filho

 

Como reaproveitar as roupas do seu filho: Além de economizar, você ensina às crianças a importância de reaproveitar peças e, assim, cuidar do meio ambiente.

 

A idéia não é só poupar dinheiro. É mostrar que as roupas podem ter outros destinos – e donos. Quem sabe até a meia da sua filha se torna uma capa para o celular?

 

 

1. Se a calça ficou curta porque ele cresceu muito, mas continua nova, transforme-a em shorts. A blusa pode virar uma regata.

 

 

2. Uma vez que não reaproveite, pode doar. Você vai encontrar alguém que precise. Se não, leve em um abrigo ou uma creche. De quebra, uma bela lição.

 

 

3. Os brechós são outra saída para trocas ou vendas. Quem sabe não se tornam compradores assíduos?

 

 

4. Transforme em fantasias! Nem precisa ser carnaval para ele querer vestir coisas diferentes. Também como brincadeira, uma idéia é ser roupa de boneca.

 

 

5. Muitas vezes, as crianças querem trocar a roupa com um colega. Se os pais aceitarem, a troca pode ser feita de uma maneira mais organizada, como um bazar.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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Postura punitiva dos pais pode reforçar comportamento mentiroso

 

Postura punitiva dos pais pode reforçar comportamento mentiroso: Para muitos pais, a chegada dos filhos à adolescência, período dos primeiros passos independentes, faz com que o nível de preocupação aumente em relação ao que eles podem estar escondendo.

 

Segundo os especialistas consultados pelo Gravidez e Filhos, a maioria dos adolescentes mente para seus pais, mas isso faz parte do processo de amadurecimento e nem sempre deve ser encarado com apreensão.

 

Paulo Sérgio Camargo, autor de “Não Minta para Mim! – Psicologia da Mentira e Linguagem Corporal” (editora Summus), afirma que mentir faz parte do ser humano e que todas as pessoas mentem desde crianças.

 

“As maiores fontes de aprendizado são as pessoas próximas, como os pais e os irmãos. E os pais ensinam a mentir quando, por exemplo, mandam o filho dizer, ao telefone, que não estão ou dizem para elogiar a comida de uma tia, mesmo que ele não tenha gostado.”

 

Para Monica de Oliveira Genofre, psicóloga do Instituto de Terapia Familiar de São Paulo, mentir para os pais é inerente à adolescência. “É um momento no qual o filho está se diferenciando dos pais e não quer revelar tudo. Existem os que mentem mais e os que mentem menos, sobre coisas mais sérias ou menos sérias, mas faz parte dessa fase da vida.”

 

 

Mentiras comuns

As mentiras mais comuns na adolescência estão relacionadas a questões como aonde foi, com quem e o que fez. A psicóloga Luciana Maria Caetano, especialista em desenvolvimento moral e autora do livro “O Conceito de Obediência na Relação Pais e Filhos” (editora Paulinas), diz que uma mudança importante da infância para a adolescência é o surgimento da vida social do filho fora do ambiente familiar, com novos grupos.

 

“Os pais não devem impedir o filho de aumentar sua vivência social, porque ela é necessária. Por outro lado têm de continuar supervisionando, pois ele ainda não tem maturidade para enfrentar tudo sozinho.”

 

Para Luciana, a mentira está ligada à falta de confiança. Por isso, se os pais percebem que o filho não tem contado a verdade, a primeira coisa que devem fazer é se perguntar por que isso está acontecendo.

 

“Não existe uma relação de confiança recíproca entre pais e filho? Quando ela foi quebrada? Por que o filho acha que não pode falar a verdade para os pais? A mentira acaba sendo consequência de uma relação errada desde a infância”, diz a psicóloga.
Luciana afirma que a mentira pode acontecer também quando a relação é muito autoritária e o filho tem medo de, ao contar a verdade, ser castigado duramente. “Os pais devem tentar lembrar se já houve no passado uma situação semelhante na qual o filho foi honesto e contou uma verdade difícil e analisar como lidaram com isso. Devem se perguntar: eu acolhi, ouvi ou puni severamente?”, fala a especialista.

