Vai viajar com o bebê?: preparando a viagem em 7 passos.

 

Pensando em viajar nas férias, aqui vão 7 passos para preparar sua viagem de maneira confortável para você e seu bebê.

 

 

1º passo – Ligue para os hotéis da região aonde pretende ir, e pergunte se eles têm uma boa estrutura, com copinha do bebê, aluguel de berços e banheiras, e serviço de babá.

 

 

2º passo – Se viajar de carro, leve-o para uma revisão. Assim, você evita o transtorno de ficar horas parada na estrada com o pequeno.

 

 

3º passo – Vai de avião? Consulte as empresas aéreas sobre opções de refeições especiais, e também sobre a possibilidade de reservar lugares nas primeiras fileiras da aeronave.

 

 

4º passo – Confira a carteira de vacinação do bebê e veja se é preciso tomar alguma vacina para entrar no país de destino  – no caso de viagem internacional.

 

 

5º passo – Leve seu pequeno para uma visita ao pediatra antes da viagem. Um checkup tranqüiliza a mamãe.

 

 

6º passo – Providencie a documentação da criança: se ficar no Brasil, leve a certidão de nascimento ou o RG; se viajar para fora do País, é preciso fazer o passaporte do bebê.

 

 

7º passo – Algum dia antes de viajar, confirme a reserva do hotel – e também do avião, se for o caso.

 

Fonte: Revista Baby & Cia

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Sangramento pós-parto

 

O que é o sangramento pós-parto?

 

Toda mulher tem sangramento vaginal depois de ter um bebê. É o corpo eliminando o material que revestia o útero durante a gestação. É como uma menstruação, com um fluxo mais intenso, às vezes irregular. Essa secreção também recebe o nome de lóquios. À medida que o útero vai se contraindo e voltando ao tamanho normal, a intensidade do sangramento diminui, e a cor também muda: de vermelho vivo para rosa e depois para amarronzado ou amarelado.

 

Quanto tempo esse sangramento dura?

 

Para algumas mulheres, dura só duas ou três semanas; para outras, até seis. O sangramento vermelho vivo deve ir embora depois de no máximo duas semanas. Se não for, é sinal de que talvez você esteja abusando das atividades. Reduza seu ritmo. Caso nos dias seguintes o fluxo continue intenso e bem vermelho, fale com o médico.

 

Há algo que eu tenha de fazer?

 

Não. A única providência é ter em casa, antes de ir para a maternidade, uns dois ou três pacotes de bons absorventes noturnos. (Leia mais sobre de quantos absorventes você vai precisar depois do parto.) Você pode levar um pacote para a maternidade, para o caso de não gostar do tipo fornecido pelo hospital. Absorventes internos não podem ser usados nas primeiras seis semanas do pós-parto, porque podem levar bactérias para o útero e causar infecções.

 

Quando devo me preocupar?

 

Procure o médico se o sangramento:

 

• exigir a troca de mais de um absorvente por hora

 

• continuar muito intenso e vermelho depois da segunda semana

 

• de repente ficar vermelho e intenso de novo depois da segunda semana, e não melhorar com o repouso

 

• tiver coágulos grandes (maiores que uma bola de pingue-pongue)

 

• tiver um cheiro ruim, ou se você tiver febre e/ou calafrios.

 

É raro, mas algumas mulheres sofrem da chamada hemorragia pós-parto secundária. Se você tiver uma hemorragia muito intensa depois que o fluxo já tinha diminuído (precisando de mais de um absorvente por hora), procure imediatamente o médico, mesmo que não haja coágulos. Pode ser um sinal de que um pedaço da placenta acabou ficando dentro do útero, ou de que o útero não está voltando ao tamanho normal como deveria. Também procure ajuda médica imediatamente se estiver sangrando e sentir que vai desmaiar.

 

Fonte/ BabyCenter

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Como facilitar a viagem de avião com as crianças!

