Ele começou a andar? Saiba os perigos!

 

Um segundo de descuido e pronto: o bebê que mal engatinhava até algumas semanas atrás subiu no sofá, abriu uma gaveta, pendurou-se no corrimão das escadas. “Apesar da taxa de mortalidade por acidentes entre crianças de 0 a 14 anos ser pior no trânsito, é em casa que eles são mais frequentes”, alerta Alessandra Françoia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura.

 

 

Para proteger o seu filho, é preciso fazer algumas adaptações no ambiente antes mesmo de ele aprender a andar. Claro que vocês podem – e devem – ensiná-lo sobre os riscos. A prevenção também vai poupar os pais de gritar cada vez que a criança se aproximar de algo perigoso. “Vale lembrar, porém, que acessórios como grades e protetores de tomadas (encontrados em lojas para bebês) servem apenas para o adulto ganhar tempo: supervisão é fundamental”, completa Alessandra. Confira algumas dicas para tornar cada cômodo do seu lar um espaço seguro para os pequenos alpinistas.

 

 

Cozinha
É o local mais perigoso da casa – e ainda por cima, porta de entrada para outro canto arriscado, a lavanderia. Além de queimaduras, o risco é a criança puxar um fio solto (de eletrodomésticos) ou se cortar com talheres. Ao cozinhar, use as bocas de trás do fogão e mantenha os cabos das panelas virados para o lado de dentro. Fósforos, isqueiros e produtos de limpeza devem ficar fora do alcance das crianças. Quanto aos talheres e outros objetos cortantes, guarde-os nas gavetas superiores. Atenção também aos sacos plásticos.

 

 

Janelas e sacadas
Nada de deixar móveis (sofás, camas, cadeiras, etc.) próximos às janelas, pois a criança pode escalá-los e cair. Grades e redes de proteção são imprescindíveis para quem mora em apartamentos ou sobrados.

 

 

Escadas
Por que descer quando eu posso pular? Logo, logo seu filho vai encontrar as piores maneiras de se divertir com elas. Por isso, use portões de segurança no topo e no pé das escadas. O cuidado é válido para quem tem crianças de até 6 anos. Mas também é importante ensiná-las a subir e a descer com a ajuda do corrimão.

 

 

Banheiro
Medicamentos, vitaminas e até mesmo anti-sépticos bucais têm de ser guardados em um armário alto e, de preferência, trancado. Lâminas de barbear, secadores de cabelos e outros eletrodomésticos também têm de ficar longe dos pequenos. Mantenha o vaso sanitário fechado, pois crianças menores podem se afogar com apenas 2,5 cm de água. Jamais deixe o seu filho sozinho na banheira e, depois do banho, jogue a água fora imediatamente.

 

 

Área de serviço
Intoxicação com produtos de limpeza e afogamentos são as grandes ameaças. Assim como os medicamentos, eles devem ser armazenados em locais altos. Evite deixar baldes e bacias cheios de água. Cuidado: substâncias armazenadas em embalagens de refrigerantes podem chamar a atenção das crianças.

 

 

Sala e quartos
Além de grades ou redes de proteção, caso a sua família more em apartamento ou sobrado, use cantoneiras nas quinas dos móveis. Coloque protetores nas tomadas. Você pode improvisá-los com esparadrapo, se quiser, já que as crianças menores não têm coordenação motora para retirá-los rapidamente.

 

 

Piscina
É indispensável a instalação de cercas ao redor da área de lazer onde fica a piscina. Capas e alarmes aumentam a proteção. Mesmo que saibam nadar, crianças não devem brincar na água sem a supervisão de um adulto.

 

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A culpa nossa de cada dia

bebe-chorando

Muitas de nós tiveram uma  dupla estréia com a vinda do bebê,  nasceu uma mãe e também uma culpa.

O bebê chora, e chora muito e muitas vezes.  Pronto, lá vem a culpa por não sabermos acalmá-lo ou conseguir decifrar imediatame

nte as suas necessidades.

O bebê acordou com o rostinho arranhado. Culpa de quem,  de não ter cortado as unhas?