 

Segundo Luciana, se o jovem contar que fez algo errado em vez de mentir e não for reconhecido pela coragem de assumir o erro, vai ser muito difícil que se sinta confiante para revelar uma situação que acontecer depois.

 

João Ilo Coelho Barbosa, psicólogo da ABPMC (Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental), concorda que uma criação muito rígida pode levar os filhos a mentir mais. “A mentira é uma tentativa de evitar punição. Se o ambiente for muito punitivo, maior a chance de a pessoa estar escapando dessas punições mentindo”, diz o especialista.

 

A falta de diálogo dentro de casa é outro fator que favorece o surgimento de mentiras, criando uma rotina na qual os filhos mentem e os pais fingem que acreditam. “É uma relação confortável para ambos, porque assim pai e mãe não têm de resolver a questão do amigo indesejado ou ter uma conversa sobre sexo que pode ser constrangedora”, afirma a psicóloga Luciana.

 

O modelo dado pelos pais também é importante na formação do adolescente. “Se esse jovem cresceu com pais que mentiam muito, inclusive para ele, aprendeu essa forma de conviver com o outro, esse jeito de resolver conflitos pelo atalho”, declara a especialista.

 

 

Afeto e diálogo

Mesmo que os pais desconfiem que o filho esteja escondendo algo, nunca devem invadir a privacidade do adolescente atrás de provas, revistando mochilas, computador pessoal ou agenda de telefone celular, porque, ao fazerem isso, estarão quebrando ainda mais a confiança do adolescente.

 

Para Luciana Caetano, os adultos devem insistir em perguntar aonde o filho vai, conhecer seus amigos e ligar para seu celular para supervisionar o que ele está fazendo, mesmo que isso lhe dê fama de “chato”. E deixar claro que estarão sempre ao seu lado e que, por isso, ele pode recorrer a eles com a verdade.

 

“Os pais devem sempre dizer aconteça o que acontecer, faça a burrada que fizer, me conte a verdade e eu vou ficar do seu lado e ver o que posso fazer para te ajudar'”, fala a psicóloga. “Os pais que querem vigiar para pegar no flagra e punir cometem um engano grande. Ninguém consegue vigiar um adolescente por 24 horas.”

 

Ao descobrir uma mentira, deve-se chamar o filho para uma conversa, mas nada de sermão. “O adolescente está mentindo porque a situação mostra para ele que, se não mentir, vai sofrer, então uma punição severa pode ser a pior coisa nesse momento, porque isso vai incentivá-lo a mentir melhor da próxima vez”, diz João Ilo.

 

Luciana aconselha os pais a fazer perguntas ao filho, questionando o que ele está sentindo e vivendo e o que o levou a achar que precisava mentir. “A conversa com o adolescente não é igual a com uma criança, para a qual se fala ‘você não vai mais fazer isso’ e pronto. Com o jovem, as regras são negociáveis e quanto mais ele for envolvido no diálogo, melhor.”

 

 

 

Para Monica, expor nessa conversa afeto e preocupação também é importante para que o adolescente fique mais seguro para se abrir. Quando se tratar de mentiras mais sérias, é necessário também que o jovem se responsabilize pelo que fez. “Os pais devem fazer os filhos criarem a consciência de que as consequências de seus atos vão recair sobre eles mesmos, que, se usar drogas ou provocar uma gravidez indesejada, quem vai arcar com o resultado é ele”, diz Luciana. E, caso a mentira tenha envolvido ou prejudicado outra pessoa fora da família, ele deve fazer as reparações necessárias contando a verdade e pedindo desculpas.