 

Como facilitar a viagem de avião com as crianças! Como você viajava antes de ter filhos? Você era daquelas que jogava uma mochila nas costas e ia sem rumo, ou você era uma executiva organizada que tinha a sua mala de rodinhas pronta, com porta documentos, passagem e passaporte sempre arrumados? Seja qual for o estilo, se você virou mãe, passou a conhecer um novo tipo de viagem e “(des)organização”! Costumo dizer e acredito profundamente que viajar com crianças não é um bicho de 7 cabeças, mas é verdade que há que se adaptar a novos parâmetros!

 

Para dar uma ajudinha, fiz uma lista de pontos para lembrar na sua próxima viagem de avião em família:

 

Como facilitar a viagem de avião com as crianças! ANTES:
– documentos: para viagem internacional, passaporte em dia (c/ identidade ou Certidão de Nascimento, já que o novo modelo de passaporte não mostra filiação) e Autorização de viagem Internacional de menor, se necessário.

 

– cartão de milhagem que já pode ser feito a partir dos 2 anos da criança (pelo site da companhia).

 

– pedir e reservar refeição especial para crianças. Em voos internacionais, muitas companhias hoje em dia propõem refeições especiais para crianças, com porções menores e alimentos mais fáceis de comer (purê, almôndegas, etc…), além de mimos como biscoitos, iogurte, chocolate…

 

– chegar cedo no check in se precisar de berço (em caso de viagem internacional e para crianças abaixo dos 6 meses/ 10Kg). Se a criança for maior e tiver acostumada com sling, também pode ser uma boa opção para ficar bem acomodada.

 

– se a criança for maior, não sentar na primeira fileira, onde os encostos da cadeira não levantam (impossibilitando que a criança deite no seu colo, por exemplo).

 

– é melhor a família inteira estar com roupas confortáveis, tanto as crianças quanto os pais! Mães, evitem decotes, roupa branca, brincos pendentes… é melhor que estejam “disponíveis” durante a viagem e preocupadas com outras coisas! Vamos simplificar! 😉

 

– se levarem o carrinho (item que eu considero essencial), ele pode ir até a porta do avião, onde será despachado e não conta como bagagem!

 

DURANTE:
– tirar uma foto dentro do avião! Já tiramos tantas, porque não guardar lembrança desse momento especial?

 

– preparar uma bolsa/mochilinha com itens para divertir a criança: coisas para pintar e desenhar, livros, brinquedos pequenos. Gosto muito do “efeito surpresa”: um livro novo, cartelas de adesivos, novo brinquedo de 1,99 que “sacamos da manga” em momentos críticos (sempre funciona). Outro item muito útil: um DVD portátil ou um Ipad com fone de ouvido para não incomodar o vizinho.

 

– na sua bolsa (pessoalmente prefiro uma mochila, para ter as mãos livres): fraldas, lenços umedecidos (que deixo no bolso da frente assim que entro no avião e que serve durante a viagem inteira para limpar as mãos ou uma eventual sujeira…), muda de roupa (incluindo uma camiseta para você), um casaco (o ar condicionado do avião muitas vezes é gelado) e um lanche: biscoitos, barra de cereal, água ou suco que pode ser comprado assim que passar o raio X. É essencial ter isso em mãos para não depender da equipe de bordo que nem sempre está disponível! Se a criança tomar mamadeira, podem levar as quantidades de leite em pó necessárias em uma vasilha com compartimentos próprios para isso.

 

– importante dar mamadeira, peito, água, suco, qualquer coisa para a criança engolir durante a decolagem e pouso do avião, para ajuda-la a tirar a compressão do ouvido.

 

De resto e item essencial: ficar calma, pois afinal de contas, a criança sente a sua insegurança e stress! Peça ajuda se precisar! Mas vá tranquila, vai dar tudo certo! Boa viagem!

 

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Amamentar é preciso!