Cansada com vontade de dormir ou dar uma voltinha para relaxar um pouco, mas vem a culpa para atormentar e dizer “como que você não quer ficar 24 horas cuidando do seu bebê ?”

 No pós-parto as emoções estão confusas, às vezes vem a alegria,  outras a tristeza.  Boa hora para a culpa dar uma voltinha e atormentar ” você não está contente o tempo todo com o nascimento do seu filho ?”

“Preciso voltar ao trabalho, mas sei que vou acompanhada da culpa porque não estarei vendo os primeiros passos do meu bebê.”

“Vou ficar em casa sem trabalhar fora, mas às vezes gostaria de sair para trabalhar para conversar com adultos e ter uma folga das tarefas domésticas “.  Será que a culpa deixa?

Mil faces do mesmo sentimento que nasce e cresce se bem alimentado por nós mesmas. Que tal lembrar das descobertas do bebê ? De tudo que está aprendendo e de tantas outras coisas boas que somos responsáveis.

Sim, porque geralmente não nos lembramos das partes boas, aprendemos a nos cobrar sem piedade.

Então fica a dica, deixar a culpa de jejum e alimentar a autoconfiança!  Você merece !

Com carinho.

GUIA DAS DOENÇAS INFANTIS COMUNS NO FRIO E COMO PREVINI-LAS

doença infantil comum no frio

Deixe seu filho protegido até as temperaturas aumentarem e tenha um inverno livre de doenças

Atire a primeira pedra quem nunca ouviu da mãe ou da avó a frase “Coloca a blusa para não

pegar friagem” ou então “Põe uma meia nesse pé descalço”. Você com certeza já obedeceu

muitas vezes e agora cuida do seu filho com as mesmas lições aprendidas todas as vezes que a

temperatura dos termômetros diminui.

O que você não sabia é a exposição das crianças às baixas temperaturas não está diretamente

relacionada a doenças. Se fosse assim, como explicar as crianças que vivem saudáveis nos

lugares mais gelados do planeta, como as suecas ou as esquimós? O que deixa os pequenos

doentes é o contato com vírus e bactérias que se proliferam facilmente no clima frio e

seco, principalmente em ambientes fechados.

O período de inverno implica no aumento da incidência de doenças respiratórias e infecções

nas crianças, pois o mecanismo de defesa do corpo ainda está em fase de desenvolvimento e

não conta com anticorpos em número suficiente para combater os invasores. Os casos são

comuns, especialmente quando acontece uma queda brusca de temperatura, mas podem ser

contornados sem preocupação, pois todos os pais passam por isso.

A seguir, saiba quais são as doenças comuns no frio que podem ser as vilãs do inverno dos seus

filhos:

GRIPE E RESFRIADO

As duas doenças lideram o ranking de incidência na infância. Segundo especialistas, é comum

que as crianças tenham entre 8 e 12 casos dessas enfermidades durante o ano. É praticamente

uma ocorrência por mês!

A diferença entre a gripe e o resfriado é que a primeira é mais grave, causada pelo vírus

Influenza, que possui a capacidade de mudar suas características biológicas, dificultando o

combate do organismo. Já o resfriado pode ser causado por diversos tipos de

vírus. Os sintomas são parecidos, mas cuidado, pois a gripe é muito mais intensa e

persistente. Entre eles, estão a tosse, a dor de garganta e a secreção nasal. Nos dois casos

também pode haver febre, mas se estiver alta e acompanhada de fraqueza e calafrios, é

provável que seja gripe e seu filho vai precisar de medicação adequada. No caso de um

resfriado, o médico pode receitar remédios que aliviam os sintomas, mas o corpo humano é

capaz de enfrentar sozinho esse incômodo.

ALERGIAS

Segundo estatísticas do International Study of Asthma and Allergies in Childhood, o número de

crianças alérgicas tem aumentado. A <Strong>asma e a rinite</Strong> são as mais comuns, e,

além dos fatores ambientais como poluição e ingestão de agrotóxicos, a genética é

responsável pela doença, já que filhos de pais alérgicos têm 50% de chances de também

desenvolver alergias.