 

Já quando se tratar de uma mentira leve, típica da idade, a atitude mais sensata dos adultos pode ser deixar passar sem pressão, de acordo com Monica. “Os pais podem saber que o filho está mentindo, mas não quer dizer que eles têm de ir atrás da verdade. Tem um momento em que as pessoas precisam de privacidade, de se opor e se diferenciar. Claro que é importante estar atento, mas nem sempre para reprimir.”

 

“Algo como experimentar um cigarro. Faz parte, é uma época de experimentação, e nem sempre o jovem vai contar para os pais.” Segundo a psicóloga, pais atentos vão perceber se a mentira está envolvendo questões mais sérias porque ela será acompanhada de mudanças de comportamento, como se fechar no quarto, ficar mais introspectivo ou agressivo, afastando-se da família.

 

 

Definição de valores

Um adolescente que mente muito nessa fase corre o risco de se tornar um indivíduo que busca sempre a saída pela mentira. “A adolescência é a fase da construção de personalidade e de uma hierarquia de valores, o sujeito define quais valores vai levar para a vida adulta”, afirma Luciana. “Se aprendeu a resolver conflitos por meio da mentira, pode crescer com esse valor. Essa ideia de que algumas coisas são resolvidas com maior facilidade se eu mentir, por isso a intervenção dos pais na adolescência é importante.”

 

Fonte: UOL MULHER

 

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Como cuidar dos primeiros dentes e garantir a saúde bucal do seu bebê

 

Como cuidar dos primeiros dentes e garantir a saúde bucal do seu bebê: Como cuidar dos primeiros dentes e garantir a saúde bucal do seu bebê. A gente também baba quando os primeiros dentes do bebê começam a nascer. Veja como cuidar deles.

 

Um dentinho só. Um mínimo dentinho, naquela mínima boquinha do bebê já é sinal para a primeira visita ao odontopediatra? Sim! Embora o tamanho da criança seja pequeno, a saúde dela não tem nada de diminutivo: assim que o primeiro dente despontar na boca do bebê, já é hora de marcar uma consulta, ato que deve se repetir a cada seis meses – como para nós, adultos. Isso porque, quando o assunto é boca, o melhor tratamento é a prevenção. E desde o dente de leite que, quando tem uma cárie não tratada, por exemplo, pode fazer o permanente crescer com deformação ou manchas. A seguir, respondemos todas as suas dúvidas sobre a primeira dentição do seu filho, desde o nascimento até o aparelho ortodôntico.

 

 

Quando nasce o primeiro dente?

Geralmente aos 6 meses, mas há casos de crianças que têm dentes antes ou depois disso, sem prejuízo algum. O limite é 1 ano e meio. Se isso não ocorrer, é preciso investigar. Ao todo, serão 20 dentes (dez em cima e dez embaixo) que, dependendo do desenvolvimento hormonal, surgem até por volta dos 3 anos. Eles começam a cair, no entanto, com 6 anos – se nasceram antes, aumenta a chance de caírem antes também. E o melhor é que o dente caia sozinho ou que a própria criança remova, na sua companhia, claro.

 

 

E se a criança já nascer com um dente?

Esse “fenômeno” é chamado de dente natal e acontece em um a cada 2 mil nascimentos. Também há o dente neonatal, que pode surgir no primeiro mês. Somente com uma radiografia é possível saber se ele faz parte dos 20 ou se é um extra. Se for extra, é indicada a remoção no consultório, sem dor. Se não, poderá ser mantido, desde que tenha características normais.

 

 

Baba, coceira, febre e diarreia são sintomas de nascimento dos dentes?

Não há comprovação científica de que o nascimento dos dentes cause febre, diarreia ou faça o bebê babar. Acontece, mas as razões são outras. Aos 6 meses e na fase oral, a criança leva tudo à boca. Enquanto isso, as glândulas salivares começam a maturar (provocando uma salivação maior) e a imunidade ainda é baixa. Resultado: o bebê se autocontamina e esses sintomas aparecem. Já a coceira na gengiva, causada pelo dente que se aproxima, pode ser amenizada com mordedores, especialmente os que vão na geladeira, porque a temperatura baixa diminui a circulação sanguínea na região. O especialista pode, ainda, prescrever medicações tópicas e fitoterápicas.