 

 

 

Amamentar é preciso! Peito dolorido, leite vazando e os palpiteiros de plantão dizendo que o bebê está chorando de fome. Isso sem falar no cansaço por ter de acordar de madrugada. Amamentar não é tão natural – ou instintivo – quanto parece. Mas a boa notícia é que os problemas fisiológicos (como o mamilo invertido) que possam atrapalhar o aleitamento são raros, ou seja, a maior parte das mulheres está apta a ao aleitamento. Então, por que apenas 41% das crianças brasileiras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são amamentadas nos primeiros seis meses de vida? “A principal dificuldade é a pega (a maneira como a criança abocanha o seio da mãe) de maneira correta”, afirma Luciano Borges, pediatra do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Isso porque, de acordo com o especialista, se o bebê não sugar corretamente, pode machucar a mama e/ou mamar pouco. Além de sentir dor (ou até mesmo ter uma inflamação por causa de uma fissura no seio), a mulher começa a achar que seu leite é insuficiente ou, pior, que ele é fraco. Outra consequência da pega incorreta é o bebê engordar menos do que o esperado, por não estar mamando o quanto deveria. E aí, quem é que vai ter coragem de dizer não ao pediatra, se ele sugerir o complemento com fórmula infantil? Calma! Veja, a seguir, dicas para você aprender a amamentar (isso mesmo) e enfrentar as dificuldades que vão surgir.

 

 

Amamentar é preciso! Como preparar (e cuidar) o seios
Por causa dos hormônios, a pele dos mamilos sofre mudanças já na gravidez: eles ficam escuros e espessos. Ainda assim, vale a pena tomar sol na região para deixá-los mais resistentes. Passe hidratante apenas em volta das aréolas. Quando você já estiver amamentando, aproveite o efeito bactericida do leite e espalhe um pouco nos bicos, depois de cada mamada. Use absorventes de seio (e troque-os com frequência) para evitar que o sutiã fique úmido. Caso sinta os seios doloridos por causa do excesso de leite, você pode ordenhá-los manualmente ou com a ajuda de uma bomba ou extrator.

 

 

Amamentar é preciso! A tal da pega correta
Para sugar da maneira certa, o bebê tem de abocanhar toda a aréola (e não apenas o bico do seio). Dessa forma, o mamilo vai ficar próximo ao céu da boquinha dele. Os lábios da criança devem estar bem abertos, sendo que o inferior fica virado para fora, e o queixo encostado na pele da mãe. Se ela insistir em sugar apenas o bico, retire-o (coloque um dedo no canto da boca para “desprendê-la”) e comece de novo. Outra técnica eficaz é segurar a mama com a mão em forma de concha (faça um “C” ao redor da aréola) enquanto o seu filho está mamando.

 

 

Amamentar é preciso! Se rachar… 
Caso note alguma fissura, converse com o médico. Ele pode indicar o uso de pomadas específicas ou apenas orientá-la a mudar de posição, de modo que a boca do bebê não toque na rachadura. “Mas na impossibilidade de amamentar a criança por alguns dias, o leite deve ser dado em um copinho e jamais na mamadeira”, alerta Borges, da SBP. Isso porque ela é mais fácil de sugar e o bebê pode recusar o peito, uma vez que se acostume com o acessório.

 

 

Onde amamentar
Já que o lado emocional tem tanta influência, principalmente no início, amamente em um local tranquilo. O ideal é uma cadeira ou poltrona, com apoio para os braços da mãe. A almofada de amamentação também é útil, mas você substitui-la por um travesseiro.

 

 

Conselho? Não, obrigada
Cerveja preta, canjica, água para matar a sede do bebê. Todo mundo tem uma dica imbatível sobre amamentação e muitas vezes elas são apenas mitos (como no caso das três que citamos) e só nos deixam mais inseguras. Acontece que o estresse pode influenciar na produção de leite, por isso, tente manter a calma. O apoio do companheiro e da família é fundamental: converse com eles e veja como podem ajudar. Seja trocando a fralda do bebê depois da mamada ou levando-o até você durante a madrugada. Lembre-se de que o primeiro mês de amamentação é crucial. Passado esse período de adaptação, tudo vai ficar mais fácil.

 

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Ele começou a andar? Saiba os perigos!

 

Ele começou a andar? Saiba os perigos! Um segundo de descuido e pronto: o bebê que mal engatinhava até algumas semanas atrás subiu no sofá, abriu uma gaveta, pendurou-se no corrimão das escadas. “Apesar da taxa de mortalidade por acidentes entre crianças de 0 a 14 anos ser pior no trânsito, é em casa que eles são mais frequentes”, alerta Alessandra Françoia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura.