Enquanto a asma é uma inflamação das vias respiratórias, a rinite é a inflamação da mucosa

nasal em reação ao contato com o fator que provoca a alergia. Entre os sintomas, estão o

entupimento do nariz e espirros no caso da rinite e falta de ar, tosse e pressão no peito para a

asma. Ambas as doenças podem se agravar nas crianças que estão gripadas ou resfriadas e não

têm cura, por isso, é necessário tratamento constante para que seu filho não desenvolva um

quadro preocupante na estação.

OTITE

De 0 a 3 anos, é comum que as crianças enfrentem a doença, pois, de acordo com estudos,

60% dos casos de resfriado em bebês de 6 a 12 meses podem se transformar na otite média,

infecção que ocorre no ouvido.

Nas crianças que ainda não sabem falar, é difícil perceber os sintomas, que são internos, mas a

mudança de comportamento pode ser um indício de que algo não vai bem. Alimentar-se e

deitar para dormir podem ser movimentos dolorosos devido a pressão que o pus faz no

ouvido. Além disso, é preciso ficar atento aos ouvidos das crianças: mau cheiro, sensação de

ouvido tampado e dificuldade auditiva com ou sem febre podem ser sinais de uma infecção. O

tratamento é feito com antibióticos e métodos caseiros, usando a boa e velha bolsa de água

quente para aliviar o desconforto.

 

MENINGITE

É a mais grave de todas as doenças que surgem no inverno, e, se não for devidamente tratada,

pode ser fatal. De acordo com o Ministério da Saúde, os casos letais diminuíram nos últimos

anos. Já existe vacina para a prevenção da doença para as crianças, ação que ajuda a erradicar

a meningite.

Diversos micro-organismos podem inflamar as meninges, membranas que envolvem o cérebro

e a medula espinhal, mas sua forma mais perigosa é a bacteriana, principalmente a bactéria

meningococo, disseminada pelas vias respiratórias. Os sintomas podem ser confundidos com

uma gripe, com febre alta, fraqueza e dor de cabeça. Entretanto, o paciente apresenta

também vômito, rigidez na nuca e alterações no sistema nervoso central. A doença é

confirmada com uma punção lombar e precisa ser rapidamente tratada com antibióticos para

evitar sequelas.

PROTEJA SEU FILHO DAS DOENÇAS COMUNS NO INVERNO

As dicas para prevenir enfermidades enquanto as temperaturas não sobem

são simples, bem parecidas com as de antigamente. Se você começar a adotá-las desde já, as

crianças poderão se manter saudáveis durante todo o período de inverno.

1. Evite locais fechados

Em ambientes fechados, os micro-organismos nocivos têm mais chances para se desenvolver e

encontrar seu alvo. Por isso, mesmo com frio e vento, é preciso deixar o ar entrar em casa e

caprichar na limpeza, com troca de lençóis frequentes.

2. Fuja das aglomerações

A possibilidade de haver uma pessoa doente em um grande grupo de pessoas é alta e, se o

local for fechado, a disseminação é certa! Até mesmo a escola pode ser um perigo para o seu

filho, pois os pais costumam enviar mesmo as crianças resfriadas para a aula.

3. Oriente seu filho sobre a higienização

Sobre a importância de lavar as mãos, as avós estavam certas! Manter as mãos limpas evita

que a criança fique exposta ou exponha outras pessoas aos micro-organismos que podem

causar doenças. Lembrando também de manter os brinquedos infantis limpinhos para o

pequeno brincar sem ter maiores problemas. Portanto, leve sempre na bolsa de bebê o seu

álcool em gel para facilitar a limpeza da mãozinha do pequeno em qualquer situação.

4. Alimentação equilibrada

Se você ainda estiver amamentando, continue, pois o bebê fica com o sistema imunológico

cada vez mais fortalecido. Agora, se o seu filho já está se ingerindo comidas sólidas, oferecer

alimentos frescos que contêm vitaminas e antioxidantes é uma ótima opção, além de muita

água para hidratação.

5. Vacinação em dia

As vacinas são seguras e distribuídas gratuitamente nos postos de saúde, prevenindo diversas

doenças típicas do inverno, como a gripe e a meningite.