 

 

Quando iniciar a higiene bucal?

Assim que o primeiro dente apontar na boca, após cada alimentação (antes disso, não precisa limpar a gengiva porque ela não serve de fixação para as bactérias). Enquanto o bebê tiver apenas os dentes incisivos (superiores e inferiores da frente), a mãe deve passar, no local, fralda de algodão ou gaze seca ou umedecida em água filtrada ou, ainda, uma dedeira. Quando nascerem os primeiros molares (os do “fundão”), por volta dos 14 meses, é obrigatória a introdução da escova de acordo com a indicação da idade na embalagem, pois esses dentes têm sulcos, que não são devidamente limpos de outra forma. O uso do creme dental também deve ter início nessa fase e o especialista deve orientar se o produto pode conter flúor ou não. Segundo a Sociedade Brasileira de Odontopediatria, não há controvérsias sobre o uso dessa substância antes dos 3 anos, já que ela é um fator fundamental para a prevenção da cárie. Mas deve-se conversar sobre a frequência e a quantidade adequadas. O indicado é o equivalente ao tamanho de um grão de arroz e, depois que seu filho tiver três anos, de uma ervilha. Não há comprovação científica que o fio dental evite cárie e os enxaguantes bucais (sem álcool) são indicados apenas para maiores de 6 anos e que já saibam cuspir sem engolir.

 

 

É fundamental escovar os dentes após mamar de madrugada?

Sim, para evitar a cárie de mamadeira ou de peito, que se forma, geralmente, entre os dentes da frente. Basta passar gaze ou fralda umedecida sobre os dentes e retirar o excesso de leite da boca.

 

 

A partir de quando a criança poderá fazer a limpeza sozinha?

Entre 5 e 7 anos, a escovação deve ocorrer em conjunto com os pais. Dos 7 aos 12, os pais fazem apenas a última limpeza, antes de dormir. Isso porque, durante o sono, a produção de saliva reduz e é justamente ela que promove a autolimpeza na boca.

 

 

E se ela morder a escova?

Pode deixar morder, de maneira comedida, explicando que não foi feito para brincar. Mas tenha duas: uma para o seu filho e outra para você fazer a escovação. Troque esta última uma vez por mês, ou quando as cerdas não estiverem mais paralelas.

 

 

Quais os problemas recorrentes na infância?

A cárie e a erosão. A primeira é causada por microrganismos que vivem na boca e agem pontualmente. Eles metabolizam o alimento, produzindo um ácido que causa lesões. A única maneira de evitá-los é escovando os dentes com o creme dental com flúor (ajuda, também, se o dentista aplicar o selante, uma espécie de capa protetora que cobre as fissuras que abrigam a cárie). A erosão, por sua vez, atinge toda a superfície dentária e é provocada pela ingestão excessiva de alimentos industrializados, como refrigerantes, sucos prontos e biscoitos. Por serem mais ácidos, “corroem” as camadas superficiais de esmalte, desgastando a estrutura e até reduzindo o tamanho do dente.

 

 

Mamadeira, chupeta ou chupar o dedo prejudica?

A pressão resultante dos hábitos de sucção pode modificar a posição dos dentes e gerar má-oclusão. As mais comuns são a mordida aberta, quando os dentes de cima não encostam nos de baixo, e a cruzada. Para evitar o problema, prefira mamadeiras e chupetas com bicos ortodônticos, e o ideal é que o hábito termine até 3 anos. No caso do dedo, é muito importante nem deixar começar. Uma vez interrompido o mau hábito, é comum a mordida aberta anterior se autocorrigir. No entanto, a cruzada precisa de intervenção ortodôntica, que deve ser realizada o mais cedo possível.

 

 

Pode colocar aparelhos ortodônticos em dentes de leite?