 

 

Ele começou a andar? Saiba os perigos! Para proteger o seu filho, é preciso fazer algumas adaptações no ambiente antes mesmo de ele aprender a andar. Claro que vocês podem – e devem – ensiná-lo sobre os riscos. A prevenção também vai poupar os pais de gritar cada vez que a criança se aproximar de algo perigoso. “Vale lembrar, porém, que acessórios como grades e protetores de tomadas (encontrados em lojas para bebês) servem apenas para o adulto ganhar tempo: supervisão é fundamental”, completa Alessandra. Confira algumas dicas para tornar cada cômodo do seu lar um espaço seguro para os pequenos alpinistas.

 

 

Ele começou a andar? Saiba os perigos! Cozinha
É o local mais perigoso da casa – e ainda por cima, porta de entrada para outro canto arriscado, a lavanderia. Além de queimaduras, o risco é a criança puxar um fio solto (de eletrodomésticos) ou se cortar com talheres. Ao cozinhar, use as bocas de trás do fogão e mantenha os cabos das panelas virados para o lado de dentro. Fósforos, isqueiros e produtos de limpeza devem ficar fora do alcance das crianças. Quanto aos talheres e outros objetos cortantes, guarde-os nas gavetas superiores. Atenção também aos sacos plásticos.

 

 

Janelas e sacadas
Nada de deixar móveis (sofás, camas, cadeiras, etc.) próximos às janelas, pois a criança pode escalá-los e cair. Grades e redes de proteção são imprescindíveis para quem mora em apartamentos ou sobrados.

 

 

Escadas
Por que descer quando eu posso pular? Logo, logo seu filho vai encontrar as piores maneiras de se divertir com elas. Por isso, use portões de segurança no topo e no pé das escadas. O cuidado é válido para quem tem crianças de até 6 anos. Mas também é importante ensiná-las a subir e a descer com a ajuda do corrimão.

 

 

Banheiro
Medicamentos, vitaminas e até mesmo anti-sépticos bucais têm de ser guardados em um armário alto e, de preferência, trancado. Lâminas de barbear, secadores de cabelos e outros eletrodomésticos também têm de ficar longe dos pequenos. Mantenha o vaso sanitário fechado, pois crianças menores podem se afogar com apenas 2,5 cm de água. Jamais deixe o seu filho sozinho na banheira e, depois do banho, jogue a água fora imediatamente.

 

 

Área de serviço
Intoxicação com produtos de limpeza e afogamentos são as grandes ameaças. Assim como os medicamentos, eles devem ser armazenados em locais altos. Evite deixar baldes e bacias cheios de água. Cuidado: substâncias armazenadas em embalagens de refrigerantes podem chamar a atenção das crianças.

 

 

Sala e quartos
Além de grades ou redes de proteção, caso a sua família more em apartamento ou sobrado, use cantoneiras nas quinas dos móveis. Coloque protetores nas tomadas. Você pode improvisá-los com esparadrapo, se quiser, já que as crianças menores não têm coordenação motora para retirá-los rapidamente.

 

 

Piscina
É indispensável a instalação de cercas ao redor da área de lazer onde fica a piscina. Capas e alarmes aumentam a proteção. Mesmo que saibam nadar, crianças não devem brincar na água sem a supervisão de um adulto.

 

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É seguro ter um pet com bebê em casa?

 

É seguro ter um pet com bebê em casa? É fato: ter um animal de estimação faz bem à saúde física e emocional de todo mundo, como mostram inúmeras pesquisas. Para as crianças, os pets ainda ajudam no desenvolvimento da responsabilidade, afinal, eles precisam de cuidados como alimentação, atenção e higiene. “Conviver com um animalzinho também auxilia na coordenação motora da criança que, dependendo da idade, pode engatinhar para seguir o bichinho”, afirma Malu Araujo, adestradora e consultora de comportamento da Cão Cidadão.

 

 

É seguro ter um pet com bebê em casa? Se a família decidiu que é hora de ter um pet, antes de sair por aí à procura de candidatos, busque informações para escolher uma espécie e raça que se encaixem melhor no seu estilo de vida. “É importante levar em consideração a idade das crianças, a dinâmica da família e o espaço que ela dispõe para abrigar esse animal, além de computar a verba disponível para os cuidados que ele irá demandar”, explica Mauro Lantzman, veterinário especialista em comportamento animal.