Sim. Alguns problemas podem ser reduzidos ou até definitivamente corrigidos se a intervenção for feita durante a fase da dentição de leite ou mista – quando a criança já conta com alguns permanentes, o que acontece por volta dos 6 anos. Esses tratamentos podem atenuar problemas no crescimento da face ou de espaço nos arcos dentários.

 

 

E se o dente quebrar?

Primeiro, é preciso identificar onde está o fragmento, pois a criança pode engasgar. Há casos em que é preciso fazer um tratamento de canal, para não comprometer a saúde e a aparência do dente que virá. Ou pode, ainda, ocorrer a perda total, quando torna-se fundamental manter o espaço aberto, com um aparelho específico ou implante. Caso contrário, ele pode fechar ou o permanente erupcionar antes da hora. Se a quebra acontecer com um permanente, será necessário implante imediato. Se achar o pedaço perdido, coloque-o em uma solução proteica (leite ou soro fisiológico), para que o especialista possa reimplantá-lo.

 

 

Fontes: Flavia Artese, presidente da Sociedade Brasileira de Ortodontia e professora adjunta de Ortodontia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj); Marcelo Bönecker, professor titular de Odontopediatria da Universidade de São Paulo (USP); Paulo Cesar Rédua, presidente da Sociedade Brasileira de Odontopediatria; Ricardo Machado Cruz, presidente da Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial; Viviane Branco Cabral, odontopediatra e ortodontista.

 

Fonte: Revista Crescer

 

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Voltando à rotina após a licença-maternidade

 

Voltando à rotina após a licença-maternidade: Ser mãe é uma das maiores dádivas da vida. Carregar o fruto do amor dentro do próprio corpo por nove meses é uma das melhores sensações que uma mulher pode sentir. A ligação entre mulher e filho é tão grande que, após o nascimento do bebê, muitas mamães passam por uma certa dificuldade para voltar à rotina. Foi pensando nisso que conversamos com o psicólogo Alexandre Bez, que falou sobre ospreparativos físicos e emocionais para se readaptar ao dia a dia!

 

Para retornar à rotina é preciso estabelecer um foco. Se o seu foco é continuar o mesmo ritmo de trabalho e estudo, precisará deixar seu bebê em um local de confiança. “Deixar a criança em um local seguro transmite tranquilidade para que a pessoa possa trabalhar despreocupada”, explica o psicólogo. Para isso, você têm três opções: creche, babá ou escolinha. Não existe uma opções correta, podendo variar de família para família. O melhor caminho é analisar as três alternativas e escolher conforme a disponibilidade financeira e a credibilidade do lugar.

 

Interagir com seu estado mental e não passar desespero para a criança é de extrema importância. É nessa fase que a personalidade do bebê começa a ser moldada. “Ele tem que entender que um dia a mãe vai se separar dela”, enfatiza Alexandre. É papel da mãe entender que essa é uma fase que precisa ser superada. Ficar longe por algumas horas é um mal necessário.

 

Nesse momento de adaptação, aproveite as dicas de Alexandre Bez:

 

Não conte as horas regressivamente, não se desespere;

 

-Curta suas atividades sem neurose;

 

-Dedique um tempo ao seu marido, ele também é parte dessa família;

 

-Permita que o bebê fique um tempo sozinho, supervisionado;

 

-Permita-se voltar à rotina. Você não será menos ou pior mãe por causa disso.

 

Fonte: UOL Mulher

 

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Manual da Papinha: Saiba os alimentos fundamentais para o bebê

 

Manual da Papinha: Saiba os alimentos fundamentais para o bebê: Até os 6 meses de idade, o único alimento do qual a criança precisa é o leite materno. A partir daí, chegou a hora de apresentar a ela um novo mundo de sabores e aromas. Afinal, comer bem e de tudo é um aprendizado – que começa desde a primeira colherada.

 

O processo é gradativo, pois ela vai precisar de tempo para se habituar à nova alimentação. “Tanto o leite materno quanto a fórmula infantil são líquidos e levemente adocicados, então, é natural um estranhamento a princípio”, diz a nutricionista Cintia Cardoso de Resende, do Hospital e Maternidade Santa Catarina, em São Paulo. Isso quer dizer que, sim, a cada comidinha diferente, o bebê vai fazer caretas (não se esqueça de fotografá-lo!) e talvez até cuspi-la. Mas isso não é motivo para a mãe se desesperar. Confira algumas dicas que vão ajuda-la na introdução dos novos alimentos.

 

Quando começar
O ideal é a partir dos 6 meses. Comece com suco de laranja lima (15 ml nos primeiros dias, subindo para 30 ml na semana seguinte), por volta das 9h, entre uma mamada e outra. Se o bebê aceita-lo bem, introduza uma fruta raspada ou amassada no lanche da tarde, por volta das 14h, na segunda semana. Por volta dos 7 meses, ele já pode comer a papa salgada no horário do almoço, entre 11h e 11h30, e no jantar, às 17h, com uma papa de fruta de sobremesa. Você ainda pode oferecer o peito ou a fórmula infantil de manhã, no lanche da tarde (mesmo com a fruta) e antes de dormir. Lembre-se de que é importante oferecer os alimentos nos mesmos horários, para criar uma rotina desde o início.

 

Como deve ser o prato
Quanto mais colorido, melhor. Pois isso significa que os nutrientes estão bem variados. Todos os grupos alimentares têm de ser colocados no prato: reguladores, energéticos e construtores. O primeiro é constituído pelas verduras e legumes. Inclua pelo menos duas porções deles. Já o segundo, pelos carboidratos (que nos dão energia, afinal), como arroz, batata e mandioca. E os construtores são as proteínas, ou seja, carne, frango e peixe. Uma fonte de energia e uma de proteína são o suficiente. “Também dá para oferecer a gema do ovo com moderação, mas a clara, por ser alergênica, só depois que o bebê fizer 1 ano”, comenta a nutricionista. “Não se esqueça de montar um prato bem bonito, pois as glândulas salivares já são ativas ao olhar a comida”, diz. Sempre que possível, cozinhe os alimentos separadamente e sirva-os assim também, para que seu filho conheça o sabor de cada um deles. Por último, os alimentos devem ser amassados e peneirados, mas jamais batidos no liquidificador.

 

A quantidade ideal
Não é preciso exagerar na hora de servir a comida. Até os 9 meses, o bebê vai comer de quatro colheres de sopa a uma xícara. Até os 12 meses, uma xícara completa, e, de 1 a 3 anos, ofereça um prato infantil (600 ml). Se não for possível cozinhar diariamente para o bebê, congele as refeições em porções, em vidros esterilizados. Coloque uma etiqueta com a data e o conteúdo – elas podem ficar congeladas por até um mês. Para descongelar, coloque o pote na geladeira algumas horas antes de servi-lo.

 

Posso temperar?
Não é necessário colocar sal na comida das crianças. Mas se você resolver salgá-la mesmo assim, basta uma pitada. Os outros temperos estão liberados, como alho, cebola, azeite e ervas naturais (salsa, cebolinha, alecrim, coentro, etc.).

 

Deixa sujar
Para seu filho se familiarizar com os novos sabores, deixe que ele pegue pequenos pedaços de frutas e de comida com a mão também. Se ele negar algum alimento, insista mais algumas vezes. “Pode ser que o bebê não tenha gostado da consistência ou da temperatura, por isso, vale a pena tentar de novo de um jeito diferente”, sugere Cíntia. Ofereça a refeição em um ambiente tranquilo (de preferência, coloque o cadeirão na copa), sem TV por perto. A partir de um ano, ele já pode comer à mesa com o resto da família.