 

 

Normalmente, os cães são os preferidos das famílias, mas alguns gatos também gostam muito de crianças. Para quem tem pouco tempo, peixes e porquinhos da índia são excelentes alternativas. O importante é não agir por impulso e pesquisar sobre os “costumes” do animalzinho para saber se ele vai atender às expectativas de toda a família – e vice-versa! Por exemplo, se a criança quer um bichinho com quem ela possa interagir (abraçar e jogar brinquedos), um peixe não será a melhor opção.

 

 

É seguro ter um pet com bebê em casa? É seguro?
Antes de introduzir um pet em casa, saiba que o contato entre o bicho e as crianças deve ser supervisionado por um adulto até que elas tenham idade para interagir com ele de maneira segura. Crianças não tem noção da própria força e o animal pode reagir com agressividade. “Se os pais já estão decididos a ter um pet, então, o próximo passo é decidir o sexo e as características que desejam e, a partir daí, visitar criadores, conhecer os pais do filhote e avaliar o perfil do animal”, ensina Lantzman.

 

 

Se a opção é por cão ou gato, uma boa dica é escolher o animalzinho um pouco mais velho. “Com um ano e meio, por exemplo, já é possível avaliar melhor seu perfil. Além disso, ele não será tão frágil e agitado e a fase das famosas mordidinhas de filhote, que podem machucar a pele delicada das crianças, já terá passado”, explica a consultora de comportamento da Cão Cidadão.

 

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Vai furar a orelha da sua filha?

 

Vai furar a orelha da sua filha? Que é uma gracinha, todo mundo concorda. Mas qual é a mãe que não fica apreensiva na hora de furar as orelhinhas da criança? Para evitar problemas, em primeiro lugar, é fundamental avaliar a saúde do pequeno antes do procedimento. Não há uma idade mais indicada, mas se os pais querem que seja precoce, o ideal é que o bebê já tenha tomado as primeiras vacinas e passado pela primeira consulta com o pediatra. Isso costuma acontecer por volta dos 15 dias de vida. Daí para frente, até completar o terceiro mês, a cartilagem da orelha ainda é bem molinha, o que facilita a perfuração.

 

 

Vai furar a orelha da sua filha? Antigamente, era possível sair da maternidade de brincos, mas a prática foi banida para evitar infecções hospitalares. Em São Paulo, o Hospital e Maternidade Albert Einstein, por exemplo, oferece a contratação do serviço em domicílio. “O furo só é feito se há a autorização do pediatra. Pois é ele quem vai avaliar a evolução, ganho de peso e condições de saúde do bebê”, justifica Gabrielle Tayar, enfermeira sênior do Hospital Albert Einstein e mestre em enfermaria pediátrica. Ela conta que o processo é simples, leva no máximo 30 minutos. O primeiro passo para evitar infecções é limpar tanto a orelha quanto o brinco do bebê com álcool a 70%. Em seguida, para amenizar desconfortos, passa-se uma pomada anestésica nas orelhas. A enfermeira marca o local com caneta própria e, depois que os pais dão uma conferida, é feito o furo. Se ficar torto, o procedimento pode ser repetido em um dia. Pois, se o brinco for retirado imediatamente, em 24 horas o furo já vai estar cicatrizado. Pelo mesmo motivo, não é recomendável que se tire o acessório antes de 90 dias. A não ser, é claro, que a criança reclame.

 

 

Outra opção bem prática é fazer o furo na farmácia. O serviço havia sido banido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), mas voltou a ser autorizado em 2011. Antes, confira se o local possui o equipamento indicado pela agência, que é uma espécie de pistola. Nesse caso, agulhas (ui!) continuam proibidas, por isso, o furo é feito somente com brincos que caibam no aparelho. Acupunturistas e pediatras também estão autorizados a efetuar o procedimento.

 

 

Vai furar a orelha di da sua filha? Cuidados com a higiene

Durante este período, a higiene diária deve ser feita com água e sabão e, em seguida, também com álcool a 70%. “As infecções costumam ser causadas por sujeira das próprias mãos. Por isso é importante que a mãe lave bem as mãos antes”, alerta Tayar. Em bebês bem pequenos, a vantagem é que esse risco também

minui, já que eles não costumam colocar as mãos na orelha.

 

 

Outro cuidado básico para evitar infecções é a escolha do brinco. A melhor opção é o ouro maciço, que provoca menos alergias. E os modelos mais adequados são os de superfície lisa, como os de bolinha, que facilitam a limpeza. Ainda que todos os devidos cuidados sejam tomados, se você notar algum inchaço, vermelhidão, acúmulo de secreção ou se a criança sentir dor, procure um pediatra.

 

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Meu filho põe tudo na boca. E agora?

 

 

 

Meu filho põe tudo na boca. E agora? Entenda por que os bebês fazem isso e saiba como protegê-los

 

Meu filho põe tudo na boca. E agora?: Seu filho anda colocando tudo o que encontra pelo caminho na boca? Acalme-se, é normal. Até por volta de 1 ano e meio, a boca é um meio de a criança conhecer o mundo, identificando o gosto e a textura dos objetos. Faz parte de seu desenvolvimento “degustar” o ambiente ao seu redor. É praticamente impossível impedir esse impulso e os pais não devem se preocupar em fazer isso – o que não significa que eles devem deixar qualquer coisa ao alcance do bebê.

 

É natural que a mãe e o pai fiquem apreensivos com o que a criança está colocando na boca. Afinal, eles, certamente, já ouviram alguma história sobre o filho do amigo que engasgou com um carrinho ou o bebê do vizinho que engoliu uma moeda. Porém, de acordo com o pediatra José Hugo de Lins Pessoa, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria, é possível prevenir os acidentes. Segundo ele, até os 5 anos não é possível confiar 100% no senso de segurança das crianças. Sendo assim, é preciso organizar a casa de forma segura e tirar do alcance objetos perigosos. Com a ajuda do pediatra, elaboramos uma lista do que precisa ficar longe do seu filho:

 

Objetos pequenos

A chance de engolir algo pequeno é enorme. Tampas de caneta, peças de montar, moedas ou até mesmo pequenos pedaços de giz são coisas que você não quer que vão parar no estômago do seu pequeno. Mas engolir nem é a pior parte – os objetos geralmente acabam eliminados nas fezes. O problema maior é se um desses itens cair no trato respiratório do bebê. Eles podem prejudicar a respiração e será preciso uma cirurgia para retirá-los. No caso de brinquedos, é importante escolher aqueles adequados para a faixa etária do seu filho.

 

 

Objetos pontiagudos ou com cantos afiados

Nessa lista entram chaves, lápis apontados, caixas com cantos pontudos… Podem até ser objetos grandes, que seu filho não vai engolir, mas eles podem machucar o rosto, os lábios e a gengiva do seu bebê.

 

 

Objetos tóxicos

“Eu nunca colocaria algo tóxico perto do meu filho!”, você deve estar pensando. Ah, é? Certamente você se esqueceu de considerar a bateria do seu celular, do seu tablet e a pilha do controle remoto, que parecem inofensivos. Remédios e produtos de limpeza também são um problema porque, por serem coloridos, chamam a atenção dos pequenos. Segundo a ONG Criança Segura, eles devem ficar trancados e fora do alcance das crianças. Evite colocar os produtos em garrafas de refrigerante ou em recipientes próprios para armazenar alimentos. Isso evita que as crianças se confundam. Caso você carregue medicamentos na bolsa, não esqueça de guardá-la em um compartimento seguro.

 

 

O que fazer se seu filho engolir algo

Se a criança acidentalmente engolir alguma coisa mas não apresentar tosse nem dificuldades respiratórias, isso provavelmente significará que o objeto foi parar no trato digestivo. Segundo Pessoa, na maior parte dos casos, ele sairá pelas fezes. Caso seja um material tóxico ou um medicamento, ligue imediatamente para o médico da criança e leve-a ao hospital.