 

Fonte: Canal Natura

 

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Mãe cria personagens com alimentos para divertir refeições das filhas

 

Mãe cria personagens com alimentos para divertir refeições das filhas: Em Kuala Lumpur, capital da Malásia, a dona de casa Lee Samantha, 37 anos, recria personagens e cenas infantis nas refeições das filhas, Elizabeth, 6 anos, e Evana, 4. “Meu objetivo ao fazer arte com a comida é incentivar minhas filhas a comerem de forma independente”.

 

Lee chama seu trabalho de hobby e diz que, se os pais fizerem arte para os filhos comerem, a tarefa de alimentar as crianças pode ser mais fácil e prazerosa. “Minhas inspirações vêm de muitas maneiras. Todos os dias, depois que as meninas vão para a escola, penso em novas criações. Às vezes, vou ao mercado com ideias prontas e compro os ingredientes ou crio com o que tenho em casa mesmo”, contou. Veja a seguir algumas das criações de Lee Samantha e se inspire-se.

 

 

Nessa criação, Lee Samantha retrata a personagem da história infantil “Chapeuzinho Vermelho”. Para compor, ela usou pão, cream cheese, manteiga de amendoim, geleia, morango, maçã e blueberry.
 

 

Para fazer esse macaquinho pendurado em uma árvore de vagem, Lee Samantha utilizou arroz japonês, arroz integral, carne e pedacinhos de alga para os olhos, nariz e boca. A malasiana pretende reunir em um livro os pratos criados para as filhas.
 

 

Nessa criação, a dona de casa Lee Samantha usou panquecas, banana, uvas vermelhas e verdes, chocolate, maçã e chantilly para fazer um palhaço e uma tenda de circo surgirem no prato.

 

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Sete hábitos da gestante que prejudicam o bebê

 

Obesidade da mãe

 

Não é exagero dos médicos dizer que você precisa estar dentro do índice de massa corpórea (IMC) ideal para engravidar. Mães acima do peso têm muito mais chances de desenvolver problemas na gestação, como o diabetes gestacional. Como consequência, o bebê acaba nascendo maior do que o considerado normal, o que pode causar diversos problemas. “O maior deles é a hipoglicemia: esse bebê está acostumado a produzir um volume maior do que o necessário de insulina, pois na barriga da mãe tinha acesso a uma quantidade maior de carboidratos”, explica o ginecologista Fábio Rosito, especialista em Ginecologia e Obstetrícia do laboratório SalomãoZoppi Diagnósticos. “Isso atrasa o início da amamentação, pois ele precisará de leite especial, ofertado na mamadeira, que é mais fácil de absorver, mas pode causar rejeição ao peito – se esse quadro de baixa de glicose for muito severo, pode trazer consequências como convulsões”, descreve.

 

Para a ginecologista Rosiane Mattar, professora livre docente do departamento de obstetrícia da Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e presidente da Comissão de Gestação de Alto Risco da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), isso pode levar a uma maior chance de síndrome metabólica no futuro dessa criança, problema associado à obesidade, diabetes e outras doenças. Além disso, mudar os hábitos alimentares antes ou durante a gravidez ajuda você a transmitir um exemplo melhor para seu filho.

 

Desnutrição também faz mal!

 

Porém, se comer demais é um problema, comer “de menos” é pior ainda. “Algumas pesquisas demonstram que não apenas a carência de nutrientes pode prejudicar o feto, mas também altas doses de vitaminas e minerais estão relacionadas a alterações durante a vida intrauterina e após o nascimento”, expõe a nutricionista Isabel Jereissati, especialista em nutrição materno-fetal. Normalmente, a mãe sente essa desnutrição antes da criança, podendo ter o ossos fracos se não ingerir a quantidade certa de cálcio para si mesma e a formação do bebê, por exemplo.

Diversos estudos ligam a deficiência de nutrientes a diversos problemas cognitivos. Por exemplo, um estudo publicado em junho de 2013 no jornal científico britânico The Lancetdemonstrou que a redução de iodo na dieta da gestante gerava crianças que tinham resultados piores em exames de QI aos 8 anos de idade. “Provavelmente isso se explica devido ao hipotireoidismo. Sabemos que as crianças que nascem com esse quadro de forma severa tem bastante redução no QI”, contextualiza Rosito.

 

Não cuidar bem dos dentes

 

Quem diria, mas até a forma como você cuida dos seus dentes interfere no desenvolvimento do seu bebê. Um estudo feito na cidade de Campinas, interior do estado de São Paulo, em 2011, com 327 gestantes, demonstrou que as que apresentavam graves problemas dentários tinham mais chances de ter parto prematuro e bebês abaixo do peso ideal. “Isso ocorre porque as infecções dentárias são causadas por bactérias, e o organismo da gestante e de seu feto é mais sensível a elas, caso elas se espalhem pelo corpo”, explica Rosiane Mattar.

“Para os bebês terem esse tipo de problema é preciso uma infecção extrema, mesmo assim, é importante que a grávida tenha um cuidado especial e não deixe de ir ao dentista”, considera Rosito. “Até porque, é mais comum que as grávidas tenham mais problemas dentários, já que o cálcio que compõe os dentes acaba sendo redirecionado para o bebê em formação no útero”.

 

Uso de analgésicos

 

Medicamentos para reduzir a dor também podem ser bem perigosos na gestação. “Na gravidez tendemos a não indicar quaisquer tipos de medicamentos. No caso dos analgésicos, alguns com efeito anti-inflamatório provocam maior incidência de alterações cardíacas na criança, o ideal é não tomar até as 12 semanas de gestação e depois só se o benefício for imprescindível”, comenta a ginecologista Rosiane. Isso faz com que as melhores opções para esses casos sejam os remédios à base de dipirona e paracetamol. Mas o ideal é, antes de se alto medicar, conversar com seu ginecologista.

 

Situações de estresse

 

Dizem que tudo que a mãe sente, o bebê consegue perceber também. De acordo com uma pesquisa realizada em 2012, divulgada na conferência American Thoracic Society, realizada em Toronto (Canadá), quando a mãe está sob estresse, caem as barreiras maternas para doenças, o que resulta em maior exposição do feto a doenças. Não se sabe ainda quais são as consequências disso para o bebê a longo prazo, apenas que evitar o estresse é uma medida importante. “Não só na gravidez, o estresse é danoso para todas as pessoas quando se torna algo crônico”, lembra Fábio Rosito.

 

Bebida alcoólica

 

Beber e estar grávida são duas situações que não combinam. Isso pode inclusive prejudicar o bebê, quando feito em grandes quantidades. “Existe um problema chamado de síndrome alcoólico fetal, em que o excesso desse nutriente acarreta em uma má formação da face da criança”, conta Rosiane Mattar. O álcool também pode ser metabolizado e atravessar a barreira placentária. Como o fígado do bebê não está preparado para esse tipo de processo, isso acaba prejudicando sua formação, e trazendo mais problemas. Porém, Rosito aponta que o exagero é muito mais nocivo, até porque normalmente mulheres vítimas do alcoolismo também são bem desnutridas, e isso traz diversos malefícios para a criança também.

 

Tabagismo

 

Por último, mais conhecido, mas não menos importante, está o cigarro. Eis um hábito que traz diversos malefícios para a formação do feto. É muito comum que filhos de fumantes nasçam abaixo do peso. “Isso acarreta em um maior risco de complicações perinatais, como infecções, síndromes respiratórias. Essas crianças ficam mais suscetíveis a doenças”, comenta Rosito. A culpa disso é do estreitamento dos vasos sanguíneos ocasionados pelo cigarro, que faz com que menos nutrientes cheguem ao feto. Além disso, vale lembrar que enquanto a mãe fumante escolhe colocar dentro de seu organismo as substâncias nocivas do cigarro, o bebê não tem poder de decisão: quando a mãe fuma, ele automaticamente recebe essas toxinas através do sangue dela.

 

Fonte: Minha Vida (UOL)

 

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