 

Caso uma peça diminuta vá para nas vias respiratórias, você logo perceberá. É comum a criança ter acesso de tosse. Essa situação requer ajuda médica. Se a criança já estiver com uma dificuldade respiratória evidente, ligue para o serviço de emergência e peça para ser orientada pelo telefone – há algumas manobras que podem reverter o problema.

 

Se ela cortar alguma parte da boca, lave com água, espere o sangramento diminuir e avalie o dano. Se o sangramento persistir e o corte for profundo, é melhor procurar ajuda médica o quanto antes.

 

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Moda na gestação! O que usar?

 

 

Moda na gestação! O que usar?: Comprar ou não comprar?

 

 

1. Antes de comprar o que quer que seja, analise bem o seu guarda-roupa e veja o que tem e pode adaptar, usando neste nova fase da sua vida. Existem, porém, peças às quais é quase impossível fugir, no que diz respeito à compra: calças e roupa interior específicas para gravidez.

 

 

2. Equacione pedir emprestado peças a amigas ou familiares que tenham sido mães há pouco tem. Umas calças de ganga, por exemplo, que não tenham sido muito usadas podem ser uma boa solução para si, se, claro, usar o mesmo tamanho.

 

 

3. Em relação a lojas com secções específicas para grávida, aqui ficam algumas com peças interessantes: La Redoute, H&M, Topshop, Gap e ASOS.

 

 

 

Moda na gestação! O que usar?: Que cores e padrões apostar?

1. No que diz respeito à cor, de uma maneira geral, as cores mais escuras tendem a ser mais elegantes. Mas isto não significa que não possa usar cores claras. Se o fizer, certifique-se que o tecido é suficientemente grosso para não se tornar transparente.

 


2. Se gosta de printsaposte sempre em estampados miúdos. Se a peça for justa, o estampado tende a “crescer”, quando o material é esticado, pelo que se o print for grande ficará ainda maior, e o efeito visual final não é bonito.

 

 

Quais as melhores peças?

1. Pode e deve dar uso a todas as camisolas e t-shirts de algodão com um pouco de elastano que tem no armário. São confortáveis e evidenciam a barriga, de forma elegante.

 

 

2. Aposte em casacos estruturados, cintados e com os ombros definidos, que dêem forma ao seu corpo. Aproveite os casacos que já tem, e use-os abertos – ao usar casacos abertos, com uma cor contrastante por baixo, cria uma linha na vertical no look que lhe dará a sensação de ser mais fina. Casacos longos ou de tamanho médio, sem lapelas e sem botões são igualmente uma ótima aposta.

 

 

3. Opte por decotes em V, para dar mais “comprimento” ao visual, tornando-a mais elegante. Evite golas subidas ou muito chegadas.

 

 

4. Vestidos e tops de corte império são bastante confortáveis e tornam a barriga elegante, não a evidenciando em demasia.

 

 

5. Se gosta de leggings, conjugue-as com botins ou batas altas com algum volume no cano, de modo a dar uma imagem de proporção à perna e não ficar estranho em comparação com o volume da barriga.

 

 

6. Como vai sentir mais calor do que o habitual, tenha especial atenção aos materiais que compõem as peças escolhidas. Prefira fibras naturais, como o algodão e realmente confortáveis ao toque, afastando de tudo o que tenha poliésteres, por exemplo.

 

 

Os melhores acessórios e sapatos?

1. Use colares compridos e simples e lenços soltos, para dar ao look uma sensação de maior comprimento, o que a fará parecer mais alta e magra. Ainda no campo dos acessórios, pode e deve usar peças marcantes – desde pendentes a pulseiras. Os mesmos têm o condão de disfarçar a atenção da barriga.

 

 

2. No que diz respeito ao calçadoconforto com estilo devem ser a palavra de ordem. As sabrinas são, por exemplo, boas companheiras, pois não apertam o pé e são confortáveis. Se é daquelas mulheres que anda sempre de saltos, experimente os modelos compensados, que lhe darão altura, sem retirar suporte e conforto.

 

 

Acima de tudo, desfrute muito e bem deste momento único e não descure os cuidados de beleza – use muito creme gordo ou óleo anti-estrias, de modo a prevenir que estas apareçam e use sempre proteção solar!

 

 

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